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Monday, March 02, 2026

Um navio de sonho: o FRANCE de 1962

Esta fotografia do paquete FRANCE simboliza toda a beleza e harmonia do maior navio de passageiros construído na década de 1960. Foi feita ao largo da ilha de Cowes  no ano de 1962, por um dos fotógrafos da família Beken, três fotógrafos de marinha de três gerações, quase tão famosos como o navio.
O FRANCE foi construído em St. Nazaire para fazer a carreira Le Havre - Southampton - Nova Iorque da Cie Génerale Transatlantique substituindo os paquetes ILE DE FRANCE e LIBERTÉ, embora a sua construção tivesse tido um significado mais profundo: o FRANCE foi um verdadeiro símbolo do renascimento da França depois da Segunda Guerra Mundial e o digno sucessor do NORMANDIE de 1935. 



























A sua curta história, de apenas 12 anos a navegar com as cores francesas, confirma que este navio absolutamente magnífico foi construído demasiado tarde , tal como os nossos paquetes INFANTE DOM HENRIQUE e PRÍNCIPE PERFEITO.
Podia acrescentar muito mais acerca do FRANCE, mas recomendo, para quem queira saber mais, a consulta, ou compra, do meu livro SS FRANCE of 1962 / SS NORWAY of 1979, feito em parceria com William H. Miller. Ver aqui...
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Wednesday, December 24, 2025

Viajar há 100 anos

Viajar acrescenta novas dimensões às vidas de cada qual. Gosto de viajar por mar. Comecei muito cedo. 
Provavelmente adquiri o fascínio pelos navios e pela vida marítima nessas primeiras viagens, nos paquetes VERA CRUZ e SANTA MARIA. 
Seguiram-se o FUNCHAL, o MADEIRENSE e o PÁTRIA, mas a partir de 1980, tenho alguma dificuldade em continuar a lista dos navios em que já viajei, de memória, sem uma cábula. 
Na primeira fase da minha vida, além destes navios, voei num hidroavião da companhia inglesa Aquila, com embarque em Cabo Ruivo (Lisboa), em 1958, e diversas vezes, nos Super Constellation dos Transportes Aéreos Portugueses (anos sessenta), ainda nos tempos em que uma viagem aérea era um luxo e um privilégio. Fazia-se toilette, o ambiente era requintado, o Aeroporto de  Lisboa era um local agradável. 
Há cerca de 100 anos, viajar por mar tinha duas facetas: o requinte e o luxo dos grandes paquetes, destacados no cartaz da French Line / Compagnie Générale Transatlantique, ou o ambiente austero, temperado pela esperança em vidas novas no Novo Mundo, sentido por milhares de emigrantes.
Hoje o mundo é cada vez mais de fazer de conta no que toca a viagens marítimas, os cruzeiros têm regresso marcado ao porto de partida, ou a qualquer outro com ligação à origem, viaja-se tanto por prazer como por aventura, e as opções são infindáveis. 
Claro que quem tiver imaginação pode sempre viajar no tempo ou pura e simplesmente sonhar.
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Wednesday, May 23, 2018

Toda a beleza imponente do FRANCE

O paquete FRANCE de 1962 surgiu na altura em que eu despertava para o mundo fascinante dos grandes (e pequenos) navios e era então a última palavra em termos de arrojo da construção naval.
Um dos maiores navios de passageiros da segunda metade do século XX, um navio de prestígio com as cores da França celebradas nas águas do Atlântico Norte, no que seria a fase final de uma época. Teve uma carreira fulgurante e curta, só navegou de 1962 a 1974, quando o Governo Francês lhe cortou o subsídio operacional.
Vi-o diversas vezes na sua forma e nome originais, a primeira das quais em Fevereiro de 1964 em Lisboa, quando da sua primeira escala, atracado ao Cais da Rocha. Um gigante feito de harmonia e bom gosto, o que hoje em muitos casos não se poderá dizer da geração actual de gigantes dos mares construídos para passageiros.
A história do FRANCE e depois a vida deste aristocrata dos mares como NORWAY está disponível no meu livro publicado na série Liner Books, e que recomendo.
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Saturday, July 01, 2017

