Sunday, March 29, 2015

Dois FUNCHAIS

Dois FUNCHAIS juntos, o de 1961 e  da Svitzer, durante a manobra de ransferência do paquete da Rocha para a Lisnave, a 20 de Março de 2015. Em termos de FUNCHAL, dois não são demais.
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CACILHAS TEJO


O Farol de Cacilhas, visto do Tejo com o seu movimento permanente de Cacilheiros, autocarros e outros veículos, apesar de tudo mais pobre desde correram com os "ferries" para Belém e a Trafaria.
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Wednesday, March 25, 2015

Gonçalves Viana em defesa do MAR


Recomendo a leitura regular do NOSSO MAR, o blogue do Eng. José Carlos Gonçalves Viana, por quem tenho a maior consideração e me parece actualmente a figura pública com um discurso mais verdadeiro em relação ao MAR, em contracorrente com as insuficiencias das comunicações presidenciais e oficiais. No seu último post, de 23 de Março, destaque para três preconceitos terríveis em Portugal; ódio ao capital, à Marinha Mercante e à Marinha de Recreio: de leitura obrigatória aqui.
Um pequeno extracto do texto mais recente:
A Marinha mercante é colonialista, logo deve ser eliminada
"...A Marinha Portuguesa entrou em declínio no início do século XIX donde só saiu após 1945 e atingindo uma dimensão que lhe conferiu figurar entre as principais no período 50-60.
No entanto a frota desenvolveu-se baseada no tráfego com as nossas colónias, obviamente protegido e portanto com fretes muito favoráveis aos armadores o que de início facilitou os elevados investimentos, mas que posteriormente provocou nos armadores alguma quebra na sua capacidade de inovação, como se verificou na ausência de aproveitamento dos navios de passageiros para cruzeiros. Só o Funchal foi transformado e isso porque o Presidente da República de então se opôs à sua alienação.
Apesar disto, em 1974 a C. Nacional de Navegação e a E. Insulana de Navegação já estavam a operar como terceira bandeira, mas o mercado internacional implicava termos condições de enquadramento desde o registo aos tribunais especializados, passando pelos sindicatos, que dificultava qualquer adaptação rápida à nova realidade.
Ainda por cima as mal denominadas nacionalizações acabaram com as empresas privadas com dimensão e desenvolveu-se o preconceito de que a nossa Marinha era cara e colonialista e podia e devia ser eliminada pois era mais barato ir ao mercado internacional quando era preciso. Esta evolução prolongou-se até ao Governo de Cavaco Silva onde se processou a destruição final, não por conceitos esquerdistas prequianos mas por novos rumos neoliberais cujos resultados estão bem à vista.
Os efeitos deste preconceito chegaram ao ponto de até influenciarem historiadores a desprezar o papel da Marinha na formação de Portugal e dos próprios descobrimentos marítimos que foram bem portugueses..."
O Eng. Gonçalves Viana foi Secretário de Estado da Marinha Mercante e das Pescas em diversos governos pós 25 de Abril e apesar de a instabilidade governativa da época não ter permitido a implementação de medidas essenciais na  altura, foi um dos poucos governantes que soube sempre o que fazer no que toca ao mar, e com experiência empresarial, pois foi administrador da Empresa Insulana, responsável pela transformação do FUNCHAL para cruzeiros em 1972 e 1973, mais tarde presidiu à SOPONATA, e, quando Secretário de Estado das Pescas deixou um legado que perdura no Navio de Treino de Mar CREOULA, que estava para ser enterrado a seco nos terrenos da Escola de Pescas de Pedrouços, como "Museu" e, por decisão acertada de Gonçalves Viana, foi recuperado para navegar como navio-escola, actividade que se mantém e que já proporcionou uma visão genuína das realidades do mar a cerca de 20 mil instruendos que ao longo destes anos embarcaram no CREOULA, de que resultaram muitas paixões pelo mar. Um caso estranho e único em Portugal, de um Governante a gostar de navios, de marinha e do mar.
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Cais mais florido de Portugal

Há dias fiz esta fotografia de pormenor do cais 2B no estaleiro da Margueira, frente a Almada e o pormenor da vegetação florida, para além do protesto natural da natureza contra o desperdício que representa o abandono de uma infraestrutura industrial como esta, fez-me recordar uma iniciativa do tempo do Estado Novo, quando a CP promovia o alindamento das estações de caminhos de ferro com o concurso da estação mais florida, o que levava a que a maior parte fosse ajardinada a primor. Que tal a Associação dos Portos de Portugal, por exemplo, lançar a iniciativa do "Cais mais Florido de Portugal"? A Margueira tem boas hipóteses de se qualificar...
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Tuesday, March 24, 2015

