Thursday, April 15, 2010

Rebocador SEZÕES de saída

Rebocador português SEZÕES saindo do seu local habitual de estacionamento para mais um serviço algures no Tejo. Atracados ao cais norte da eclusa podem ver-se os rebocadores SEA FALCON, LEÃO DOS MARES e VALENTE, atracados em fila, tal como noutros tempos se podia sempre observar no interior da Doca de Alcântara, sempre cheia de navios de carga ou passageiros, quase sempre com uma particularidade - eram quase sempre portugueses.
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LEÕES À MODA DO TEJO

Leões há muitos, como dizia o outro, mas estes dois leões fluviais são mesmo especiais: o rebocador LEÃO DOS MARES que nos visita actualmente após uma longa ausência, e o veleiro LEÃO HOLANDÊS, pioneira das actividades marítimo-turísticas no Tejo, cruzando-se na imagem registada na manhã de 15 de Abril de 2010.
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Wednesday, April 14, 2010

QE2 no Dubai


O QUEEN ELIZABETH 2 permanece no Dubai desde Novembro de 2008 e o seu futuro apresenta muitas interrogações, mas apesar das incertezas, o navio aparenta estar bem cuidado e continua a sair fumo da chaminé, como testemunha esta excelente imagem do meu Amigo Nuno de Jesus que registou o momento a 16 de Fevereiro último.
Mais imagens do QE2 no Dubai aqui...
Former Cunarder QE2 photographed in Dubai on 16 February 2010 by my friend Nuno Jesus. More of his fine images here

Tuesday, April 13, 2010

EURODAM leaving Lisbon

Holland America Line new cruise ship EURODAM photograped on 12 April afternoon departing from Lisboa for Portimão and the Mediterranean.
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PORTEL e MONTEVIL


Rebocadores PORTEL e MONTEVIL, duas das 18 unidades da classe CARAMUJO, construídas em estaleiros portugueses entre 1970 e 1982 segundo projecto desenvolvido pelos Estaleiros São Jacinto a pedido da LISNAVE.
Foi um dos projectos de maior êxito na história da construção naval portuguesa: em São Jacinto foram construídos 15 unidades, na Mitrena 2 e em Cacilhas uma, o PORTEL, saído dos estaleiros da Parry & Sons para a Soponata e vendido em 1985 ao actual armador REBOSADO.
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OCEAN NOVA outbound from Lisbon


Expedition cruise ship OCEAN NOVA leaving Lisbon on 12 April 2010.
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Monday, April 12, 2010

Um lugre do Tejo


Até ao periodo a seguir à Segunda Guerra Mundial, a navegação à vela sobreviveu na Marinha Mercante portuguesa na Pesca do Bacalhau e nos tráfegos costeiros de transporte de carga, acabando por desaparecer com o abate do lugre CREOULA em 1973.
Actualmente, o lugre de três mastros PRÍNCIPE PERFEITO permite recordar de alguma forma essa época, com os seus cruzeiros pelo Tejo.
Imagens registadas a bordo do PRÍNCIPE PERFEITO a 10 de Abril de 2010.
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OCEAN NOVA in Lisbon


The small expedition cruise ship OCEAN NOVA arrived in Lisbon on 9 April for the first time on a positioning voyage from Ushuaia for Liverpool. She has no passengers on board and leaves port today at 6 PM.
A very small passenger ship, the same size of our former Portuguese PONTA DELGADA, she was built in 1992 for coastal service in Greenland. As built under the name SAPPIK ITTUK, she was even smaller with 1.128 gross tons and 49,7 meters length overall. In 2000 she was lengthened  by a further 23 meters in Poland and now she is 2.183 GT with a full length overall of 72,8 meters.
She was converted for cruising in 2006 and sold to International Shipping Partners (Miami) - Nova Cruises Ltd., Nassau - and in 2007 was renamed OCEAN NOVA.
Photos taken in Lisbon on 10 April 2010.Other photos here.
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LEÃO DOS MARES e SEA FALCON


