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Wednesday, September 19, 2018

PORTO sold for breaking up

The Portuguese passenger ship PORTO has just been sold at a public auction in Lisbon on September 13, for 1,000,005.00 USD. The ship was purchased by a Turkish scraper, and is expected to be towed to Aliaga, Turkey on the next coming weeks. 
The sale of PORTO puts an end to the lasting agony of the small classic cruise ship, which had transported the final passengers in 2012 and has been laid up since March 15, 2013, when she arrived Lisbon from Montenegro, following rescue from creditors after the bankruptcy of George Potamianos' Classic International Cruises. 
The ARION returned to the river Tagus at the time on the initiative of Rui Alegre, who had just acquired four of the CIC's fleet of cruise ships by agreement with Montepio Geral, a Lisbon-based bank and set up Portuscale Cruises. Shortly afterwords the ship's name was changed to PORTO, which underwent major repairs at the Navalrocha shipyard in order to go to Greece, in June 2013, supposedly to cruise in the Aegean chartered to a Greek operator who entered into breach of contract even before the ships´s departure from Lisbon. 
PORTO ex-ARION dragged on from berth to berth until she was tied up in a lost former tanker jetty, the Matinha Pier, in 2014. 
PORTO was built in 1965 in Yugoslavia under the name ISTRA, a sistership of DALMACIJA, for a regular line linking the Adriatic to the Middle East. In 1969 she was converted for cruising, an activity in which she obtained significant success. As ASTRA1, she was bought in Haifa by George Potamianos, at a public auction, for USD 1 million, back in March 1999. A complete modernization followed in Lisbon, in an investment that then reached 18 million euros. With the name ARION the ship operated in the international cruise markets from May 2000 to November 2012. Although a few millions were poured into the ship in 2013, Portuscale Cruises proved unable to reactivate PORTO, which will now end her days in the same place former fleet mate LISBOA ex-PRINCESS DANAE, ended in 2015.
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Navio de cruzeiros PORTO vendido para sucata






O navio de passageiros português PORTO foi vendido em Lisboa no dia 13 de Setembro, por 1.000.005,00 USD. A venda decorreu em leilão e o navio, que foi comprado por um sucateiro turco, deverá ser rebocado para Aliaga, na Turquia, até ao dia 15 de Outubro próximo.
A venda do PORTO põe fim à agonia prolongada do pequeno paquete, que havia transportado os últimos passageiros em 2012 e se encontrava imobilizado no Tejo desde 15 de Março de 2013, data em que chegou a Lisboa procedente do Montenegro, onde foi resgatado junto de credores na sequência da falência das empresas de George Potamianos.
Regresso festivo do ARION a Lisboa em 2013 após compra pela Portuscale
O ARION voltou ao Tejo na altura por iniciativa de Rui Alegre, que acabara de adquirir quatro dos navios de cruzeiros da frota CIC por acordo com o Montepio Geral. Pouco depois mudou-se o nome para PORTO, que sofreu uma reparação importante no estaleiro Navalrocha e foi reparado para seguir para a Grécia em Junho de 2013, supostamente para fazer cruzeiros no Egeu fretado a um operador grego que entrou em incumprimento contratual mesmo antes do navio deixar o Tejo, nunca chegou a aparecer dinheiro. 
O PORTO ex-ARION arrastou de cais em cais até ficar amarrado na Matinha em 2014, e o corolário dessa tragédia silenciosa decorreu agora a 13 de Setembro.
O PORTO foi construído em 1965 na Jugoslávia com o nome ISTRA, para uma linha regular ligando o Adriático ao Médio Oriente. Em 1969 foi adaptado para cruzeiros, atividade em que tive sucesso significativo. Em 1999 foi comprado em Haifa por George Potamianos, em hasta pública, por 1 milhão de USD seguindo-se uma reconstrução total dos seus interiores em Lisboa, num investimento que então atingiu os 18 milhões de euros, onde George Potamianos aplicou um pé de meia. Com o nome ARION o navio operou no mercado internacional de cruzeiros de Maio de 2000 a Novembro de 2012.
Apesar de alguns milhões investidos no navio em 2013, a Portuscale Cruises não conseguiu nunca reativar o PORTO, que vai agora acabar os seus dias no mesmo local onde morreu, em 2015, o paquete LISBOA, ex-PRINCESS DANAE.
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Monday, September 17, 2018