Paquete FRANCE de 1962

Um dos mais notáveis navios de passageiros do século XX, o paquete FRANCE (1962-1974) povoou o meu imaginário de criança habituada a navios e ao ambiente portuário em Lisboa e nas Ilhas. Em 1962, quando entrou ao serviço, o FRANCE era o expoente máximo da construção naval e um símbolo do renascimento da França após a tragédia de 1940. Este cartaz, editado pela French Line / Cie Gle Transatlantique, de Paris, ainda na década de 1950, mostrava já o perfil inicial do FRANCE, então em fase de projecto, destinado a substituir os navios ILE DE FRANCE e LIBERTÉ, o que efectivamente aconteceu com enorme brilho e sucesso, ainda que de curta duração, pois a aviação conquistou tudo, no Atlântico Norte e mais tarde noutras rotas de longo curso, tornando estes navios modernos obsoletos antes do tempo e geradores de enormes prejuízos. A carreira do "Paquebot FRANCE" na linha Le Havre - New York durou 12 escassos anos e terminou de forma inglória em Setembro de 1974 com a tripulação amotinada.
Como muito boas almas por esse mundo, o FRANCE teria uma segunda oportunidade de glória, ao ser adquirido em 1979 por um armador norueguês que o transformou no navio de cruzeiros NORWAY, o primeiro gigante das Caraíbas, percursor de toda a actual geração de superpaquetes gigantes.
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Wednesday, May 03, 2017

Paquete CHAMPLAIN


Vale a pena visitarem este site dedicado ao pauete fancês CHAMPLAIN, da Compagnie Générale Transatlantique, a famosa French Line. O CHAMPLAIN esteve em Lisboa em cruzeiro antes da segunda guerra mundial, que o vitimou em Junho de 1940 em La Pallice. Ver aqui.

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Friday, July 15, 2016

Belos Navios de Sonho

Todos os navios são belos mas uns ainda mais que outros, o que, nos dias que correm, é uma situação cada vez mais rara.
Este anúncio publicitário lembra-me o FLANDRE da French Line, que veio muitas vezes a Lisboa, não só como FLANDRE, com o casco preto original e depois todo branco, quando fazia a carreira da América Central, mas como CARLA C e no final como PALLAS ATHENA com as cores originalíssimas da Epirotiki. Era um navio com linhas tipicamente francesas, um tanto antiquadas para a data de construção, 1952, contemporâneo do nosso VERA CRUZ, infinitamente mais moderno e evoluído tecnicamente.
O FLANDRE tinha um casco a lembrar os cruzadores da Marinha Francesa de antes da Segunda Guerra Mundial e uma altivez invulgar.
De facto, para mim todos os navios são belos, mas neste porto da minha aldeia uns são mais que outros. O FLANDRE era belíssimo. Publiquei uma imagem do FLANDRE em Lisboa no meu livo dedicado ao paquete FRANCE de 1962.
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Tuesday, August 25, 2015

Recordando o FRANCE e a raiva que o seu abate provocou localmente


O paquete FRANCE de 1962 foi um dos mais fantásticos navios de passageiros do século XX, símbolo do renascimento da França após a Segunda Guerra Mundial e obra prima da construção naval da década de 1950. Em 1974 após 12 anos de actividade foi retirado do serviço e imobilizado no Havre de onde saiu em 1979 depois de resgatado pela Norwegian Caribbean Lines. Os franceses nunca lidaram bem com a perda deste grande embaixador flutuante, em 1975 Michel Sardou lançou uma canção dedicada ao navio que vendeu um milhão de discos nos primeiros dias. Ouvir aqui...
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Wednesday, March 11, 2015

French Line S.S. FRANCE (1962-1974)




France's final great liner and flagship of the famous French Line, the transatlantic express passenger liner FRANCE of 1962 was one of the more outstanding liners of the twentieth century, she was built too late entering service in 1962 when the final era of Atlantic Liners was already written on the wall.
She was also used on cruises from French ports as well as from New York, but all ended in a very sad register, in September 1974, when the crew took over the ship outside Le Havre going on strike in a final effort to try to avoid her withdrawl from service the following November as the operating subsidy from the French Government was moved from the FRANCE to the Concorde airliner project.
FRANCE crew later surrendered and the ship was moved to a lay up berth far away in Le Havre for a period of five years.
In 1979 Knut Kloster of Norwegian Caribbean Lines purchased the FRANCE in Le Havre, she was towed to Bremerhaven and rebuilt into the tropical mega cruise ship NORWAY, introduced in the Caribbean weekly cruises service out of Miami in 1980. But the NORWAY success story is another chapter in the famous FRANCE illustrious history, when she paved the way to the new race of big cruise ships...
As the final French Line flagship, the FRANCE was really outstanding, here are some brochures from her early days...