Entraram em Lisboa na tarde de 5 de Abril de 2010, procedentes da Corunha, os rebocadores LEÃO DOS MARES e SEA FALCON,  recentemente adquiridos pelo Grupo Lutamar e que vão ser desmantelados no Tejo.
O LEÃO DOS MARES chamou-se de 1990 a 1996 CATRAIO e foi então a maior unidade da Sociedade Cooperativa dos Catraeiros do Porto de Lisboa. Pertenceu depois ao Grupo TINITA e depois de ter estado registado em Viana do Castelo, integra agora o registo MAR (Madeira), tendo estado imobilizado na Corunha.
O SEA FALCON data de 1972 , foi construído em Hong Kong. com o nome KAU LUNG (IMO nº 7204253)  e está registado no Panamá. Ambos  podem ser vistos atracados na Rocha (Eclusa).
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Thursday, April 08, 2010

Fragata D. FRANCISCO DE ALMEIDA no Tejo


As minhas primeiras fotografias da nova fragata NRP D. FRANCISCO DE ALMEIDA, que chegou recentemente ao Tejo vinda da Holanda, onde foi comprada.
Imagens registadas a 7 de Abril de 2010, durante a largada do navio da BNL para o mar.
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BLACK WATCH leaving the river Tagus

 BLACK WATCH leaving the river Tagus on 7 April 2010 after another call in Lisbon.
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Grande estaleiro naval de Lisboa

Vale a pena ler este Decreto-Lei de 1960, pelo conteúdo, da maior importância, mas também pela forma clara, simples e correcta como está escrito. É do século passado, para alguns um período de trevas, mas na minha opinião modesta, vale a pena estudar o período no que se refere ao Mar e actividades correlativas. E já agora uma verdade, nunca mais tivemos ninguém que se chegasse aos calcanhares de Américo Thomaz no que se refere a um governante tão dedicado e informado acerca do mar e dos navios. Já é tempo de o reintegrar na Marinha, de onde foi expulso em 1974, falecendo como Almirante da Marinha Espanhola... 
As imagens foram tiradas a 7 de Abril de 2010.
DATA : Segunda-feira 28 de Março de 1960
NÚMERO : 72/60 SÉRIE I
EMISSOR : Ministérios da Marinha e das Comunicações
DIPLOMA / ACTO : Decreto-Lei n.º 42890 (Rectificações)
SUMÁRIO : Determina que o estudo da construção de um estaleiro naval na área do porto de Lisboa seja assegurado por uma comissão, de carácter eventual, que se denominará «Comissão de Estudo para a Construção da Doca e Estaleiro Naval», subordinada ao Ministro das Comunicações


