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Thursday, October 23, 2008

CORVO NA DOCA "OESTE DE SANTOS"


Porta contentores CORVO atracado ao cais norte da Ponta da Rocha a 22-10-2008 durante a actual estadia em Lisboa.
O prolongamento do cais da Rocha para nascente, na década de 1920 veio criar a chamada Ponta da Rocha, que na época se chamava Doca Oeste de Santos.
Como a Doca Leste de Santos, que se devia projectar do Terreiro do Paço até Santos nunca passou das intenções, a designação perdeu-se com o tempo...
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Friday, June 27, 2008

CORVO EM PONTA DELGADA




Sequência de imagens da "aterragem" do CORVO a Ponta Delgada na manhã de 13 de Maio de 2008.
Um dia movimentado no porto principal de São Miguel, com navios fora do porto a aguardar entrada...
The Portuguese container ship CORVO arriving in Ponta Delgada, Azores on 13th May 2008 in a very busy morning with ships waiting outside the harbour...
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Saturday, August 18, 2007

M.S. CORVO leaving Lisbon 2007-08-17



The new Portuguese container ship CORVO introduced last July by Mutualista Açoreana in their regular Portugal - Azores weekly express cargo service. This ship was delivered on 18 July by Estaleiros Navais de Viana do Castelo (Yard Nº 210).
The photographs were taken on 17 August and the CORVO was crossing the Tagus Bar at the start of her third voyage.
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Monday, August 06, 2007

N/M CORVO (V) em Lisboa 3-08-2007




Para terminar o "ciclo" CORVO, umas fotografias da sua primeira largada de Lisboa na passada Sexta-feira, 3 de Agosto de 2007, no começo da segunda viagem...
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Thursday, August 02, 2007

VIAGEM INAUGURAL DO CORVO

O novo porta-contentores CORVO completou em Lisboa no dia 31 de Julho último a sua viagem inaugural na carreira dos Açores.
Construído nos estaleiros de Viana do Castelo, onde foi entregue à Mutualista Açoreana a 18 de Julho, o CORVO deixou aquele porto ao amanhecer de 20 de Julho rumo a Leixões, onde carregou no dia 21 para os Açores, largando com destino a Ponta Delgada na madrugada de 22.
O navio entrou em Ponta Delgada, seu porto de registo, pela primeira vez a 24 de Julho pela manhã, largando à noite para a Praia da Vitória (25-07), Horta (26/27-07) e Cais do Pico (27-07), regressando a Ponta Delgada a 28 de Julho de manhã para uma estadia à carga de 24 horas.
Pelas 8h00 de 29-07 o CORVO largou de Ponta Delgada rumo a Lisboa, onde entrou pela primeira vez a 31-07 pelas 8h30.
No decorrer da viagem inaugural o navio foi apresentado pela Mutualista Açoreana aos seus muitos clientes e amigos, em sessões que decorreram em Ponta Delgada, Angra do Heroísmo, Horta e Pico, coincidindo com a presença do CORVO nos respectivos portos e a pairar ao largo da Silveira, na ilha Terceira, em viagem da Praia da Vitória para a Horta, na tarde de 25 de Julho, enquanto decorria uma recepção no hotel Terceira Mar.
Nos discursos que proferiu durante as cerimónias de apresentação, o Presidente do Conselho de Administração da Mutualista Açoreana, Eng.Joaquim Bensaude referiu que o CORVO "é o quinto navio da empresa com este nome", salientando as caracteristícas principais da nova unidade e o facto de a empresa ter optado pela sua construção em Portugal, num investimento de 20 milhões de euros, "um acto de confiança, coragem e determinação" justificado pela preferência, amizade e confiança dos amigos e carregadores da Mutualista Açoreana, tendo acrescentado que "o transporte marítimo de mercadorias entre o Continente e a Região" (dos Açores) "tem melhorado substancialmente e acreditamos que os Açores nunca estiveram tão regularmente bem servidos", tendo chamado a atenção para o facto "de ao transporte marítimo de mercadorias não ser dado nem reconhecido o seu verdadeiro valor e contributo para a melhoria da qualidade de vida."
Tivemos o privilégio de acompanhar o novo CORVO na sua primeira passagem pelos Açores, manifestando aqui a nossa satisfação pelo sucesso do navio e endereçando felicidades ao CORVO (V), seu armador, tripulação e construtor, com votos de muitos anos de útil operação.
Fotografias: de cima para baixo, o CORVO embandeirado na viagem inaugural aos Açores; primeira entrada do CORVO em Ponta Delgada dia 24 de julho; o Presidente da Mutualista Açoreana, Eng. Joaquim Bensaude, usando da palavra ao apresentar o navio na ilha Terceira dia 25 de julho; o CORVO a manobrar pela primeira vez na Praia da Vitória; o porta-contentores CORVO atracado na Horta com o Pico descoberto em pano de fundo; o CORVO a sair de Ponta Delgada rumo a Lisboa dia 29 de Julho
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A PRIMEIRA TRIPULAÇÃO DO CORVO