O último cruzeiro do ARION

Foi o último cruzeiro do navio de passageiros ARION com portugueses, a partir de Lisboa. O embarque decorreu na Gare Marítima de Alcântara a 7 de Agosto de 2012 e pareceu o início de uma viagem de recreio a bordo de um iate de milionários, quase uma coreografia suspensa num outro tempo em que este mesmo cais de Alcântara servia de partida para o tradicional cruzeiro de verão que sempre reunia os mesmos grupos de passageiros repetentes e tradicionais a bordo do N/T PRÍNCIPE PERFEITO, navio-almirante da Companhia Nacional de Navegação. Foi assim diversos anos até que em 1974 já não houve cruzeiro de verão.
A Classic International Cruises dava os últimos passos, infelizmente, não sobreviveria à orfandade e o ambiente a bordo nessa última saída do ARION do Tejo reflectia as incertezas sentidas pela tripulação, com cenas patéticas de alguém a implorar a um passageiro angolano supostamente rico que comprasse os navios e salva-se as operações. O cruzeiro acabou por terminar em Portimão em vez de Lisboa, e o ARION seguiu para o Mediterrâneo a cumprir um fretamento.
Esta tradição foi depois retomada pelo FUNCHAL, primeiro operado pela CTM, normalmente fretado à Agência Abreu ou ao Automóvel Clube de Portugal, depois já operado pela Arcália Shipping de George Potamianos que em 1985 comprou o navio. 
Com o FUNCHAL imobilizado desde Setembro de 2010, a Classic International Cruises posicionou o ARION em Lisboa para um cruzeiro de uma semana às Canárias e África do Norte  que acabou por atrair os habituais passageiros fieis do FUNCHAL e da CIC.
Aqui ficam imagens desse embarque a saber a férias no mar num bonito iate, confortável e elegante, um dos últimos navios dos anos sessenta então ainda a operar. O ARION foi construído em 1965 e em muitos aspectos parece uma versão em miniatura do FUNCHAL. Com o nome original ISTRA começou a visitar Lisboa no final dos anos sessenta. Comprado em 1999 pela CIC, o navio foi reconstruido em Lisboa e regressou ao serviço, com o nome ARION, em Maio de 2000 e navegou até Novembro de 2012, quando ficou arrestado no Montenegro.
George Potamianos falecera em Maio de 2012 e a sua empresa e os seus belos navios de cruzeiros sobreviveriam poucos meses à sua partida tão sentida por mim. As empresas geridas sob a marca da Classic International Cruises haviam-se ressentido das alterações da conjuntura económica internacional que culminaram na maior crise das últimas décadas. Os navios da CIC tinham mercado e navegavam com uma clientela fiel e satisfeita, mas a pressão crescente das grandes empresas, e algumas situações de quebra repentina de afretamentos por parte de operadores estrangeiros, em Inglaterra, na Alemanha e em Espanha, com a consequente imobilização de navios - o mais afectado foi  ATHENA - acabaram por corroer a tradicional solidez financeira das empresas de George Potamianos, que então encontrou apoio bancário no banco Montepio.
O FUNCHAL, que a partir de 2007 passou a ter apenas operação sazonal, com os invernos imobilizado em Lisboa, foi retirado do serviço em Setembro de 2010 sendo decidida a sua modernização, financiada pelo Montepio e iniciada em Lisboa (Matinha) em 2011 mas interrompida ainda por George Potamianos.
Em Novembro de 2012 os navios pararam todos, os escritórios de Lisboa e de outros países fecharam, ficou tudo nas mãos do Montepio que em Fevereiro de 2013 fez um acordo com Rui Alegre, e continuou a financiar os navios e as operações, agora sob o nome de PORTUSCALE CRUISES.
O resto da história conto em breve, dado que breve será agora a permanência do navio em Lisboa...




