Tuesday, February 26, 2013

Rebocador MUTELA

Rebocador MUTELA fotografado atracado ao cais de Alcântara no dia 6 de Outubro de 1997. 
Construído nos Estados Unidos durante a segunda guerra mundial e comprado pela Companhia Colonial em 1947, juntamente com o seu irmão MAFRA, operou durante mais de 50 anos no Tejo.
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Monday, February 25, 2013

Navios Portugueses do Século XX: paquete ALFREDO DA SILVA

Fotografia oficial de registo do paquete misto ALFREDO DA SILVA, primeiro navio de passageiros a integrar a frota da Sociedade Geral.
Lançado ao mar em 1949 no estaleiro da Rocha do Conde de Óbidos, o ALFREDO DA SILVA homenageou com o seu nome o fundador da Companhia União Fabril. O navio entrou ao serviço em 1950 e fez principalmente a carreira de Cabo Verde e Guiné, embora tenha também efectuado viagens a Angola e à Madeira, estas com o navio fretado à Empresa Insulana, em 1959. Reconstruído em 1958, quando foi aumentado  o casario central e a capacidade para passageiros, o ALFREDO DA SILVA integrou a frota da Nacional em 1971 e foi vendido para a sucata em 1973 e desmantelado em Espanha.
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SAGA SAPPHIRE in Lisbon

SAGA SAPPHIRE, the new flagship of Saga Cruises and a modern classic.
SAGA SAPPHIRE has just made another call in Lisbon on 22 February 2013 and and did try again to take some more photos... 











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BELLA as usual...

The AIDABELLA in Lisbon as usual on her regular calls this winter cruise season.
This time she shared the Santa Apolónia cruise terminal with another German (ex) girl, the SAGA SAPPHIRE built as Hapag-Lloyd EUROPA of 1981...
Photographs taken on 22 February 2013. 


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Thursday, February 21, 2013

Paquetes madrugadores

Lisboa volta a receber navios de cruzeiros amanhã, dia 22 de Fevereiro dando continuidade a um inverno movimentado no que toca a navios de passageiros.
Os navios previstos, que atracarão em Santa Apolónia, são o SAGA SAPPHIRE, a aquisição mais recente da Saga Cruises e o AIDABELLA, um visitante regular nestes meses de estação baixa, nos seus cruzeiros com partida das Canárias e uma escapadela a Lisboa e Cádis de 10 em 10 dias.
Se ampliarem a segunda imagem, fazendo click sobre a mesma, podem ver as horas de chegada: O SAGA à 01H00 da manhã e o AIDA às 05H00. Claro que fotografias à chegada, nem pensar. Esperemos que o tempo seja favorável para as manobras de largada...
Estes horários de chegada impróprios fazem-me recordar os velhos tempos em que o porto de Lisboa fechava das 24 às 8 da manhã. 
Quem chegasse antes fundeava no rio e aguardava a visita e despacho de manhã... 
Claro que estas normas eram altamente contestadas por muitas razões. Eram muito apreciadas indirectamente pelos estivadores, que normalmente recebiam umas horas extra para despacharem o serviço de forma a que os navios não ficassem para o dia seguinte. 
A inversa também era verdadeira, armadores que não abrissem o coração a uma certa generosidade ficavam com os navios em Lisboa mais um dia com todos os custos associados e estas demoras. 
Isso no tempo do "fascismo" em que Lisboa quase vomitava navios e navegação. Com o último "tiro no porta-aviões" da actividade portuária, de  parte do Ministério da Economia em braço de ferro com a estiva, agora quase não temos navegação em Lisboa. Tudo lixado... Viva a desmaritimização!
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Wednesday, February 20, 2013