O elemento humano é parte integrante e fundamental de um navio e nessa perspectiva deixamos aqui diversas imagens da primeira tripulação do CORVO, desejando ao Sr. Cte. Rebelo e a toda a tripulação do navio, felicidades e que cheguem sempre a bom porto.
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Thursday, July 19, 2007

CORVO ENTREGUE EM VIANA

Dois aspectos da cerimónia de entrega do novo CORVO, em Viana do Castelo dia 18 de Julho de 2007

O novo porta-contentores português CORVO foi entregue pelos Estaleiros Navais de Viana do Castelo à Mutualista Açoreana de Transportes Marítimos, S.A., de Ponta Delgada, Açores, em Viana, a 18 de Julho de 2007, pelas 13h00.
O CORVO destina-se à carreira Lisboa - Leixões - Açores e vai deixar o estaleiro amanhã de manhã, 20-07 rumo a Leixões, onde vai carregar dando início à actividade comercial. Está prevista a largada de Leixões na viagem inaugural na tarde de 21 de Julho de 2007 com destino aos Açores.
A chegada a Ponta Delgada será dia 24-07 pelas 08h00. Nesse mesmodia pelas 17h00 o CORVO será apresentado em São Miguel. O navio faz de seguida escalas nos portos seguintes: Praia da Vitória a 25-07, Horta a 26-07 e Cais do Pico a 27-07.
Nestes portos o CORVO será também apresentado oficialmente aos clientes e amigos da Mutualista Açoreana.
A primeira escala do CORVO em Lisboa está prevista para os dias 31 de Julho a 3 de Agosto próximo.
Com 121 metros de comprimento, 9.000 toneladas de porte bruto, capacidade para 600 contentores de 20 pés e 17 nós de velocidade, o CORVO está registado em Ponta Delgada e custou cerca de 20 milhões de euros.
Estão de parabéns a Mutualista Açoreana, a Marinha de Comércio Portuguesa, os Estaleiros Navais de Viana do Castelo e muito em especial o armador Sr. Engenheiro Joaquim Bensaude grande "culpado" por o navio ter sido construído em Portugal, apesar do actual desinteresse notório do Governo de Lisboa no que toca aos assuntos da Marinha de Comércio.
Last but not the least, não deixem de ver mais fotografias, informação e comentários acerca do CORVO aqui...
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O NOVO CORVO EM IMAGENS














Aspectos do novo CORVO, ontem dia 18 de Julho de 2007, atracado ao cais de aprestamento dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo, por ocasião da entrega do navio à Mutualista Açoreana.
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Friday, June 22, 2007