O Paquete ANDES e a Mala Real Inglesa

O paquete inglês ANDES foi um dos navios mais bonitos que conheci.
Parece que o estou a ver a desatracar do cais da Rocha no último cruzeiro, com o VERA CRUZ pela sua popa, em 1971.
Foi o maior navio de
passageiros a integrar a frota da Royal Mail Lines, uma companhia britânica que durante décadas, entre 1900 e 1930 foi a maior companhia de navegação do mundo, criando um grupo gigantesco que adquiriu grande número de companhias de navegação rivais e acabou por implodir em 1932 com a crise económica e na sequência da compra da White Star Line em 1927. As várias companhias foram então resgatadas e a Mala Real foi reconstituída em conjunto com a Pacific SNC de Liverpool. Posteriormente seriam ambas compradas pelo Grupo Furness, que mais tarde acabou comprado pela companhia alemã Hamburg-Süd, grande rival da Royal Mail nas carreiras regulares Europa -América do Sul.
O ANDES datava de 1939 e deveria ter comemorado os 100 anos da fundação da Mala Real, mas a guerra levou a que a viagem inaugural comercial do ANDES só tivesse acontecido em 1948, na linha da América do Sul, de Southampton até Buenos Aires, com escalas em Lisboa. A partir de 1960 o ANDES foi utilizado esclusivamente em cruzeiros e em Maio de 1971 foi vendido para desmantelamento na Bélgica. Esta brochra refere-se ao último ano de cruzeiros, 1970. De referir ainda que o ANDES, como a maior parte dos navios da Mala Real foi construído em Belfast pelo estaleiro Harland & Wolff, como as suas linhas harmoniosas faziam subentender.

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FUNCHAL na Lisnave (Margueira)

Aspecto parcial do estaleiro naval da Margueira com o paquete FUNCHAL atracado à Ponte cais 2B e a fragata NRP ÁLVARES CABRAL a navegar no canal do Alfeite. Imagem registada no dia 22 de Março de 2015.
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Monday, March 23, 2015

Swedish American Line

Swedish American Line and their handsome Dutch-built KUNGSHOLM of 1953, replaced by the new KUNGSHOLM in 1966 when she became NDL's EUROPA.
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Paquete FUNCHAL na Margueira


Aspectos do paquete FUNCHAL atracado a um dos cais do estaleiro da Margueira na tarde de 22 de Março de 2015.
Triste visão esta de negação da esperança de um desenvolvimento das actividades marítimas em Portugal.
O "Grande Estaleiro Naval do Porto de Lisboa", que foi inaugurado em 1967 com pompa e circunstância é hoje um monumento despido e cru à nossa incapacidade de realização e um atestado de boçalidade popular materializada na destruição das instalações do estaleiro por actos de vandalismo gratuitos, tudo muito triste e patético.
As antigas realizações técnicas de vanguarda deram lugar a este deserto de destruição e falta de perspectivas que são hoje a realidade do nosso País sob tutela estrangeira humilhante e colaboracionismo indígena.
O FUNCHAL, que com os seus mais de 50 anos de actividades como paquete e navio de cruzeiros, levou a nossa bandeira a todo o mundo e se tornou um símbolo de ligação ao Mar em Portugal, encontra-se imobilizado em Lisboa desde 3 de Janeiro último a aguardar novas perspectivas de futura utilização, e está atracado na Margueira desde 21 de Março de 2015. Desejamos que a imobilização seja tão breve quanto possível e que o FUNCHAL retome a sua vocação turística depressa.
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Unidades navais da Armada em exercício




Diversas unidades navais da nossa Armada encontam-se fundeadas no Tejo em frente a Lisboa, devendo largar para o mar ao amanhecer de 23 de Março, Segunda-feira, para efectuarem um exercício militar. Dois dos navios participantes no exercício naval, a fragata ÁLVARES CABRAL e o navio-abastecedor BÉRRIO foram por nós fotografados esta tarde, 22 de Março, em Lisboa, publicando-se estas imagens, todas de Luís Miguel Correia
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Saturday, March 21, 2015

Navios e cidade

Gosto desta promiscuidade visual de navios e cidade com o Porto de Lisboa a assumir uma presença constante na cromia da capital, não mudasse a paisagem fluvial com a frequência que os navios entram, saiem, mudam de cais ou simplesmente reflectem a luz do momento. Fotografia de Luís Miguel Correia mostrando a Rocha do Conde de Óbidos e o bairro de Santos, em Lisboa a 20 de Março de 2015.
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Friday, March 20, 2015

