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Wednesday, October 11, 2017
MARIA P ex-AMISIA J
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Grupo Sousa,
MARIA P (Container ship)
Monday, June 06, 2016
LAURA S em Lisboa a 2 de JUNHO de 2016
Cargueiro LAURA S atracado ao cais de Santa Apolónia ao fim da manhã de 2 de Junho de 2016, com o navio prestes a largar para o Caniçal na sua primeira viagem à Madeira.
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Box Lines,
Grupo Sousa,
LAURA S (cargo ship),
Navios Portugueses
Wednesday, June 01, 2016
Cargueiro LAURA S em Lisboa pela primeira vez
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LAURA S (cargo ship)
Tuesday, October 07, 2014
O LMC, a E. N. Madeirense, o Grupo Sousa, etc...
Sou um tipo com convicções profundas, toda a vida tenho defendido a Marinha Mercante e quem se dedica a esta actividade tão importante e nobre. Volta e meia dão-me na cabeça por acharem que estou ao serviço de determinados interesses, quando, em consciência sempre tenho sido independente, à minha maneira, e pago essa factura. Na Madeira está na moda desancar-se o Grupo Sousa, que sempre me tratou bem e patrocinou dois dos meus livros. Um deles, a história da Empresa de Navegação Madeirense foi dos que me deu mais gosto a investigar e a escrever, uma história de um século cuja evolução se confunde com a história económica da Madeira nesse período. Pode ser encomendado aqui.No facebook comentei o que me parece a dinâmica de má lingua local, vigente na Madeira, que conheço bem desde o século passado:
"Os custos do transporte marítimo resultam principalmente da dimensão do mercado, que nos últimos anos tem encolhido e levado à venda de parte da frota ao serviço da Madeira. Agora foi o PONTA S. LOURENÇO. Refiro a má língua porque sempre existiu de forma viperina na Madeira, ainda sou do tempo em que era exercida contra a Empresa Insulana de Navegação de forma totalmente desabrida e injusta, reclamava-se contra os paquetes da Insulana que davam prejuízo e quando acabaram fizeram muita falta, mas na década de 1970 estavam todos deslumbrados com os aviões, o jet-set local, o último navio, o NIASSA andou quase vazio nas viagens que fez em 1978. Nunca ninguém me pagou ou pediu para dizer bem dos Sousas, escrevi dois livros patrocinados pela Porto Santo Line e E.N. Madeirense que de facto me deram algum dinheiro, mas foram escritos com o coração, com convicção e com verdade. Já leu a história da Empresa de Navegação Madeirense? Confunde-se com a história da Madeira, acredito que sem esta Empresa Madeirense a vida na Madeira ao longo destes 108 anos teria sido ainda mais difícil e cara. E sem os actuais irmãos Luís Miguel e Ricardo, a ENM teria acabado na década de 1980 como acabaram as outras empresas de navegação portuguesas. Provavelmente não consegue ver a questão nessa perspectiva por ser fácil descarregar-se a pressão social local sobre determinados alvos, mas o Grupo Sousa é um factor importante na dinamização da economia da Madeira, presta serviços fundamentais e gera empregos e riqueza. Precisamos todos é de mais grupos assim. Há determinados serviços de interesse público, como o transporte marítimo de passageiros Madeira - Continente, que nunca deviam ter acabado, mas isso é uma decisão política. No passado a Família Bensaude aguentava os prejuízos da Insulana sem compensação directa do Estado, mas hoje ninguém tem essa capacidade nem tal é justo. Não se pode é misturar as coisas, os canários operaram na Madeira enquanto tiveram a carga do Pingo Doce, sem gerar receita e lucros hoje não se pode brincar com navios. Claro, foi um grande erro não se ter mantido o transporte marítimo de passageiros Continente -Madeira - Açores. Diga-se em abono da verdade que quando foi Secretário de Estado da Marinha Mercante em 1974 (Primeiro Governo Provisório), o Eng. José Carlos Gonçalves Viana tinha legislação em fase de aprovação para se avançar com a compra de ferries de passageiros para a Madeira e Açores e esquema de subsídios para a sua operação, mas o Governo caiu e ninguém mais pegou a sério no assunto. Depois deram cabo de tudo... A Madeira e os Açores necessitam de transportes marítimos de passageiros modernos, entre cada Região e com o Continente, mas se essa operação não tiver viabilidade comercial, e se de facto o tivesse já alguém a tinha montado, terá que ser o Estado a assegurar a continuidade territorial e os direitos à mobilidade. Só que o nosso Estado é bronco, ignorante em coisas do mar e perverso na fiscalidade. Em resultado a Madeira e os Açores são as únicas Regiões Insulares da Europa sem ligações marítimas de passageiros regulares, para espanto de parceiros europeus..."