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Wednesday, December 24, 2014

Cruzeiro ao Mediterrâneo no FRANCE

Entrado ao serviço em 1962 como um dos últimos grandes paquetes de Estado, o FRANCE foi um dos navios mais prestigiados da década de 60 e um símbolo do ressurgimento económico, técnico e politico da França no período do pós-guerra. Concebido para suceder condignamente ao NORMANDIE de 1935 - perdido tragicamente em Nova Iorque durante a segunda guerra mundial - e substituir os paquetes ILE DE FRANCE e LIBERTÉ, o paquete FRANCE notabilizou-se pelos seus cruzeiros, como o que aparece anunciado na imprensa de Lisboa em Dezembro de 1964 (Diário de Lisboa de 28 -12-1964) com escala em Lisboa, entre muitos outros, como duas voltas ao mundo e um cruzeiro à ilha de Santa Helena tendo como tema a figura de Napoleão.
Ter tido a oportunidade, como tive, de ver o FRANCE em Lisboa, atracado ao cais da Rocha, produziu uma imagem inesquecível. Em Lisboa o FRANCE era agenciado pela Orey Antunes, então com instalações - secção de passagens - no Cais do Sodré, e numa das montras destacava-se uma maquete gigante do FRANCE, que aí se manteve durante décadas e ainda pertence ao acervo do Grupo Orey Antunes.
Enfim, parafraseando o anúncio, este cruzeiro ao Mediterrâneo terá sido certamente "uma bela oportunidade de viajar no FRANCE".
Os itinerários de alguns dos muitos paquetes que então frequentavam regularmente Lisboa possibilitavam o embarque em viagens redondas como se de cruzeiros se tratassem, caso dos paquetes AUGUSTUS e GIULIO CESARE, que ligavam Lisboa ao Mediterrâneo, visitando Barcelona, Cannes, Génova e Nápoles, circuito que se podia fazer de Lisboa a Lisboa por preços acessíveis...
Os gémeos AUGUSTUS e GIULIO CESARE foram os primeiros grandes paquetes construídos em Itália depois da guerra de 1940 a 1945 (a Itália só entrou no conflito em Junho de 1940, e de forma desastrada e com consequências trágicas para os paquetes italianos), e foram equipados com grandes motores Diesel construídos em 1939 para reequiparem os paquetes ROMA e AUGUSTOS de antes da guerra, que tinham programada para 1939-40 uma profunda modernização que nunca se chegou a concretizar. Já o par de gémeos construídos a seguir, o ANDREA DORIA e o CRISTOFORO COLOMBO, foram equipados com turbinas a vapor, então considerado o sistema de propulsão mais adequado para grandes navios de passageiros.
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Tuesday, August 26, 2014

128 malas, 4 cães e 1 criado

A Baronesa de Rothschild que faleceu recentemente tinha um sentido prático notório ao viajar apenas com o indispensével em termos de bagagem, como se depreende da legenda que o meu amigo Bill Miller fez para esta imagem do NORMANDIE no porto de Nova Iorque.
Bill Miller writes: "A friend once told me that when he visited the exquisite Normandie -- said to be most glamorous Atlantic liner of her time --- in the winter of 1939, he came across the Baroness Rothschild. She was sailing with her own servants, 4 dogs and -- in something of a record even for the stylish." French Line -- with 128 pieces of luggage.
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Friday, January 24, 2014

FLANDRE e ANTILLES


A França perdeu numerosos navios de passageiros durante a Segunda Guerra Mundial, incluindo o famosíssimo NORMANDIE, considerado por muitos o mais belo paquete de sempre, pelo que, terminado o conflito, a reconstrução das ligações marítimas de passageiros e dos próprios navios foi uma prioridade: recuperaram-se e modernizaram-se muitos navios e construíram-se outros, o maior dos quais seria o FRANCE de 1962.

