Tuesday, May 03, 2016

Royal Mail Lines´A class liner


Great picture by Kenneth Shoesmith of one of the A-class Royal Mail passenger liners at sea contrasting to the beauty of a sailing ship at speed.

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Rebocador SVITZER LEIXÕES


Rebocador SVITZER LEIXÕES fotografado no Tejo na manhã de 16 de Abril de 2016 frente a Lisboa.

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Estação Marítima de Santa Apolónia


Desde que o navio de cruzeiros atraca ao cais até que larga amarras rumo ao porto seguinte, empresta o seu mundo que se funde por algumas horas com a cidade e o porto. Na imagem, pormenor do WIND STAR visto da Estação Marítima de Santa Apolónia.

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Sunday, May 01, 2016

Cais sem navios


Os cais de Lisboa voltam a estar tendencialmente vazios de navios mercê do reacender de conflitos laborais que de há muito caracterizam a vida do Porto de Lisboa e que muito mal têm feito ao conjunto das actividades marítima associadas ao principal porto do Tejo. Independentemente das questões em aberto, ou do facto de saber quem tem razão ou se todos terão as suas razões, a sensação é a de que se continuam a dar tiros nos pés e nessa perspectiva perdemos todos, mais pobres a cada dia. Imagem do cais de Alcântara - Rocha na manhã de 29 de Abril.

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SEADREAM I na Navalrocha


O navio de cruzeiros SEADREAM I encontra-se em reparação em Lisboa desde 21 de Abril, conforme fotografias registadas na manhã de 29 de Abril, com o navio na doca 1 do estaleiro da APL, gerido pela Navalrocha. O SEADREAM I, antigo SEA GODESS I vai permanecer em Lisboa até 7 de Maio.


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Wednesday, April 27, 2016

ALEMÃO AMARELO

O último alemão da Transtejo, o cacilheiro S. PAULUS lá continua com as suas navegações turísticas diárias pelo Tejo, agora pintado de amarelo, sempre bonito e apetecível.
O S. PAULUS efectua cruzeiros sucessivos a partir das 11h00, até às 19H30, com saída do Terreiro do Paço, todos os dias, desde 19 de Março até 31 de Outubro.
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N/M MIKHAIL LERMONTOV


Quinto e último navio da classe IVAN FRANKO, o paquete soviético MIKHAIL LERMONTOV entrou ao serviço da Baltic Steamship Company em 1972, tendo visitado muitas vezes Lisboa e o Funchal. Foi o primeiro a desaparecer, por naufrágio na Nova Zelândia em 1986, tendo-se afundado na posição 41.03.30S/174.12.30E a 16.2.86 por erro de navegação. 

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DE VIANA PARA O MUNDO

Dos cerca de 200 navios construídos nos Estaleiros Navais de Viana do Castelo a partir de 1948 - o primeiro foi o bacalhoeiro SENHORA DOS MAREANTES (1948-1993) - muitos ainda navegam justificando o que um dia gostaria fosse título de um livro meu DE VIANA PARA O MUNDO: um livro com as características e a história de todas as unidades construídas pelos ENVC até ao NRP FIGUEIRA DA FOZ, que foi a última construção daquele estaleiro que ao longo de 70 anos se afirmou como o melhor e mais diversificado estaleiro português de construção naval da era moderna.
Um desses filhos pródigos de Viana do Castelo esteve em Lisboa o passado dia 20 de Abril de 2016, o navio-químico de bandeira inglesa STOLT OSPREY (IMO 9147461 - 3726 GT, 5846 DWT) que é a construção n.º 194 dos ENVC. 
Sétimo de uma série de 8 químicos construídos em 1996/1998 em Viana do Castelo para interesses alemães, com o nome original MULTITANK BALEARIA (1998-2005), chamou-se BOW BALEARIA (2005-2015) antes de adoptar a designação actual em 2015. Os seus irmãos foram as construções 184 - MULTITANK BRITANNIA, 185 - MULTITANK BAHIA, 186 - BRASILIA, 192 - MULTITANK BOLOGNIA, 193 - MULTITANK BADEGNIA    e 195 MULTITANK BATAVIA. 
O MULTITANK BALEARIA tem 99.9 m de cff, 16,5 m de boca e teve o primeiro bloco assente na doca a 15 de Maio de 1997, foi posto a flutuar na doca (lançamento) a 22 de Novembro do mesmo ano e entregue ao armador a 23 de Março de 1998. 