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Saturday, February 03, 2018

Parque das Nações - Matinha


Há vinte anos preparava-se em Lisboa a EXPO 98 com a renovação total da zona portuária de Cabo Ruivo, com o terminal petrolífero a dar lugar a um novo cais e a zona a ser totalmente reformulada. Passada a euforia decorrente do sucesso inequívoco da EXPO, nasceu e afirmou-se uma nova cidade - o Parque das Nações - com    uma enorme abertura face ao Tejo. Esta imagem, registada a 30 de Dezembro de 2017, mostra um pormenor da Marina do Parque das Nações com a ponte-cais da Matinha em pano de fundo, onde se destacam os navios de passageiros clássicos FUNCHAL e PORTO, imobilizados e a aguardar venda.

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Tuesday, August 08, 2017

Renegar os Paquetes da Matinha

Cada vez me incomoda mais a situação dos antigos navios de cruzeiros portugueses FUNCHAL e PORTO, atracados numa ponte-cais esquecida à Matinha, nos confins do Porto de Lisboa. 
O FUNCHAL está imobilizado desde Janeiro de 2015, o PORTO nunca navegou com este nome e encontra-se no Tejo desde 2013. 
Nem quase dados aparece quem os queira, as tripulações não são pagas há três meses, os navios degradam-se num exercício sórdido de incompetências múltiplas a atestar a suprema DESMARITIMIZAÇÃO da Marinha Mercante, esse ramo desconhecido do El Dourado do Mar Português que teima em ignorar o facto simples de que sem navios não há mar que se lhe diga.
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Sunday, July 16, 2017

O Pesadelo da Desmaritimização


Nos tempos que correm, o "Desígnio do Mar" é uma mentira pouco imaginativa numa terra de brandos costumes e muita palermice. A realidade prática do Mar Português face aos discursos oficiais é um Mar de Mentiras. 
Quem devia saber não sabe e não sabe que não sabe, pois intelectos rasteirinhos sabem supostamente sempre tudo e de tudo. Os resultados são tristes. 
A Administração Marítima foi despovoada dos seus melhores elementos na sequência do desmantelamento do IPTM já há alguns anos e atinge agora níveis máximos de inoperacionalidade. O triunfalismo comunicacional associado aos sucessos do registo da Madeira, que já tem "mais de 500 embarcações" (contem as embarcações miúdas e serão já seguramente mais de 1000), é uma saloíce de água doce. A novela da legislação governamental da Taxa de Tonelagem dá vómitos. Nem se fale mais dos ATLÂNTIDAS, dos afretamentos de sucatas navegantes em sua substituição, dos esqueletos das Naveiros, das Soponatas, das Sacores Marítimas e dos armadores sem navios. Os episódios capazes de nos porem a chorar são recorrentes. Tudo tira o sono neste nosso mar deserto, o FUNCHAL, as trafulhices feitas à roda do FUNCHAL, ninguém querer saber do FUNCHAL e tudo o mais neste mar de ignorâncias enjoativas sem navios à vista. Se o banco onde o FUNCHAL e os seus dois companheiros de infortúnio encalharam não fosse tão incompetente, o assunto já estava ultrapassado e de preferência sem tantos milhões queimados. 
Alguém tem soluções para a Marinha Mercante, os navios e os marinheiros portugueses que não se conformam com a morte lenta do sector? 
Alguém tem ideias acerca de uma caracterização rigorosa do fenómeno da Desmaritimização desde 1975? 
Ignorância? 
Incompetência? 
Crime?
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Sunday, June 25, 2017