Paquete FUNCHAL no estaleiro da Margueira

O paquete FUNCHAL efectuou hoje o seu mais curto "cruzeiro" de sempre, DE LISBOA À OUTRA BANDA*, saiu do cais da Rocha pelas 12h40 de 20 de Março de 2015, atravessou o Tejo e atracou a um dos cais do estaleiro da Margueira, onde vai permanecer imobilizado até que se consiga delinear uma futura ocupação para o navio.
O FUNCHAL permaneceu atracado ao cais da Rocha desde 2 de Janeiro último, data em que desembarcou os passageiros do cruzeiro de Fim de Ano à Madeira e ao Porto Santo. Estava previsto efectuar algumas reparações por forma a iniciar a temporada de cruzeiros de 2015 no final de Abril, mas o programa foi cancelado a 12 de Fevereiro pela Portuscale Cruises que então anunciou nova politica relativa à operação do FUNCHAL: o navio deverá voltar a operar em regime de fretamento apenas.
O estaleiro da Margueira é o chamado grande estaleiro naval do Porto de Lisboa, construído na década de 1960, inaugurado em 1967 e encerrado no ano 2000, quando a Lisnave consolidou toda a sua actividade de reparação naval no estaleiro da Mitrena, em Setúbal. 
Actualmente o estaleiro da Margueira "guarda" diversos navios da Marinha Portuguesa desactivados, aos quais se juntou agora o FUNCHAL. Esteve previsto transferir o navio para a Matinha, mas uma vez que o paquete LISBOA acabou por não seguir para a Turquia, acabou-se por optar pela Margueira como local de imobilização comercial do FUNCHAL.
O FUNCHAL parado traduz um desperdício comparável ao do próprio estaleiro que passou a pertencer ao Estado Português quando deixou de ter actividade no âmbito da indústria naval.
* Título de um dos meus livros que se recomenda vivamente.
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O OCEANA e as novas cores da P&O Cruises

Não tenho escondido que não sou propriamente grande entusiasta da nova imagem escolhida para pintar os navios de cruzeiros da frota da companhia Carnival UK sob marca P&O. Lamento que mais uma companhia troque uma chaminé tradicional amarela por outro tom de azul escuro e independentemente da minha visão tradicionalista de como se deve parecer um navio, acho que o trabalho de concepção e design desenvolvido para a nova iagem está equilibrado no que toca ao novo BRITANNIA mas o mesmo não se pode dizer em relação ao OCEANA, que ontem esteve de novo em Lisboa. 
O emblema na chaminé não tem visibidade, o mesmo se podendo dizer da inscrição P&O Cruises aplicada no costado, demasiado pequena. Até parece que a nova imagem não é apreciada unanimemente na companhia e que esta aplicação ao OCEANA pretende minimizar o choque visual de quem se habituou a ver os navios da P&O Cruises com a sobriedade elegante e simpicidade dos cascos brancos, chaminés cremes e linhas de flutuação vermelhas. Nota 8 numa escala de 0 a 20.


Fotografias do OCEANA a largar do Tejo onte, dia 19 de Março de 2015.
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Barco de pesca JOANA ISABEL

Consegui finalmente fazer uma fotografia decente ao barco de pesca costeira português JOANA ISABEL, da praça de Sesimbra, a sair da Doca de Alcântara ao fim da manhã de 18 de Março de 2015. Reparem que as cores são parecidas com as do paquete atracado no estaleiro da Navalrocha. A moda dos azuis.
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Thursday, March 19, 2015

ESPLENDOR no Tejo



Barco de pesca português ESPLENDOR fotografado a 18 de Março de 2015 a entrar a Doca de Alcantara, em Lisboa. O nome não deixa de ser interessante no actual contexto do nosso sonhado regresso ao mar...
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Wednesday, March 18, 2015

MARCO POLO in Madeira




Cruise ship MARCO POLO the former ALEXANDR PUSHKIN of 1965 and one of the few remaining survivors of the once vast Soviet passenger ship fleet. Photographs by Luis Miguel Correia taken in Madeira Island (Funchal) on 31 December 2014.
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ARTANIA at Funchal December 2014

The cruise ship ARTANIA anchored off Funchal, Madeira Island, on 31 December 2014, waiting for the spectacular New Year's firework displays.


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Monday, March 16, 2015

Cais da Matinha: 27-12-2011

Aspectos da ponte-cais da Matinha, com o seu paquete-residente desde Setembro de 2010 a Junho de 2013, o FUNCHAL que provavelmente regressará à Matinha em breve, dado o cancelamento d programa de cruzeiros para 2015...