As fotografias mostram o actual STOLT OSPREY ex-MULTITANK BALEARIA, a entrar em Lisboa carregado de produtos químicos, escoltado por uma lancha da Polícia Marítima, não em homenagem a um dos muitos "navios que Viana construiu para o mundo", mas por transportar uma carga considerada perigosa. 
Votos de vida longa à construção 194 e desejos de que o sucessor dos ENVC, agora a dar os primeiros passos na construção naval, um dia possa apresentar resultados de produção semelhantes, e recuperar a aceitação e o prestígio que os Estaleiros Navais de Viana do Castelo em tempos proporcionaram à Indústria Naval nacional.
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Wednesday, April 13, 2016

ITALIA da Home Lines

O panorama da navegação de passageiros de longo curso após o termos da Segunda Guerra Mundial apresentou muitas mudanças face a 1939, com destaque para a frota de navios de passageiros alemães, que de grande rival das frotas inglesa e francesa, praticamente deixou de existir. Os paquetes alemães demoraram a ressurgir e esse regresso foi muito limitado, mas a companhia Home Lines viu no tráfego Alemanha - Estados Unidos uma boa oportunidade, passando a assegurar a linha Hamburgo - Nova Iorque, com o paquete ITALIA, antigo KUNGSHOLM de 1928, que navegava com bandeira do Panamá, tripulação alemã e era agenciado pela companhia Hapag. Ao ITALIA juntou-se depois o HOMERIC e em 1963 chegou a ser encomendado um novo paquete para esta carreira, o OCEANIC, que devia substituir o ITALIA, mas acabou por ser concluído como navio destinado exclusivamente a cruzeiros em 1965 e teve o maior êxito nas suas operações a partir de Nova Iorque.
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Monday, April 11, 2016

Conversas Informais no Museu de Marinha

No próximo Sábado, dia 16 de Abril, pelas 11 horas, efectua-se mais uma conversa informal organizada pelo GAMMA -Grupo de Amigos do Museu de Marinha. O tema, que será apresentado pelo Dr. Aires Gonçalves, é A Presença Portuguesa no Mundo.
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Thursday, April 07, 2016

Congresso A GUERRA NO MAR em Cascais


Vai decorrer amanhã e depois em Cascais o Congresso Internacional A GUERRA NO MAR. Informações e incrições aqui
Em paralelo decorrerão, se o tempo o permitir, visitas à corveta NRP JACINTO CÂNDIDO, da Marinha Portuguesa, que estará fundeada em Cascais.

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ADMIRAL VLADIMIRSKIY - retrato oficial