Paquetes FUNCHAL e PORTO: os desterrados da Matinha

Cada dia que passa aumenta a degradação física dos paquetes FUNCHAL e PORTO, esquecidos na ponte-cais da Matinha. A história recente destes navios espelha a vergonha da nossa incapacidade de encarar os negócios marítimos com a dignidade que a suposta tradição portuguesa implicaria. Dois monumentos à DESMARITIMIZAÇÃO sem perspectivas de solução razoável à vista.
Quem quer os paquetes da Matinha? Estão em saldo...
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Tuesday, June 07, 2016

Ponte-caís da infâmia


Em 1974 o governo francês resolveu cortar o subsídio atribuído ao paquete FRANCE e este foi imobilizado durante cinco anos num cais esquecido nos confins do porto de Le Havre, que ficou conhecido como o cais do esquecimento - le quay de l'obli. Claro que depois um norueguês atrevido resolveu resgatar o FRANCE em 1979 e ainda por cima teve a desfaçatez de o levar a reboque para a Alemanha onde o grande transatlântico foi transformado no navio de cruzeiros NORWAY. Os franceses ainda hoje se sentem desconfortáveis com a perda do FRANCE e sonham com um novo.
Na nossa Lisboa de cais vazios de Junho de 2016, a vetusta ponte-cais da Matinha está a transformar-se, não num caís do esquecimento, mas de infâmia, que é o que sugere a imagem triste dos paquetes PORTO e FUNCHAL imobilizados para venda, já em saldo, sem que haja alguma alminha nacional que olhe para eles e se inspire e lhes dê vida de novo. Uma infâmia.
Fotografias de 2 de Junho de 2016 registadas por Luís Miguel Correia no Tejo.

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Tuesday, November 10, 2015

A vil tristeza da nossa desmaritimidade


Os navios são lindos, iluminados pelo sol tardio deste nosso verão de São Martinho, ali para os lados da ponte-cais da Matinha, transformada em porto de espera para o fim de navios que já ninguém quer. 
Os navios são os paquetes de cruzeiros clássicos PORTO e FUNCHAL, as cores são as da defunta Portuscale Cruises que recriaram as da antiga Empresa Insulana e emprestam uma dignidade estética inexcedível. Por aqui passou o LISBOA, entretanto desmantelado na Turquia, lá estão o PORTO e o FUNCHAL, herança de George Potamianos, antigo armador de ambos e grande amigo de Portugal, salvador do FUNCHAL em 1985 e profundo conhecedor do mundo dos cruzeiros internacionais, que muito fez para recriar antigas tradições dos portugueses no mar, com os seus 6 paquetes, operados de 1985 a 2012. Nesse ano ficaram cinco navios nas mãos do banco Montepio, quatro dos quais integraram no começo de 2013 a nova empresa Portuscale Cruises que acabou por não conseguir consolidar um projecto difícil e algo ambicioso, mas deu nova oportunidade ao FUNCHAL que foi renovado e voltou ao mar de Agosto de 2013 a Janeiro de 2015. 
Este projecto falhou infelizmente e os paquetes FUNCHAL e PORTO permanecem no Tejo a aguardar destino que dificilmente será bom. E vender o FUNCHAL por tuta e meia como acabará por acontecer será um certificado final de incapacidade da actual geração de portugueses como armadores e operadores de navios. Alienar o FUNCHAL que é um navio único, de características muito especiais e apreciadas em todo o mundo, é uma espécie de crime de lesa património, mas ninguém parece estar preocupado com esta situação. Situação que encerra um ciclo de desmaritimização alimentada por uma incapacidade de interesses portugueses se interessarem pelos negócios marítimos, o que é grave. E assim se perde tudo a começar pela vergonha imensa.

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Monday, August 17, 2015

Nos 70 anos do DESPACHO 100...