Decreto-Lei n.º 42890
Entre as preocupações do Governo figura desde há muito tempo a instalação de um grande estaleiro naval que corresponda à modernização e expansão da frota mercante nacional e satisfaça as necessidades da navegação estrangeira que frequenta as águas portuguesas e as rotas marítimas mais próximas.
Tal iniciativa, que se liga a uma das mais antigas indústrias nacionais - a da construção naval - e que tem objectivos imediatos quanto ao reapetrechamento naval português e à economia de divisas, foi encarada já no I Plano de Fomento, em cuja vigência teria começo pela construção de uma doca seca.
O problema sofreu, porém, uma rápida evolução, que obrigou a revê-lo, aparecendo no II Plano como projecto de um verdadeiro estaleiro naval.
Empreendimento desta envergadura não deve contudo levar-se a cabo sem um exame profundo e ponderado que permita ao Governo lançá-lo após conhecimento antecipado e quanto possível exacto da sua viabilidade.
É fora de dúvida que o porto de Lisboa reúne condições que desde logo aconselham a implantação desse estaleiro na sua área de jurisdição, tanto do ponto de vista nacional como internacional, pois nele se concentra a maior tonelagem e tráfego de navios portugueses e ali tocam ou dali se aproximam as grandes linhas de navegação para o Mediterrâneo e intercontinentais da Europa para a África e para as Américas.
Amplamente justificado o interesse do empreendimento, importa estudar e definir os aspectos específicos da sua organização e realização, a fim de se aproveitar sem mais demora a oportunidade de dotar o País com um novo instrumento de progresso e de riqueza, investindo nele os meios financeiros já programados no Plano de Fomento.
Para isso entendeu-se necessário e oportuno nomear uma comissão de carácter eventual incumbida de rever e completar os estudos já feitos, especialmente nos aspectos de localização, capacidade de laboração, perspectivas do mercado naval quaisquer outros que se liguem com a iniciativa.
Nestes termos:
Usando da faculdade conferida pela 1.ª parte do n.º 2.º do artigo 109.º da Constituição, o Governo decreta e eu promulgo, para valer como lei, o seguinte:
Artigo 1.º O estudo da construção de um estaleiro naval na área do porto de Lisboa será assegurado por uma comissão de carácter eventual, que se denominará «Comissão de Estudo para a Construção da Doca e Estaleiro Naval» (C. E. C. D. E. N.), subordinada ao Ministro das Comunicações.
Art. 2.º Compete à Comissão:
a) Coligir e apreciar todos os elementos existentes e trabalhos efectuados até ao presente, relativos ao empreendimento;
b) Estudar as várias possibilidades de localização, inclusive a conversão e ampliação de estaleiros já em funcionamento;
c) Contratar com entidades especializadas, nacionais ou estrangeiras, a realização de estudos ou trabalhos de qualquer natureza reconhecidos necessários à elaboração de projectos ou anteprojectos de construção do estaleiro, à fixação do seu regime de exploração ou à elaboração dos planos de financiamento;
d) Contratar, nas mesmas condições, a elaboração de anteprojecto ou projectos de construção;
e) Apreciar e dar parecer sobre os pedidos de condicionamento industrial respeitantes a estaleiros de construção naval;
f) Apreciar e dar parecer sobre quaisquer estudos ou propostas que se relacionem com o empreendimento em causa apresentados ao Ministério das Comunicações ou directamente à Comissão;
g) Apreciar a viabilidade económica e financeira do empreendimento;
h) Estudar e propor o regime de construção e o de exploração;
i) Estudar a possibilidade de se suprir a insuficiência actual de meios de querenagem no porto de Lisboa por recurso a docas flutuantes e propor as correspondentes providências com a maior brevidade;
j) Promover ou propor a execução de quaisquer providências eventualmente necessárias ao bom resultado dos seus trabalhos.
Art. 3.º A Comissão terá a seguinte composição:
Presidente: individualidade de formação técnica de reconhecida competência.
Vogais:
a) Um representante do Ministério das Finanças;
b) Um representante do Ministério da Marinha;
c) Um representante do Ministério da Economia;
d) Um representante do Ministério das Comunicações;
e) Um engenheiro construtor naval;