CORVO EM PROVAS DE MAR



O novo porta-contentores CORVO, quinto do nome a integrar a frota do armador Mutalista Açoreana de Transportes Marítimos, S.A., de Ponta Delgada e construção nº 210 dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo, já navega.
O navio deixou ontem, 21 de Junho de 2007, o cais de aprestamento em Viana e saiu a barra do rio Lima pela primeira vez, para dar início às provas de mar contratuais, tendo tudo decorrido bem. Nas provas de velocidade efectuadas ao largo de Viana do Castelo, o CORVO obteve , com 80% da potência 16.55 nós e com a potência elevada a 100%, 17.10 nós.
O CORVO regressou hoje 22-06, pelas 07h30 ao estaleiro, para continuar os trabalhos de aprestamento.











A entrega ao armador está prevista para o próximo mês de Julho, por forma a que possa sair de Lisboa na viagem inaugural aos Açores no dia 20-07-2007.


Por privilégio especial tenho acompanhado a construção do navio em Viana, desde a pré-fabricação dos muitos componentes em aço, passando pela sua colocação na doca de construção, baptismo e benção, ocorrido dia 18 de Maio, e agora as provas de mar.


Ontem vivi um conjunto de sensações gratificantes: o arranque da máquina principal ao amanhecer, qual coração a ganhar vida, a saída do cais do estaleiro e a manobra de largada, enfim o CORVO a passar a barra do Lima pela primeira vez e a registar os primeiros balanços.


Desejamos muitos parabéns e felicidades a todas as entidades e indivíduos envolvidos na construção do novo CORVO, desde o Armador e o Estaleiro, à equipa técnica da Mutualista Açoreana e a todas as pessoas de boa vontade envolvidas, sem esquecer a jovem Madrinha, Drª. Tatiana Bensaude, que desde 18 de Maio último tem o que se pode chamar um afilhado de peso.


Que lindo ia o CORVO ontem quando se fez ao mar... Aqui deixo algumas das 90 imagens que registei.
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CORVO SEA TRIALS



The new Portuguese container ship CORVO left her builder fitting out berth yesterday 21 June 2007 to start the sea trials.
On speed trials off the coast of Viana do Castelo, the CORVO attained a speed of 17,10 knots at full power.
The CORVO has been built by VIANAYARD - Estaleiros Navais de Viana do Castelo, at Viana do Castelo, Portugal (Yard BO. 210) to the order of Mutualista Açoreana de Transportes Marítimos, of Ponta Delgada, Azores, a Bensaude Group company established in 1920 and now the oldest of the shipping companies operating to the Azores.
The CORVO is schedulled to be delivered in July 2007 in order to start her maiden voyage from Lisbon to the Azores on 20 July 2007.
CORVO main particulars: IMO nº 9164548; length overall 119.8 m; Breadth extreme 20.0 m; Gross Tonnage: 7.067 GT; Deadweight 9.000 dwt; Displacement full load 12.772 tons; cargo capacity: 620 TEUs (410 TEUs 14 tons), Cranes: 2 TTL KL 45 tons at 29 m; Main engine: 1 CAT-MAK engine, 6.000 kw / 500 rpm. Service speed: 16 knots. The CORVO will be registered under the Portuguese flag at Ponta Delgada, St. Michaels, Azores. She was purpose built to operate between Lisbon, Leixões and the Azores ports (Ponta Delgada, Praia da Vitória, Horta, Velas and São Roque do Pico) a round voyage taking about 12 days.
Photos: The CORVO leaving her fitting out berth 21 June 2007 to start sea trial
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Monday, May 21, 2007