ORIANA of 1960

Bill Miller's lives of the liners: "When she was completed in December 1960, the 41,000-ton Oriana of Britain’s P&O-Orient Lines was the largest passenger liner yet built for the busy UK-Australia run. Carrying up to 2,022 passengers (530 in first class and 1,492 less fancy tourist), the 27 1/2-knot ship was also notably the very fastest --- she could do the Southampton-Sydney run via Suez in 21 days, a full week less than previous P&O-Orient liners. Immediately, she was immensely popular and very successful. Every sailing was, it seemed, full-up to capacity. Built by the Vickers-Armstrong shipyard at Barrow-in-Furness, in northwest England, the 804-ft long liner was commissioned in what came to be the final great age of British-built, British-owned liners. Others included the likes of the Windsor Castle, the Empress of Canada and then finished-up, in 1969, with theQueen Elizabeth 2. British shipbuilding was losing its long-held prominent place to less expensive, more efficient shipbuilders. Meanwhile, the sleek Oriana was soon to begin a losing battle of her own, with speedy jets on the Australian run. Six months later, in June 1961, P&O added an even larger liner, the 44,000-ton Canberra. She could carry even more passengers, over 2,270 in all.
“The Oriana was my preference over the Canberra. Both very large & important ships, the Oriana was quite different from the Canberra,” according to Howard Franklin, who sailed in both ships and on many occasions -- and often as a guest speaker. “The Oriana was, as it seemed, all graciousness and luxury, and lots of carpets whereas the Canberra, it appeared to me, was more informal and acres of lino. I was, however, amazed in tourist class on the Oriana by the low ceilings in the public rooms and small, even tiny cabins. Originally, the Oriana had a Silver Grill in first class, but that space was later made into cabins. The Monkey Bar Garden felt like you were suspended over the ocean itself. She also had a great enclosed promenade area as well. And more specifically, I remember the enormous proportions of the drinks served onboard. There was especially high excitement on sailing days and with great reunions & meetings of past passengers. The commodore of the Orient Line was aboard and was very precise, very exacting.”
I took this photo of the splendid Oriana from the 20th floor of an apartment tower at Circular Quay in Sydney. The date is July 1984 and I was about to sail off on a 2-week cruise around the South Pacific Islands."
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Tuesday, February 19, 2013

Rebocador TRITON no Tejo

 Rebocador TRITON, do Grupo ETE, a navegar embandeirado em Lisboa na tarde de 16 de Maio de 2009, quando integrou a procissão fluvial associada aos 50 anos do monumento a Cristo Rei...


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ALA no Tejo: 16 de Maio de 2009

Rebocador ALA fotografado no Tejo no dia 16 de Maio de 2009, a sair do cais dos rebocadores junto ao estaleiro da NAVALROCHA e integrado na procissão fluvial comemorativa dos 50 anos o monumento a Cristo Rei.

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Sunday, February 17, 2013

CANBERRA underway at sea

CANBERRA is regarded today as one of the most famous passenger liners of the twentieth century and a masterpiece of the no less famous Harland & Wolff shipyard of Belfast.
On 16 August 1995 I had the good chance to photograph her at sea outside the lanes on the Atlantic side of Gibraltar Straits. 
I was onboard the FUNCHAL going to the Med and it was just one of those magic moments. As both ships were  moving at more than 35 knots combined speed it all went really fast...
CANBERRA  was nearing the end of her long career as in just two years time she was sold to be broken up in Pakistan.
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ARGUS ex-ÁLVARO MARTINS HOMEM

Navio de pesca de bacalhau ARGUS fotografado em Março de 1991 no rio Coina, vendo-se em primeiro plano o pontão da Parceria Geral de Pescarias e ao fundo as instalações da Siderúrgia Nacional, no Seixal.
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Bacalhoeiros no rio Coina

Uma visita à seca da Parceria Geral de Pescarias em 1991 possibilitou uma série de fotografias às instalações de terra e à frota de bacalhoeiros desta antiga empresa industrial de pescas, com destaque para os navios ARGUS (ex-ÁLVARO MARTINS HOMEM), NEPTUNO e LABRADOR ex- PEDRO DE BARCELOS. Foi uma oportunidade única pois todos estes navios foram abatidos  pouco depois.  
Fotografias tiradas a 26 de Março de 1991.
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NEPTUNO no rio Coina

Bacalhoeiro NEPTUNO de 1958 da Parceria Geral de Pescarias, fotografado amarrado às bóias junto à seca da Azinheira Velha, no Barreiro, a 26 de Março de 1991, um ano antes de ser desmantelado em Alhos Vedros.
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Saturday, February 16, 2013

Doca de Alcântara - Março de 1998

Nos anos noventa do século passado, a navegação foi rareando na Doca de Alcântara acabando por se limitar a um ou outro navio imobilizado ou em reparação, caso do porta-contentores FURNAS, o segundo com este nome na frota da Açoreana, fotografado aqui no cais da Lisnave após docagem para manutenção técnica e pintura.
Em primeiro  plano, dois dos últimos rebocadores da Administração do Porto de Lisboa, o AMORA e o SERRA DE PALMELA, na altura já desarmados, a aguardar comprador. Mais fotografias da Doca de Alcântara aqui...
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MONTEREY in Lisbon July 1990