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Sunday, March 15, 2015

UNITED STATES LINES brochure

United States Lines' mail steamer AMERICA ex-AMERIKA of 1905 depicted in a brochure produced between 1921 and 1932 when this Harland & Wolff-built, 21,145 grt ship sailed for USL on the North Atlantic. She became the U.S. transport EDMUND B. ALEXANDER and served during WW2. Scrapped in 1957 at Baltimore.
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Saturday, March 14, 2015

Quem quer comprar paquetes?



Quem quer comprar navios de cruzeiros? As listas dos brokers apresentam muitos navios bem conhecidos para venda, com destaque para o paquete português FUNCHAL a par com os paquetes ISLAND ESCAPE e DEUTSCHLAND, entre outros, mas isso não quer dizer que os navios estejam de facto para venda nem que os valores mencionados sejam reais, pois muito do que se pode ler nesta área é atirado para o ar para ver se pega.  Há tempos o paquete EUROPA da Hapag-Lloyd apareceu num destes sites de brokers, por exemplo, por 160 ou 180 milhões de euros, já não me lembro bem, supostamente para venda, o que foi prontamente negado pela companhia armadora que não sabia de nada.
Dos navios referidos nesta tabela, ROYAL IRIS é o antigo EAGLE de 1971, o DELPHIN está parado na Croácia desde Setembro, o VERONICA é o antigo KUNGSHOLM / SEA PRINCESS / VICTORIA / MONA LISA. 
O PACIFIC chegou o mês passado a Alang e já está a ser desmantelado na India, já não poderá ser comprado por ninguém. Igualmente na India, imobilizado em Mormugão, está o QING, que era o ATLANTIC da Home Lines, vendido pela MSC como MELODY a interesses indianos para desenvolver uma linha de cruzeiros na India, propósito que não resultou.
Infelizmente o mercado de segunda mão para navios de passageiros com alguma idade e de pequena dimensão está extremamente anémico, para não dizer que se evaporou. Parte dos navios desta lista vai ter o mesmo destino do PACIFIC, antigo NORDIC PRINCE da Royal Caribbean, a sucata, mas espero que o nosso FUNCHAL encontre rapidamente ocupação com um qualquer contrato de fretamento, que poderá surgir a qualquer momento. A história do FUNCHAL é longa e o navio já passou por muitos momentos de incerteza, mas acabou sempre por ver assegurada a sua continuidde como navio português, de forma que hoje se tornou um símbolo da nossa ligação ao mar, apreciado neste caso por milhares de passageiros que ao longo dos anos têm viajado com agrado no Paquete FUNCHAL. 
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Paquetes da carreira do Congo

A Compagnie Maritime Belge, de Antuérpia operou durante cerca de 80 anos um serviço regular de passageiros e carga com paquetes de luxo que ligavam Antuérpia a Matadi, no rio Zaire, com escalas no Lobito. Eram os chamados Villeboats, o último dos quais seria o FABIOLAVILLE de 1972. Na sua maioria foram construídos no estaleiro Cockerill de Antuérpia, que fez para as empresas portuguesas Nacional e Colonial diversos paquetes. A grande diferença era que os navios belgas tinham classe única, que era uma primeira classe de luxo. 
Dois Villeboats acabaram por ser comprados pela Companhia Nacional de Navegação, em segunda mão, o MOÇAMBIQUE ex-BRUXELLESVILLE de 1908, comprado em 1912 para substitur o LUSITANIA, e o ANGOLA ex-ALBERTVILLE de 1912, adquirido em 1923 e no qual se chegou a estudar instalar uma segunda chaminé falsa, no período de caos em que um accionista da Nacional considerado por muitos como um aventureiro especulador na bolsa, José Augusto Cardoso Leitão, se tornou presidente da CNN no final da década de 1920. As tropelias foram tantas na época que a única forma de salvar a Nacional foi então uma intervenção do Estado que nomeou uma nova administração. 
Em 1939 a Colonial tentou comprar o ELISABETHVILLE, mas a guerra contrariou essa acção, embora no ano seguinte se tenha comprado o SERPA PINTO na Jugoslávia.
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Worldwide Cruising













Cruising all around the world on ships since 1958, I have been lucky to enjoy so many different places and oceans over the years. Here some photographs taken in the South Atlantic, cruising from Cape Horn to Port Stanley, F.I., on 25 January 2015. Not too much people on the outside decks, most of my fellow passengers did prefer the joys of Casino activity all day long, and then there were lots of sales with great souvenirs and lots of activities on the public rooms, etc... It was cold outside, but what a beatiful sea down there as seen from the decks of GOLDEN PRINCESS.
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