CORVO BAPTIZADO EM VIANA



O dia 18 de Maio último foi de festa nos Estaleiros Navais de Viana do Castelo, com a cerimónia de baptismo do porta-contentores celular CORVO, destinado ao armador Mutualista Açoreana de Transportes Marítimos e à linha regular Continente - Açores.
Muitos convidados ligados aos transportes marítimos e ao mar, para além de uma representação significativa da Família Bensaude, cujo grupo empresarial é proprietário da Mutualista Açoreana, dando continuidade a uma tradição de armadores de navios portugueses desde o século XIX, com destaque para as antigas empresas INSULANA e PARCERIA GERAL DE PESCARIAS.
Na ocasião o Presidente do Conselho de Administração da Mutualista Açoreana, Eng. Joaquim Bensaude elogiou a indústria naval portuguesa e os Estaleiros Navais de Viana do Castelo "cujo prestígio ultrapassou há muito a nossa terra". No seu oportuno discurso, o Eng. Bensaude reafirmou a vontade de a sua empresa continuar a singrar nas rotas do mar português: "Este CORVO, será o 5º navio com este nome, propriedade da Mutualista Açoreana, evocando a mais pequena, mais isolada e menos habitada ilha da Região Autónoma dos Açores.
Hoje poderá ser um símbolo - o da confiança dos nossos Clientes e o de querermos continuar de forma moderna, com qualidade e inovação, a participar nesta actividade tradicional, que é o Transporte Marítimo de Mercadorias, que outrora, em vários períodos da nossa História, foi determinante para o abastecimento do País e por ventura da Europa, tendo sido igualmente uma fonte de oportunidades para o desenvolvimento económico, sócio-profissional e humano de muitos Portugueses e vital para o abastecimento regular à Região Autónoma dos Açores."
No seu discurso o Presidente da Mutualista Açoreana considerou incontornável o relançamento das actividades marítimas em Portugal: "Portugal está hoje integrado, para além do aspecto geográfico, no grande espaço que é a União Europeia. Nós somos dos que pensam que há que ter coragem e perspectivar também a longo prazo, dado que, eventualmente a oportunidade / necessidade da Europa - e naturalmente Portugal - ter que se voltar novamente para este vasto palco que é o Mar, é incontornável, pois para além do desenvolvimento concreto e prático das chamadas Autoestradas Marítimas Europeias, por saturação das vias rodoviárias, muito mais evidente para além dos Pirinéus (mas que também afectará o nosso comércio externo), há as incertezas das fronteiras europeias de leste e ameaças ao Sul. A nós empresários, gestores, de empresas privadas e da "coisa pública", trabalhadores, responsáveis pelo ensino, académicos dos sectores correlacionados com a actividade marítima, logística e portuária cabe a grande responsabilidade, no provar e conseguir influenciar a sociedade em geral, para que o interesse pelo MAR não fique apenas pelo Turismo. A procura constante por fazer bem feito, com profissionalismo, competência utilizando modernos meios tecnológicos, procurando inovar, tendo a possibilidade de utilizar os mais modernos métodos de gestão, organização, produção, desenvolvendo competências próprias e , na busca de uma razoável competitividade é uma atitude fundamental. Ao fazer esta reflexão, estou consciente que muito pouco ou quase nada mudará se o Estado naturalmente não assumir o dever de ser o nosso maior aliado. (...) Temos vontade de continuar a contribuir para a manutenção, modernização e prestígio do transporte marítimo de pavilhão Nacional. Queremos continuar a criar empregos, proporcionar formação complementar e perspectivar carreiras profissionais, no mar e em terra, para os jovens que abracem a vida marítima. (...) Este é um ano que todos esperamos também seja marcante, para os sectores relacionados com as actividades marítimas, em Portugal.
Portugal assume a Presidência da União Europeia no próximo mês de Julho. A nova Política Marítima Europeia deverá ser ratificada internamente, depois da auscultação pública e das reflexões estratégicas; aguardamos pela definição e implementação das novas políticas e de ver consagrados, com justiça, no orçamento do Estado os precários apoios aos Armadores."
O Blogue dos Navios e do Mar regista com gosto este dia feliz na história da Mutualista Açoreana, da Marinha de Comércio Portuguesa e dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo. Pela negativa registe-se a ausência muito notada de quaisquer membros do Governo na cerimónia, apesar de expressamente convidados.

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