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Wednesday, December 18, 2013

N/M LOBITO e os ENVC

A construção nos Estaleiros Navais de Viana do Castelo do n/m LOBITO, de 9.500 TDW., para a Companhia Colonial de Navegação, em 1957-1959, foi um marco importante na história da indústria naval portuguesa e dos estaleiros de Viana, de que foi a construção nº. 42. Testemunhando essa importância, reproduz-se aqui o folheto produzido para a inauguração do navio. Uma delícia em termos de design e comunicação, um folheto simples, com textos bem escritos e boa imagem para a época.
Ver a história do navio aqui...












Texto e imagens /Text and images copyright L.M.Correia. Favor não piratear. Respeite o meu trabalho / No piracy, please. For other posts and images, check our archive at the right column of the main page. Click on the photos to see them enlarged. Thanks for your visit and comments. Luís Miguel Correia

Friday, February 15, 2013

A Doca cheia de navios...

Era assim que eu gostava de ver a Doca de Alcântara: cheia de navios a sério, em plena actividade comercial. Esta fotografia que podemos datar como tendo sido tirada por volta de 1962 - seguramente entre 1962 e 1965 - apresenta a doca vista a partir do cais norte, tirada de cima de uma grua. 
Em primeiro plano vê-se o castelo da proa de um dos paquetes mistos da Sociedade Geral (ALFREDO DA SILVA, MANUEL ALFREDO ou RITA MARIA, que o ANA MAFALDA nunca teve castelo à proa), tendo pela sua proa um cargueiro da companhia alemã OPDR e logo a seguir um dos paquetes da Colonial, o PÁTRIA ou o seu irmão IMPÉRIO. 
Em reparação junto à ponte giratória está atracado um dos navios-tanques da classe ALVELOS da SOPONATA enquanto no cais sul se podem observar atracados de braço dado dois cargueiros da Companhia Colonial, o LOBITO e o LUGELA, distinguindo-se à popa destes o MADEIRENSE de 1962 e por fora da doca, atracado ao cais da Rocha, o paquete italiano SATURNIA, que fazia a carreira Mediterrâneo - Nova Iorque, com escala em Lisboa e nos Açores.
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Wednesday, February 22, 2012

Recordando os cargueiros de Viana para a Colonial

Dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo saíram, ao longo de décadas muitos navios destinados a armadores portugueses que prestaram muitos e bons serviços ao País.
Vivia-se uma época em que havia consciência da importância dos transportes marítimos para a economia nacional e procurou-se sempre ao mesmo tempo apoiar e desenvolver os estaleiros nacionais.
Assim, embora Viana tenha nascido principalmente para construir navios de pesca, cedo começou a diversificar essa primeira vocação, tendo em 1953 construído um primeiro navio de carga, o FUNCHALENSE (II), para a Empresa de Navegação Madeirense.
Os três navios de carga construídos para a Companhia Colonial de Navegação que referimos neste artigo publicado em 1994 na Revista de Marinha foram dos mais interessantes que até à altura se construíram em Viana, sendo de referir que o PORTO e o MALANGE tinham as dimensões máximas possíveis associadas à doca de construção do estaleiro. Chegou a ser considerada a construção de um gémeo do MALANGE, que se deveria chamar PUNGUE, mas depois, com a compra dos navios BAILUNDO e BERNARDINO CORRÊA construídos na Polónia, não se chegou a fazer a encomenda a Viana. O PUNGUE seria muito semelhante ao MALANGE, com a diferença de os paus de carga serem substituídos por gruas.
Faça "click" sobre as imagens para as ampliar e ter melhor leitura dos textos.

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