Ex-American passenger liner and cruise ship MONTEREY photographed in Lisbon 1n July 1990 while on her first series of cruises based in the Mediterranean after she was purchased by interests associated to the Mediterranean Shipping Company Group. She looked particularly beautiful in StarLauro funnel colours... 
Constructed in 1952 as the U.S. Maritime Commission C4-type cargo liner FREE STATE MARINER, she was purchased by Matson Lines in 1955 and rebuilt as the passenger liner MONTEREY for South Pacific service and cruising as off January 1957.
In 1971 she was sold to Pacific Far East Lines and continued operating under the US flag until January 1978. After a long spell of lay up the MONTEREY was rebuilt and modernized for full time cruising by Tacoma Boatbuilding and  Wartsila for a new US operator, Aloha Pacific Cruises and introduced in 1988 on cruises in Hawaian waters. This ventured did not last for long and in May 1989 MONTEREY was laid up again, in Honolulu until sold in March 1990 to Star Lauro and the MSC Group. In Italian hands the MONTEREY gained another spell of life cruising for 16 years mostly in the Mediterranean until sold for scrap in India in late 2006. See more LMC photos of the MONTEREY here.
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Friday, February 15, 2013

A Doca cheia de navios...

Era assim que eu gostava de ver a Doca de Alcântara: cheia de navios a sério, em plena actividade comercial. Esta fotografia que podemos datar como tendo sido tirada por volta de 1962 - seguramente entre 1962 e 1965 - apresenta a doca vista a partir do cais norte, tirada de cima de uma grua. 
Em primeiro plano vê-se o castelo da proa de um dos paquetes mistos da Sociedade Geral (ALFREDO DA SILVA, MANUEL ALFREDO ou RITA MARIA, que o ANA MAFALDA nunca teve castelo à proa), tendo pela sua proa um cargueiro da companhia alemã OPDR e logo a seguir um dos paquetes da Colonial, o PÁTRIA ou o seu irmão IMPÉRIO. 
Em reparação junto à ponte giratória está atracado um dos navios-tanques da classe ALVELOS da SOPONATA enquanto no cais sul se podem observar atracados de braço dado dois cargueiros da Companhia Colonial, o LOBITO e o LUGELA, distinguindo-se à popa destes o MADEIRENSE de 1962 e por fora da doca, atracado ao cais da Rocha, o paquete italiano SATURNIA, que fazia a carreira Mediterrâneo - Nova Iorque, com escala em Lisboa e nos Açores.
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N/T SAMEIRO largando de Lisboa

Navio-tanque SAMEIRO (II), da SOPONATA - Sociedade Portuguesa de Navios Tanques, largando de Lisboa em lastro na tarde de 4 de Dezembro de 1991, saindo provavelmente com destino a Sines.
Construído em Itália em 1977, o SAMEIRO era um navio de transporte de produtos refinados - pretos - distinguindo-se do seu irmão gémeo SÃO MAMEDE pela proa.
Atracados à estação marítima de Alcântara podem ver-se os navios de cruzeiros BLACK PRINCE (Fred. Olsen) e MONTEREY (Lauro). O BLACK PRINCE foi o pioneiro da Fred. Olsen Cruise Lines e o MONTEREY foi o segundo navio da companhia italiana Star Lauro, antecessora da actual MSC CRUISES.
Na altura seria impossível prever que 22 anos depois não existiria em Portugal um único navio petroleiro oceânico mercante. Já então se desbravavam os caminhos sinuosos da DESMARITIMIZAÇÃO que contribuíram decididamente para o nosso actual empobrecimento colectivo. Quando olho para trás e para a maneira como se voltaram as costas ao mar e se deu cabo literalmente de tudo, tenho vontade de parafrasear o Capitão Haddock ou pior ainda, chamar tudo e mais alguma coisa a esta corja ignorante e desclassificada que teima em não nos deixar em paz. E ainda por cima, "eles comem tudo, eles comem tudo..."
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CABO DE SINES na doca de Alcântara