Para a carreira Le Havre - Antilhas Francesas, foram então construídos dois navios gémeos de 20.000 toneladas, 23 nós de velocidade e capacidade para 780 passageiros, o FLANDRE e o ANTILLES, que entraram ao serviço, em 1952 e 1953.
Apesar de ter sido concebido para carreira da América Central, o FLANDRE acabou for ser utilizado na linha de Nova Iorque até 1962 e nessa primeira fase navegou com o casco preto. Já o ANTILLES foi sempre branco. Eram navios muito bonitos, cheios de personalidade, com linhas conservadoras derivadas das dos paquetes franceses da década de 1930, com ares de navios de guerra. Acabaram ambos destruídos por incêndios.
O FLANDRE foi o que navegou durante mais tempo. Em 1968 foi vendido à companhia italiana Costa e passou a ser o CARLA C. Curiosamente, em 1974 este navio foi remotorizado em Amesterdão, substituindo as turbinas a vapor originais por motores Stork, no mesmo estaleiro que no ano anterior havia remotorizado o nosso FUNCHAL. Em 1986 o navio alterou o nome para CARLA COSTA - já a preocupação de inovar a imagem dos navios de cruzeiros - e em 1992 foi comprado pela companhia grega Epirotiki Lines, mas com o novo nome de PALLAS ATHENA teve vida breve, ardendo no Pireu na noite de 24 de Março de 1994, após o que foi vendido para sucata na Turquia e chegou a Aliaga a 25 de Dezembro desse ano para ser desmantelado.
O ANTILLES fez sempre a linha da América Central e cruzeiros, ao serviço da Cie Generale Transatlantique (French Line), até que a 8 de Janeiro de 1971 se perdeu por encalhe seguido de incêndio junto à ilha de Moustique, nas Caraíbas, e foi totalmente destruído. Os passageiros foral recolhidos pelo então novo QUEEN ELIZABETH 2...
FLANDRE (1952-1968): 20.459 TAB, 44.000 SHP, 23 nós, 784 passageiros. ANTILLES (1953-1971): 19.828 TAB, 44.000 SHP, 23 nós, 777 passageiros. Fotografia dos dois irmãos atracados de braço dado no porte de armamento, Le Havre, no início das suas carreiras. Ver mais imagens e referências aos navios da CGT aqui.
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Tuesday, May 14, 2013

Crossing the Atlantic Eastbound at 30 knots

Eastbound at 30 Knots on the FRANCE!

 - When Bill Miller crossed From New York to Europe in July 1973 onboard the legendary France, he recalls that, "along with 1,700 passengers, there were 24 dogs, 11 cats & 3 birds aboard and in the top-deck kennel." 

It was a liner voyage and the FRANCE was on the final stage of her short career as French Line flagship. 

She would return in 1980 as the first mega cruise ship NORWAY...

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Monday, December 10, 2012

FRANCE overnight calls in NY

There was something exciting about loading the great liners, preparing them for their next voyage, which was usually a crossing to Europe. Mostly, they carried high grade cargo and, because of their speed, lots of mail. The French liners, as an example, brought those great Paris fashions over. And while docked, a refuelling barge was usually along the ship's outer side. 
Overnight in port: We were actually visiting the splendid France at Pier 88 in June 1973 for an afternoon World Ship Society tour when I took this photo.
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Tuesday, November 20, 2012

Bill Miller photographs

Two funnelled passenger liners in NewYork photographed by my friend Bill Miller: the FRANCE sailing for Europe in 1973 and the handsome INDEPENDENCE leaving port in 1967 with the HOMERIC alongside...
Bill Miller writes / I took this photo of the Caribbean-bound Independence on a bitterly cold February afternoon in 1967. She was departing from Pier 84 at West 44th Street in Manhattan. I was using a $10 plastic box camera at that time.
My good friend and fellow Hobokenite Tony La Forgia recalled: I remember the American Export piers in Hoboken and seeing the “Four Aces” [Excalibur, Exeter, Excambion & Exochorda] and later the nuclear-powered Savannah. In winter, the Independence & Constitution were berthed for several weeks at Pier B at the foot of Third Street for wintertime dockside maintenance. With their twin funnels, they towered above the pier’s roof. The Export piers were always busy, sometimes with five or six freighters at dock as well, and smelled of olives and leather and of course grease and oil. This was part of the Hoboken waterfront. Along River Street, the piers would be jammed with loose freight and waiting trucks.