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Livros LMC
Friday, January 17, 2014
Terminal de cruzeiros de Lisboa
A APL - Administração do Porto de Lisboa, anunciou ontem, 16 de Janeiro de 2014, que
foi adjudicada a concessão do terminal de cruzeiros de Lisboa ao consórcio
que junta a empresa turca Global Liman Isletmeleri, o Grupo Sousa, do Funchal, a Royal Caribbean Cruises
a empresa da Catalunha Creuers del Port de Barcelona, o único concorrente.
Em comunicado, a Administração do Porto de Lisboa (APL) refere que decidiu adjudicar a concessão de serviço público no terminal de cruzeiros de Lisboa ao consórcio constituído pela Global Liman Isletmeleri, Grupo Sousa Investimentos, Royal Caribbean Cruises e Creuers del Port de Barcelona, tendo o júri do concurso considerado, por unanimidade, que a proposta do único concorrente "se enquadra nos critérios estipulados nos termos do procedimento".
O "futuro concessionário propõe-se pagar à APL 300 mil euros por ano de taxa fixa e 0,22 euros por passageiro de taxa variável", segundo um comunicado divulgado hoje.
A ideia de concessionar os terminal de cruzeiros de Lisboa surgiu como forma de se avançar com a construção do novo terminal de Santa Apolónia / Jardim do Tabaco, na sequência da crise do Estado Português, quando deixou de haver dinheiro para este tipo de investimentos públicos. Na altura ficou também por se fazer o prolongamento de 140 metros de cais para juzante do Jardim do Tabaco até à Doca da Marinha.
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Em comunicado, a Administração do Porto de Lisboa (APL) refere que decidiu adjudicar a concessão de serviço público no terminal de cruzeiros de Lisboa ao consórcio constituído pela Global Liman Isletmeleri, Grupo Sousa Investimentos, Royal Caribbean Cruises e Creuers del Port de Barcelona, tendo o júri do concurso considerado, por unanimidade, que a proposta do único concorrente "se enquadra nos critérios estipulados nos termos do procedimento".
O "futuro concessionário propõe-se pagar à APL 300 mil euros por ano de taxa fixa e 0,22 euros por passageiro de taxa variável", segundo um comunicado divulgado hoje.
A ideia de concessionar os terminal de cruzeiros de Lisboa surgiu como forma de se avançar com a construção do novo terminal de Santa Apolónia / Jardim do Tabaco, na sequência da crise do Estado Português, quando deixou de haver dinheiro para este tipo de investimentos públicos. Na altura ficou também por se fazer o prolongamento de 140 metros de cais para juzante do Jardim do Tabaco até à Doca da Marinha.
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Porto de Lisboa,
Royal Caribbean
Thursday, July 21, 2011
RUBY arriving from the Azores
Container ship RUBY arriving in Lisbon from another Box Lines voyage to the Azores, on 19 July 2011.
RUBY operates regular voyages from Lisbon and Leixões to the Azores Islands with MADEIRENSE 3 both ships offering weekly departures.
RUBY sails under charter to the Portuguese company Box Lines, a Sousa Group company. She replaced sister ship S. GABRIEL which ran aground in São Miguel island in December 2009 and was later broken up in Danmark.
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RUBY (Container ship)
Monday, July 11, 2011
FUNCHALENSE 5 pela primeira vez em Lisboa
Adquirido o ano passado pelo Grupo Sousa para a Empresa de Navegação Madeirense, actualmente a mais antiga do género em Portugal, a operar entre a Madeira e o Continente desde 1907, o FUNCHALENSE 5 tem navegado entre Leixões e o Caniçal, fazendo escalas no Porto Santo em algumas das viagens. A presença do navio em Lisboa coincidiu com o alargamento da carreira concorrente da Transinsular a Leixões, pelo que esta semana ambos os navios FUNCHALENSE 5 e MONTE DA GUIA estão a fazer a rotação Caniçal - Leixões - Lisboa - Caniçal com partidas dos diversos portos nas mesmas datas. A avaliar pelo aspecto leve de ambas as unidades, provavelmente bastaria um destes navios para transportar a carga existente.
Entretanto a linha da Madeira parece apresentar dificuldades, para além da concorrência imposta pelo ferry da Armas, que opera semanalmente entre Portimão e o Funchal, e transporta a maioria dos automóveis e alguma carga rodada. O porta-contentores ILHA DA MADEIRA, da Vieira & Silveira, está imobilizado em Lisboa desde 23 de Junho, quando completou a última viagem ao Caniçal. Nos últimos meses vem-se registando uma certa consolidação de recursos ao serviço na linha da Madeira, nomeadamente a partilha de um único navio, o CHRISTINA I, pela Portline e Box Lines.
Crises e depressões económicas à parte, foi bom ver o FUNCHALENSE 5 a navegar no Tejo, testemunhando o empenho do Grupo Sousa nos transportes marítimos, com diversos investimentos importantes concretizados o ano passado na expansão do negócio marítimo, pois além da compra deste navio foi também comprada a companhia Box Lines à Sonae.