f) Um representante do Grémio dos Armadores da Marinha Mercante.
§ 1.º Os serviços de expediente e outros necessários ao funcionamento da Comissão serão assegurados pela Administração-Geral do Porto de Lisboa, que facultará um funcionário dos seus quadros para servir de secretário, sem voto.
§ 2.º A nomeação do presidente e dos vogais será feita em portaria do Ministro das Comunicações, podendo a composição fixada no corpo do artigo ser ampliada, se tal vier a mostrar-se necessário.
§ 3.º Os representantes a que se referem as alíneas a), b) e c) serão indicados, respectivamente, pelos Ministros das Finanças, Marinha e Economia.
Art. 4.º Ao presidente compete em especial:
1.º Orientar e dirigir os serviços da Comissão de acordo com as directrizes fixadas pelo Ministro das Comunicações;
2.º Apresentar a despacho, devidamente informados, os assuntos que careçam de aprovação ministerial;
3.º Autorizar de conta das verbas especialmente atribuídas em orçamento do Fundo de Melhoramentos do Porto de Lisboa aos encargos de que trata o artigo 9.º do presente diploma despesas até ao montante de 50.000$00.
§ único. O presidente será substituído nos seus impedimentos pelo vogal que for designado pelo Ministro das Comunicações.
Art. 5.º Aos vogais incumbe auxiliar o presidente no exercício das suas funções e orientar ou executar os serviços que lhes forem atribuídos pelo presidente.
Art. 6.º Os membros da Comissão poderão ser funcionários do Estado ou outras pessoas de reconhecida competência, em regime de prestação de serviços eventuais. As correspondentes remunerações serão fixadas pelo Ministro das Comunicações, com o acordo do Ministro das Finanças, após a apresentação dos relatórios referidos no § único do artigo 8.º do presente diploma.
§ único. Aos membros da Comissão, quando hajam de deslocar-se no desempenho das suas funções, serão abonadas ajudas de custo e despesas de transporte. Sendo funcionários públicos, a ajuda de custo será correspondente à sua categoria; no caso de indivíduos não servidores do Estado será a ajuda de custo estabelecida conforme o disposto no artigo 11.º do Decreto-Lei n.º 33834, de 4 de Agosto de 1944.
Art. 7.º Mediante autorização do Ministro das Comunicações poderá a Comissão enviar missões ao estrangeiro, a fim de estudarem assuntos relacionados com as suas atribuições.
Art. 8.º O prazo para a conclusão dos trabalhos será fixado pelo Ministro das Comunicações, devendo entretanto a Comissão apresentar periòdicamente relatórios sucintos sobre o andamento dos seus trabalhos.
§ único. Independentemente destes relatórios periódicos a Comissão elaborará relatórios especiais à medida que for completando as sucessivas fases do seu trabalho e segundo o que lhe for determinado pelo Ministro das Comunicações. Estes relatórios serão submetidos à apreciação dos Ministros das Finanças, Marinha, Economia e Comunicações.
Art. 9.º As despesas a que se referem o artigo 6.º e seu § único e artigo 7.º do presente diploma, bem como as de aquisição de móveis e utensílios e de expediente corrente, serão suportadas pelo Fundo de Melhoramentos do Porto de Lisboa. Os encargos resultantes da aplicação das alíneas c), d) e j) do artigo 2.º serão liquidados pelas forças do mesmo Fundo e posteriormente reembolsados pelas verbas inscritas no Orçamento Geral do Estado para a construção do estaleiro naval de Lisboa, em execução do II Plano de Fomento.
Art. 10.º Será integrado no património afecto à Administração-Geral do Porto de Lisboa todo o material de utilização permanente adquirido para a Comissão, quando esta for extinta.
Publique-se e cumpra-se como nele se contém.
Paços do Governo da República, 28 de Março de 1960. - AMÉRICO DEUS RODRIGUES THOMAZ - António de Oliveira Salazar - Pedro Theotónio Pereira - Júlio Carlos Alves Dias Botelho Moniz - Arnaldo Schulz - João de Matos Antunes Varela - António Manuel Pinto Barbosa - Afonso Magalhães de Almeida Fernandes - Fernando Quintanilha Mendonça Dias - Marcello Gonçalves Nunes Duarte Mathias - Eduardo de Arantes e Oliveira - Vasco Lopes Alves - Francisco de Paula Leite Pinto - José do Nascimento Ferreira Dias Júnior - Carlos Gomes da Silva Ribeiro - Henrique Veiga de Macedo - Henrique de Miranda Vasconcelos Martins de Carvalho.