Uma das minhas primeiras fotografias de rebocadores, mostrando o CABO DE SINES a sair da Doca de Alcântara no final da década de 1970. No cais norte da doca podem ver-se o navio de carga e passageiros PORTO (1968-1985), com as cores da CTM, o navio bananeiro FUNCHALENSE (III) e um navio fábrica de um dos países do Comecon, cujas frotas de pesca faziam as suas reparações em Lisboa, nomeadamente na Lisnave Rocha.
O CABO DE SINES pertenceu de início à AGPL - Administração Geral do Porto de Lisboa e foi construído na Rocha do Conde de Óbidos na década de 1930.
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Navios no cais sul da doca de Alcântara

A década de 1980, em especial os últimos anos desta década, assistiram a uma utilização decrescente dos cais da Doca de Alcântara para fins comerciais, passando o cais sul a ser utilizado quase totalmente para atracação de navios imobilizados.
Nesta imagem de 1988, podem ver-se, da esquerda para a direita, os cargueiros MARE UNO (ex-LUGELA), AURÉLIO C, o arrastão S. RAFAEL (ou será o seu irmão S. GABRIEL? - não eram bem iguais) vendo-se por dentro deste, de braço dado, um dos "paquetes da E. N. Madeirense, o MADEIRENSE ou o FUNCHALENSE, e por fim o porta-automóveis BURGOS e a proa do GIL EANNES. Sempre era mais interessante que o panorama actual.
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O rebocador ÁTOMO

Construído - e bem - nos estaleiros de Viana do Castelo, em 1965, o rebocador ÁTOMO foi durante os seus primeiros anos o mais moderno e mais potente rebocador dos que operavam no Porto de Lisboa. Foi um dos rebocadores de bordo dos quais mais vezes fotografei os navios no meio do Tejo, tanto em manobras de atracação, à chegada, como à largada. Procurava sempre que possível embarcar no rebocador que estabelecia o cabo à proa, e tenho muitas fotografias tiradas de bordo dete belo rebocador. Era mestre do ÁTOMO o mestre Xico Zé, da Moita, que me convidava muitas vezes para almoçar a bordo e partilhar os petiscos da tripulação, muitas vezes havia um tacho único do qual todos se serviam com o auxílio de fatias de pão. Bons tempos. O ÁTOMO manteve-se no Tejo sempre a operar até ao fim da Sociedade Cooperativa dos Catraeiros do Porto de Lisboa, no início deste século XXI. Acabou desmantelado em Alhos Vedros.
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QE2 docking in Lisbon

Since QE2 first call in Lisbon in April 1969 I always tried to see and photograph her on her many visits to the river Tagus. In this photograph from about 1990, the QUEEN ELIZABETH 2 is being assisted to berth at the Alcântara passenger terminal by the tug PIONEIRO, a handsome motor tug converted from a French-built steam tug and purchased from Companhia Colonial de Navegação in the late fifties.
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ALPENA no Tejo

Os navios têm sido os grandes protagonistas de séculos de história do Porto de Lisboa, cuja actividade marítima antecede em muitos séculos a fundação de Portugal.
Desde que comecei a fotografar a navegação no Tejo, há mais de 42 anos, os tipos de navios e embarcações locais sofreu um sem número de alterações, bem como as infraestruturas portuários e os estaleiros navais. Durante os anos de funcionamento do estaleiro da Margueira, centenas de navios vieram ao tejo exclusivamente para serem reparados. Para os assistir a Lsnave criou uma frota própria de rebocadores, um dos quais foi o ALPENA, que aqui vemos a navegar pela popa do navio BLUEBELL junto ao pontal de Cacilhas no Verão de 1989.
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Thursday, February 14, 2013

Italian ferry GALLURA

Italian passenger and train ferry GALLURA photographedays in October 1986 leaving Civitavecchia.
The more modern of the classic train ferries of Ferrovie Stato, the Italian Railways, GALLURA looked like a small scale LEONARDO DA VINCI.
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PACIFIC VENUS inbound for Lisbon

Now and then Japanese cruise ships pay single calls to Lisbon while operating world cruises for the exclusive Japanese market. One such ship is the PACIFIC VENUS, seen here arriving the river Tagus bar on her way to Lisbon on 18 May 2010.
The PACIFIC VENUS was built in Japan in 1998. The 26.594 GT ship has capacity for 720 passengers. She is operated by Venus Cruises, a Japanese company geared to the local Japanese market.
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