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Saturday, March 10, 2012

ILE FRANCE 1927-1959

Construído em St. Nazaire, berço de tantos grandes paquetes do passado e do presente, o ILE DE FRANCE teve a quilha assente a 25 de Outubro de 1924 e foi lançado à água a 14 de Março de 1926, tendo largado do Havre a 22 de Junho de 1927 na viagem inaugural para Nova Iorque.
Quando começou a segunda guerra mundial o ILE DE FRANCE juntou-se ao NORMANDIE em Nova Iorque, onde permaneceu até 1 de Maio de 1940, quando saiu para Marselha, onde foi adaptado para o transporte de tropas. O navio estava em Singapura quando a França caiu e assim o navio ficou sob controlo inglês até 22 de Setembro de 1945, data em que foi devolvido à França.
O navio continuou a ser utilizado no transporte de tropas por mais algum tempo e foi de seguida renovado a partir de 1947. 
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ILE DE FRANCE com avião-correio a bordo

Uma das funções principais dos navios de passageiros em carreiras regulares foi durante muitos anos o transporte de correio, e em 1928 foi dado um passo inovador com a utilização de um avião-correio lançado de bordo do paquete ILE DE FRANCE, a 13 de Agosto de 1928 com correio destinado a Nova Iorque: é que enquanto o navio demorava 6 dias na travessia, o recurso ao avião, um avião Loire-Olivier de 6,5 toneladas, permitia ter o correio em Nova Iorque ao fim de quatro dias. O avião era lançado de bordo com o recurso a uma catapulta a vapor. Este sistema chegou a  ser copiado por outros navios, nomeadamente o paquete alemão EUROPA, depois LIBERTÉ.
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ILE DE FRANCE 1927-1959

Três aspectos do ILE DE FANCE (43.153 TAB / Construído em 1927), um dos mais famosos navios de passageiros franceses, a par do NORMANDIE ou do FRANCE de 1962.
Imagens mostrando o navio após a reconstrução de 1947-1949, quando as três chaminés originais deram lugar a duas proporcionando um aspecto mais moderno. Com esta reconstrução o navio ficou com 44.356 toneladas de arqueação bruta e lotação para 1.345 passageiros (541 em 1ª classe, 577 em classe cabine e 277 em classe turística).
O ILE DE FRANCE regressou ao serviço a 21 de Julho de 1949 e durante os nove anos que se seguiram foi considerado um dos mais populares paquetes da carreira de Nova Iorque. Um momento alto nessa carreira ocorreu a 26 de Julho de 1956 quando o paquete francês recolheu a bordo 753 náufragos do navio italiano ANDREA DORIA.
O navio foi retirado do serviço no final de 1958 e vendido a 11 de Dezembro desse ano a uma empresa japonesa para ser desmantelado em Osaka. Com bandeira japonesa e o nome FURANZU MARU, o navio largou de Le Havre a 26 de Fevereiro de 1959 e chegou a Osaka a 9 de Abril. Antes de ser desmantelado foi utlilizado na rodagem de um filme americano e afundado parcialmente, o que chocou a opinião pública francesa.
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Friday, March 09, 2012

ILE DE FRANCE by Marin-Marie

The passenger liner ILE DE FRANCE painted by MARIN-MARIE, one of the best French maritime artists of the twentieth century.
The ILE DE FRANCE was the largest French liner that survived world war two. She was modernized and operated on the Le Havre - New York service until 1958, being sold to be broken up in Japan in 1959. She and her running mate LIBERTÉ were both replaced by the FRANCE of 1962...
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LIBERTÉ by Marin-Marie

A magnificent painting by French marine artist Marin-Marie of the transatlantic passenger liner LIBERTÉ.
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Saturday, March 03, 2012

LIBERTÉ by Albert Brenet

French Line poster by artist Albert Brenet showing the flagship LIBERTÉ (1946-1962), the former NDL EUROPA (1930-1946), one of the most famous passenger liners built in Hamburg by Blohm & Voss and one of the Blue Ribbon holders...
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