Para ser presente à Assembleia Nacional.

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Chegada do INSULAR

Porta-contentores português INSULAR a chegar a Lisboa, na sua rotina semanal entre o Tejo e o Caniçal. Curiosamente hoje chegou mais cedo, habitualmente só entra em Lisboa às Quintas-feiras. Atracado no Jardim do Tabaco pode ver-se o navio de passageiros grego EXPRESS SANTORINI que vai fazer mais um verão em águas açoreanas ao serviço da empresa ATLÂNTICOLINE.
Imagem fotografada no dia 7 de Abril de 2010.
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Navios em agonia

Os navios tal como todas as outras realidades deste mundo são de natureza finita. Nada dura para sempre e esta geração de navios de guerra até já durou muito para além do razoável, pela simples razão de que as substituições de material naval em Portugal só se fazem em regíme de mínimo investimento quando se aproxima o fantasma do "zero naval".
O que me custa ao ver estes navios há anos desactivados é a agonia lenta a que têm sido sujeitos. Olhar agora para a OLIVEIRA E CARMO torna difícil relembrar o mesmo navio quando estava operacional. A agonia retirou-lhes a dignidade e não há razões aceitáveis para isso, para além de hábitos antigos e rotinas em velocidade reduzida.
E já agora, devia ser preservado um navio desta geração. Por todos os motivos e mais alguns...
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Wednesday, April 07, 2010

Arrival of BLACK WATCH and VENTURA

Arrival of BLACK WATCH and VENTURA in Lisbon early in the morning of 7 April 2010.

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Fragata D. FERNANDO

Fragata D. FERNANDO II E GLÓRIA fotografada esta manhã (7-04-2010), na Doca da antiga Parry & Sons, onde está a a ser reparada.
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Antigos navios de guerra

Corvetas, Submarinos (DELFIM e ALBACORA) e a fragata NRP COMANDANTE HERMENEGILDO CAPELO atracadas ao estaleiro da Margueira a 7 de Abril de 2010.
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Unidades navais na Margueira


O estaleiro naval da Margueira, que se encontra desactivado e ao abandono desde a transferência da Lisnave para a Mitrena, está agora a abrigar diversas unidades da Marinha Portuguesa abatidas ou em vias de abate. Estes navios foram há dias rebocados da BNL para permitir iniciar obras de construção de cais para os submarinos da 5ª Esquadrilha. De referir a presença da Corveta F477 GENERAL PEREIRA D'EÇA atracada por dentro das outras três Corvetas há muito desactivadas.
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Tuesday, April 06, 2010

NOVO SAGA trocou Lisboa por Leixões

O navio de cruzeiros SAGA PEARL II, que tinha marcada para ontem, 5 de Abril de 2010, a escala inaugural em Lisboa, acabou por trocar o Tejo pelo porto de Leixões por efeito de mau tempo que provocou o atraso na viagem após sair de Southampton a 2 de Abril.
O SAGA PEARL II permaneceu durante a manhã de ontem atracado em Leixões, largando pelas 14 horas para o Funchal. O navio deverá visitar Lisboa a 14 ou 15 de Abril, no regresso do cruzeiro que está a efectuar a Portugal, Ilhas Atlânticas e Marrocos.
O SAGA PEARL II foi comprado em 2009 pela Saga Cruises e é o substituto do veterano SAGA ROSE, retirado em Dezembro. O navio data de 1981 e chamou-se anteriormente ASTOR (1981-85), ARKONA (1985-2001) e ASTORIA (2001-2009). Não confundir com o seu irmão mais recente ASTOR de 1985.
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Fred. Olsen's BORGSTEN of 1963

The largest ship built in the U.K. since QUEEN ELIZABETH of 1940 was Fred. Olsen's motor tanker BORGSTEN. 
The third ship under this name in Fred. Olsen fleet, BORGSTEN was constructed in Sunderland by Joseph L. Thompson & and Sons Ltd and launched on 1 November 1963. The 49.311 gross tons tanker had a deadweight of 91.356 tons, was delivered in 1964 and registered under the Norwegian flag. In 1973 she was sold and renamed OSWEGO COURAGE and five years later arrived at Kaoshiung, Taiwan, on 19 September 1978 to be broken up. Her innovative design included a futuristic navigation tower and the traditional bow figurehead of the Fred. Olsen ships.
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Monday, April 05, 2010