Fotografias do FUNCHALENSE 5 a atracar em Lisboa pela primeira vez, junto ao Beato, às 7H00 da manhã de Sábado último. Pena que o navio tenha largado à noite, pois saiu com mais carga e se o tivesse feito ao fim da tarde teria havido possibilidade de fazer melhores imagens.
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Saturday, July 09, 2011
FUNCHALENSE 5 pela primeira vez em Lisboa
Adquirido o ano passado pelo Grupo Sousa para a Empresa de Navegação Madeirense, actualmente a mais antiga do género em Portugal, a operar entre a Madeira e o Continente desde 1907, o FUNCHALENSE 5 tem navegado entre Leixões e o Caniçal, fazendo escalas no Porto Santo em algumas das viagens. A presença do navio em Lisboa coincidiu com o alargamento da carreira concorrente da Transinsular a Leixões, pelo que esta semana ambos os navios FUNCHALENSE 5 e MONTE DA GUIA estão a fazer a rotação Caniçal - Leixões - Lisboa - Caniçal com partidas dos diversos portos nas mesmas datas. A avaliar pelo aspecto leve de ambas as unidades, provavelmente bastaria um destes navios para transportar a carga existente.
Entretanto a linha da Madeira parece apresentar dificuldades, para além da concorrência imposta pelo ferry da Armas, que opera semanalmente entre Portimão e o Funchal, e transporta a maioria dos automóveis e alguma carga rodada. O porta-contentores ILHA DA MADEIRA, da Vieira & Silveira, está imobilizado em Lisboa desde 23 de Junho, quando completou a última viagem ao Caniçal. Nos últimos meses vem-se registando uma certa consolidação de recursos ao serviço na linha da Madeira, nomeadamente a partilha de um único navio, o CHRISTINA I, pela Portline e Box Lines.
Crises e depressões económicas à parte, foi bom ver o FUNCHALENSE 5 a navegar no Tejo, testemunhando o empenho do Grupo Sousa nos transportes marítimos, com diversos investimentos importantes concretizados o ano passado na expansão do negócio marítimo, pois além da compra deste navio foi também comprada a companhia Box Lines à Sonae.
Fotografias do FUNCHALENSE 5 a atracar em Lisboa pela primeira vez, junto ao Beato, às 7H00 da manhã de Sábado último. Pena que o navio tenha largado à noite, pois saiu com mais carga e se o tivesse feito ao fim da tarde teria havido possibilidade de fazer melhores imagens.
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Friday, July 16, 2010
GRUPO SOUSA reforça Navegação e Transporte Marítimo
A imprensa acaba de divulgar que a companhia de transportes marítimos Box Lines vai ser vendida pelo Grupo SONAE ao Grupo Sousa, do Funchal.
Trata-se da confirmação de rumores que já circulavam no sector há algum tempo e trata-se de uma opção estratégica muito válida por parte do Grupo Sousa, que detém diversas empresas de transporte marítimo e logística, com destaque para a Empresa de Navegação Madeirense - a mais antiga em Portugal, a operar desde 1907 - e a Porto Santo Line, concessionária do serviço público regular ligando a Madeira e o Porto Santo, com o paquete Ro-Ro LOBO MARINHO. Para além de representar uma importante diversificação e crescimento da actividade, a compra da Box Lines pelo Dr. Luís Miguel Sousa, fundador e principal accionista do Grupo Sousa, representa a melhor defesa para os interesses actuais do Grupo, nomeadamente a Empresa de Navegação Madeirense, e garante continuidade de estabilidade na carreira Continente - Madeira, evitando possíveis aventuras de outros operadores. Paralelamente o Grupo Sousa ganha uma expansão importante com o regresso ao mercado dos Açores, onde foi pioneiro em 1927 com o seu navio-motor FUNCHALENSE - o primeiro navio de carga Diesel a servir os Açores.
Este negócio é muito positivo para as partes envolvidas bem como para os mercados servidos pela Box Lines. O Grupo SONAE vai alienar um activo que manifestamente não faz parte da sua primeira linha de negócios. O Grupo SOUSA consolida a sua posição nos transportes marítimos para a Madeira voltando a deter uma fatia de mercado compatível com a sua posição de único armador madeirense, e mais antigo armador da marinha mercante portuguesa, actividade em que está presente desde 1907.
Os Açores não terão nada a recear, antes a ganhar com a mudança, pois creio que o Grupo Sousa irá imprimir um maior dinamismo à Box Lines e logo que possível, melhorará a frota, não me admirando nada que com tempo vá substituir os actuais navios alemães afretados (com padrões de qualidade inferiores aos portugueses como se viu quando do acidente e encalhe do porta-contentores SÃO GABRIEL o ano passado) por unidades próprias. Parabéns, ficam todos a ganhar, precisamos é de muito dinamismo no sector dos transportes marítimos portugueses.
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