Paquete FUNCHAL atracado ao cais no estaleiro da Margueira a 10 de Agosto de 2015


No dia em que passaram 70 anos da data de publicação do DESPACHO 100 fui comemorar de forma activa essa efeméride: passei o dia no Tejo a fotografar a navegação portuguesa presente no porto de Lisboa. 
Porta-contentores MONTE BRASIL da Transinsular


Parafraseando as palavras de Américo Tomás reproduzidas no artigo anterior, fui registar os quadros possíveis da nossa actual "miséria marítima", com destaque para a vil tristeza proporcionada pela imagem dos paquetes FUNCHAL e PORTO parados à espera de futuro.
n/m PONTA DO SOL, um dos poucos navios ainda em serviço com registo convencional português


Começámos pelo FUNCHAL na Margueira, depois fotografei os porta-contentores da carreira das Ilhas MONTE BRASIL, PONTA DO SOL, INSULAR e FURNAS, acabando a viagem sentimental em busca da nossa maritimidade perdida na Matinha onde está o paquete PORTO
n/m INSULAR, da Transinsular, que se encontra fretado à Box Lines do Grupo Sousa


Porta-contentores FURNAS da Mutualista Açoreana, empresa do Grupo Bensaude, 
nome ligado a navios de comércio desde 1830


Fotografias de Luís Miguel Correia registadas no Tejo a 10 de Agosto de 2015.


 Paquete PORTO, ex-ARION, atracado à ponte-cais da Matinha a 10 de Agosto de 2015 


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Monday, September 15, 2014

PORTUSCALE CRUISES first year of operation



PORTUSCALE CRUISES has been operating successfuly for one year by now. I have seen in several recent Facebook posts comments of the possible demise of the company and the sale of PORTO and LISBOA for scrap.
Nothing of such things are correct. One should not try to explore the possible doom of such a good cruise operator as PORTUSCALE CRUISES. It just is not fair, PORTUSCALE and the FUNCHAL should be named "BEST NEW CRUISE OPERATION of 2013-2014". To start with, let's have a look into the overall operation of FUNCHAL under the guide of PORTUSCALE CRUISES that started in August 2013, and has been improving all the time as we - the devoted friends of the M/V FUNCHAL - see her immediate future with great enthusiasm. Bookings have been growing steadily all the time, the number of repeat passengers is solid and we can say that FUNCHAL has fully recovered her prestige.
To start a new small cruise company like PORTUSCALE did in such a short time is a bold fate. By December 2012 the FUNCHAL was abandoned and fit for scrap, but the following January her fate was reversed by Mr. Rui Alegre purchase and commitment to return the FUNCHAL for service, and so he did in a remarkable short time, and in August FUNCHAL was back at sea looking like new and better than ever. This has not been an easy task and it seems that a lot of people and interests did not want to show their support to the reborn FUNCHAL. If you enter a travel agency in Portugal, and ask for booking on a FUNCHAL cruise, the chance they'll try to put you on another ship is significant, and a series of small initial teething troubles received major press coverage to the point of full lies not being corrected later. And the big cruise companies that at the moment find more and more difficult to fully book their megaships do whatever they can to have small niche players killed on the road side. Another fact is associated to the results the current economical environment in Europe that led to the sale for scrap of a significant number of passenger cruise ships built in 1970s and 1980s, including former Classic International Cruises PRINCESS DANAE.
In an effort to build a solid operation, PORTUSCALE CRUISES' owner Mr. Rui Alegre has invested millions of Euros to refurbish a fleet of four old classic ships. On the FUNCHAL only, 22 millions have been necessary to update and improve the FUNCHAL and make her the best classic cruise ship currently in operation and the only still very much with the original look as built, the original name and flag.
There is no other ship like FUNCHAL as we write this note. But the purchase of FUNCHAL back in January 2013 was tied to another three ships then under arrest in the Mediterranean and efforts have also been geared to have AZORES, PORTO and LISBOA back in cruise service. AZORES has just finished her first season in Europe and arrived Lisbon on 13 September for further improvements, a 5 year survey and further refit at the Navalrocha yard is due to start in a matter of days before she returns to service in January 2015 on a joint operation with CMV in tip top condition to replace DISCOVERY.
Their smaller fleet mate PORTO ex-ARION is ready to leave Lisbon and I dare to say she is not already cruising in the Med and Black Sea due mainly to the dark clouds spotted in Ukraine at the moment, but the perspectives of her returning to service soon are significant. And now the LISBOA, ex-PRINCESS DANAE situation: more than 10 million euros have already been spent on her upgrade but during the refit at Navalrocha it was found that the real situation of this sturdy but very old hull built in 1955 demanded a lot more attention and costly investment than at first expected and so it was decided to hold on her refit. It is a fact that the final times of previous operator CLASSIC INTERNATIONAL CRUISES proved to be hard for the fleet with technical care and proper maintenance totally out of the scene, and this attitude had the most serious results on an already old even if graceful lady like DANAE / LISBOA.