WIND SURF in Lisbon

The French looking funnel of the cruise ship WIND SURF photographed on 4 April while berthed in Lisbon on her positioning cruise back to the Med.
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FUNCHAL na Ponta da Rocha

Paquete de bandeira portuguesa FUNCHAL atracado este Domingo de Páscoa na Ponta da Rocha, em Lisboa para embarque e desembarque de passageiros. Um local onde este belo navio de passageiros atraca desde há mais de 48 anos, sempre com o mesmo nome. Nada mal para o nosso FUNCHAL.
Fotografia tirada a 4 de Abril de 2010.
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Sunday, April 04, 2010

CHARLES DE GAULLE no Tejo


O porta-aviões francês CHARLES DE GAULLE fundeado no Tejo a 2 de Abril de 2010, visto a partir da margem sul do rio.
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Largada do FORBIN

FORBIN saindo de Lisboa na manhã de 4 de Abril de 2010 após visita oficial ao Tejo.
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Saturday, April 03, 2010

Navios franceses no Tejo

French naval ships leaving Lisbon eraly in the morning on 4 April 2010: Destroyer FORBIN (D620) sailing past the nuclear powered aircraft carrier CHARLES DE GAULLE (R91).
Navios de guerra franceses saindo de Lisboa: o contratorpedeiro FORBIN (D620) navegando junto ao porta-aviões nuclear CHARLES DE GAULLE  (R91) a 4 de Abril de 2010-
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PILOTOS ao serviço da Marinha Francesa

Os Pilotos de Lisboa são sempre participantes activos da actividade marítima e portuária de Lisboa, como ficou mais uma vez comprovado com as manobras de largada da força naval francesa que visitou Lisboa de 30 de março a 4 de Abril de 2010. As fotos mostram as lanchas de pilotos que recolheram os pilotos dos navios FORBIN e CHARLES DE GAULLE, respectivamente a BARRA NORTE e a BAÍA DE CASCAIS. 
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AMETISTA EM ACTIVIDADE

Rebocador AMETISTA da APL em serviço de apoio ao porta-aviões francês CHARLES DE GAULLE, hoje de manhã, dia 4 de Abril de 2010. De braço dado à AMETISTA, as "carochas" da APL que serviram para apoio de embarque e desembarque da guarnição do navio francês, que fundeou em frente a S. José de Ribamar devido a um dos seus predicados: a propulsão nuclear.
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Thursday, April 01, 2010

S. JORGE - o melhor Cacilheiro

Lisboa é linda vista do Tejo e o S. JORGE é uma das melhores formas de o atravessar entre o Cais do Sodré e Cacilhas, com os seus tombadilhos abertos e muito espaço. Só opera nas horas de ponta, e alterna a operação com o seu irmão MARTIM MONIZ. Claro que há sempre a opção dos car-ferries ALENTEJENSE ou EBORENSE, e dos alemães da Trafaria. O preço é simbólico, a travessia faz sonhar com os navios e o mar...
Imagem registada a 31 de Março de 2010 de bordo do ALENTEJENSE.
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CHARLES DE GAULLE no Tejo


Encontra-se em Lisboa desde 30-03-2010 uma força naval francesa composta pelo porta-aviões CHARLES DE GAULLE e pelos contratorpedeiros CASSARD e FORBIN.
Trata-se da primeira visita ao Tejo do CHARLES DE GAULLE, que se encontra fundeado frente a S. José de Ribamar. Os restates navios estão atracados em Alcântara. As unidades francesas regressam ao mar no próximo Sábado, 3 de Abril, de manhã.
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DEUTSCHLAND and FRAM in Lisbon

Cruise ships DEUTSCHLAND and FRAM berthed at Rocha Passenger ship Terminal, Lisbon at evening on 31 Mach 2010.
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