Após ter publicado as fotografias da reportagem que fiz a 5 de Abril da largada de Lisboa do navio oceanográfico russo ADMIRAL VLADIMIRSKIY, resolvi adicionar esta imagem - a fotografia oficial do navio, e fazer alguns comentários acerca da estética no âmbito da construção naval. 
Diversos amigos e leitores desta página e da página associada no facebook, comentaram ser o ADMIRAL VLADIMIRSKIY um navio bonito, opiniões com alguma carga nostálgica e tão relativas como afinal tantas posições sobre tudo e mais alguma coisa que nesta era de comunicação imediata se emitem. 
- O que é que afinal torna um navio "bonito"? 
- Os navios são concebidos como peças de arte com conceitos de beleza assumidos por si?
Pessoalmente, as imagens que registei do ADMIRAL VLADIMIRSKIY em Lisboa proporcionaram um exercício de nostalgia, na medida em que, após ter começado a fotografar os navios e a actividade portuária numa perspectiva regular em Fevereiro de 1975, assisti ao início da presença de navios da então URSS em Lisboa, com a chegada do SHOTA RUSTAVELI ao cais da Rocha num Domingo (23 de Março de 1975) e logo a seguir, dos paquetes LATVIYA (cais de Alcântara, 1 de Abril de 1975) e IVAN FRANKO (cais da Rocha a 21 de Abril de 1975). 
Ao ver o ADMIRAL VLADIMIRSKIY atracado na Rocha, veio de imediato à lembrança a recordação de outros tempos com a presença frequente dos navios de passageiros da URSS, e até me pareceu ver outra vez o MIKHAIL KALININ, apesar deste ser bem mais pequeno que o ADMIRAL VLADIMIRSKIY. Mas era o mesmo estilo. 
A URSS construiu ao longo do século XX uma enorme frota de navios, militares, mercantes e de pesca, de que o ADMIRAL VLADIMIRSKIY agora com 41 anos, é ainda um vestígio vivo, apesar de ser o único sobrevivente dos seis gémeos originais construídos na Polónia entre 1974 e 1979. Eram navios bonitos, com equilíbrio de linhas de onde sobressaía o que se pode chamar uma elegância utilitária, com nítida influência da arquitectura naval italiana, mas sem a perfeição obtida pelos nossos parceiros mediterrânicos.
O que é que torna afinal os navios bonitos? Não há uma resposta absoluta, pois trata-se de uma apreciação subjectiva, quanto a mim direi que pelo aspecto e dimensões quase todos os navios impressionam positivamente, ao atraírem facilmente a atenção dos observadores, não fossem dos maiores objectos móveis construídos pelo homem. Claro que depois há os pormenores que podem marcar a diferença, mas a raiz do conceito de beleza acaba mais por estar associada ao tempo e à estética particular da época em que o próprio observador iniciou o seu exercício. No meu caso foi o início dos anos sessenta do século passado, daí a minha especial predilecção por navios como o FUNCHAL ou o LEONARDO DA VINCI, por exemplo, ao passo que para um grande Amigo já desaparecido, os navios mais bonitos eram os do primeiro quartel do século XX, em especial os britânicos saídos dos estaleiros Harland & Wolff - navios de facto lindíssimos - cujo último "exemplar" significativo foi o CANBERRA (1961-1997).
Mas na realidade há navios lindíssimos em todas as épocas, incluindo a actual, em que se estão a construir e projectar novas gerações de navios cada vez mais funcionais e amigos do ambiente. E os actuais gigantes não deixam de ser navios fantásticos, em especial de um ponto de vista do utilizador. Os navios de cruzeiros novos, por exemplo, muitas vezes apresentam uma escala difícil, mas o que oferecem aos passageiros é tão variado e original que o conceito de beleza acaba por assumir novas leituras. Fazem-se navios para serem bonitos? Sim e não. Adicionar elementos puramente estéticos à composição arquitectónica dos navios actuais custa muito dinheiro e cada vez mais esses exercícios são limitados a uma associação à "marca" da empresa armadora, como a chaminé ou as recentes decorações dos cascos, afinal seguindo as mesmas linhas que levavam noutras épocas os armadores a embelezarem as suas unidades com figuras de proa artísticas ou chaminés falsas suplementares. Enfim, mudam-se os tempos, mudam-se os olhares e as sensibilidades, mas a "verdade" é que não há navio mais bonito que o ainda nosso FUNCHAL. Do meu ponto de vista, claro, sei pelo menos de quem prefira a SAGRES, e por aí fora...
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Wednesday, April 06, 2016

CREOULA rumo a Sesimbra

Tudo indica que o CREOULA concluiu mais uma hibernação de Inverno, pois esta tarde deixou a Base Naval de Lisboa e fez-se ao mar, tendo fundeado em Sesimbra ao anoitecer. Registámos este regresso do CREOULA ao Atlântico, comprovando a beleza intemporal do navio e o seu magnífico aspecto habitual.
Fotografias registadas por Luís Miguel Correia a 6 de Abril de 2016.