We all wish PORTUSCALE CRUISES to fully succeed not only with their current four ships, but with future developments of their magnificent classic cruise product and fleet, so let's defend FUNCHAL and her sisters from negative outlooks, let's ban talking about failure or scrapping ships with yellow funnels and black hulls, and let's all go cruising on the FUNCHAL, let's book also on the AZORES and let's wait with the utmost interest for the next developments on PORTO and LISBOA. For myself I must say I have already cruised on the NEW FUNCHAL and look forward for the next one and the next...


Photographs of AZORES arriving Lisbon on 13 September 2014.
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Sunday, May 04, 2014

LISBOA e PORTO em Alcântara


Os navios de cruzeiros portugueses LISBOA e PORTO estiveram atracados ao cais avançado de Alcântara, em frente da estação marítima, de 29 de Abril a 2 de Maio de 2014, por motivo de dragagens efectuadas no cais de Santa Apolónia Montante, o Cais da Portuscale, onde estes dois navios têm permanecido nos últimos meses imobilizados, o primeiro em trabalhos de modernização e o segundo a aguardar um fretamento. 

O LISBOA é o antigo PRINCESS DANAE e encontra-se em Lisboa desde 22 de Abril de 2013, quando regressou ao Tejo vindo de Marselha após ter sido libertos dos arrestos associados à falência da antiga proprietária e operadora Classci International Cruises.
O PORTO é o antigo ARION e está em Lisboa desde 15 de Março de 2013. Ambos os navios receberam os nomes actuais em Maio de 2013. 
As duas primeiras fotografias foram efectuadas de bordo do TRAFARIA PRAIA.
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Thursday, April 03, 2014

De Santa Apolónia a Xabregas


O Porto de Lisboa apresentava este aspecto concorrido ao fim da tarde de 2 de Abril de 2014, com os navios de passageiros  LISBOA e PORTO, da companhia Portuscale atracados ao cais de Santa Apolónia Montante, vendo-se ao fundo o terminal de contentores, com os navios SETE CIDADES e CORVO atracados.

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Wednesday, January 22, 2014

PORTO, LISBOA e FUNCHAL



Os paquetes PORTO, LISBOA e FUNCHAL, ontem, 20 de Janeiro, ao final da tarde com os navios em manobra frente a Santa Apolónia, onde o antigo PRINCESS DANAE voltou a atracar...
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Wednesday, December 18, 2013

Cruise ship row in Lisbon


Row of five passenger ships cruising in Lisbon on 16 December 2013, photographed alongside the Jardim do Tabaco and Santa Apolónia cruise terminals: OCEANA, COSTA DELIZIOSA and ROTTERDAM, plus the Portuguese ships PORTO and FUNCHAL.

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