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NRP ARGUS a sair para o mar

Lancha de fiscalização das pescas NRP ARGUS (P1150) fotografada a sair a barra do Tejo na tarde de 6 de Abril de 2016.
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ADMIRAL VLADIMIRSKIY em Lisboa

Visitou Lisboa pela primeira vez de 3 a 5 de Abril, o navio oceanográfico da marinha da Russia ADMIRAL VLADIMIESKIY, que esteve atracado ao cais da Estação Marítima da Rocha no final de um longo cruzeiro científico de 30 000 milhas à Antártida, o primeiro promovido pela marinha russa nos últimos 30 anos.
O ADMIRAL VLADIMIRSKIY deixou a sua base de Kronstdt a 6 de Novembro de 2015 e chegou a Lisboa procedente de Luanda no final da expedição. 
Ver as características do navio aqui
Trata-se de um belo navio, já com 41 anos, mas que foi modernizado recentemente em São Petersburgo em preparação para esta missão. 
Atracado ao cais da Rocha o ADMIRAL VLADIMIRSKIY parecia um dos antigos paquetes soviéticos da classe MIKHAIL KALININ que tantas vezes visitaram Lisboa a partir de 1975... 
As fotografias que apresentamos foram registadas por Luís Miguel Correia a 5 de Abril de 2016.










 


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Russian research ship ADMIRAL VLADIMIRSKIY


The Russian Navy's Oceanographic Research ship ADMIRAL VLADIMIRSKIY visited Lisbon on 3 to 5 April 2016, on the return voyage of her recent cruise to Antarctida, the first such venture in thirty years by a Russian naval ship, so the press says. The photographs were taken off the Portuguese Atlantic coast, after the ship sailed from Lisbon back to Kronstadt, her home port.

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Um gigante no Tejo: PIERRE GUILLAUMAT


O maior navio até então construído, o navio-tanque francês PIERRE GUILLAUMAT, saído dos estaleiros de St. Nazaire em 1977, que veio a Lisboa docar na Doca Alfredo da Silva, na Lisnave Margueira. Este gigante, que aqui contrasta com o cacilheiro RIO ALMANSOR pertencia a uma classe de 6 unidades e teve vida curta, acabou desmantelado na Coreia do Sul em Outubro de 1983. Ver características e história aqui. Com 414,33 m de comprimento ff e 555,051 grt, este navio tinha dimensões impressionantes mesmo. Foto enviada por Nuno Bartolomeu a quem agradecemos a colaboração. E já agora vejam a história do nosso "David" aqui...

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Tuesday, April 05, 2016

Furness Bermuda Cruises

A companhia de navegação inglesa Furness Whithy operou uma carreira regular entre Nova Iorque e as Bermudas de 1919 a 1968, tendo para o efeito mandado construir diversos navios de passageiros importantes, o último dos quais foi o OCEAN MONARCH (1951-1967, 13 654 grt, 414 passageiros), representado neste cartaz. 
Os navios saiam ao sábado de Nova Iorque e chegavam a Hamilton à segunda-feira, onde permaneciam durante três dias, regressando a Nova Iorque no sábado seguinte. Os  dois últimos paquetes foram retirados do serviço em 1966, quando o QUEEN OF BERMUDA foi vendido para sucata, enquanto o OCEAN MONARCH foi comprado em 1967 pela Bulgária, passando a chamar-se VARNA, tendo visitado Lisboa com esse nome. 
Na década de 1930 as viagens dos paquetes da Furness eram conhecidas como as viagens dos milionários, mas depois da segunda guerra mundial o serviço passou a ser conhecido por viagens das luas de mel. O ambiente a bordo era de facto sugestivo, como se depreende do cartaz...
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