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Saturday, November 28, 2009

Navio-tanque VASSILIOS

Imagem do navio-tanque grego VASSILIOS a navegar a sul de Tessalónica em Agosto de 2002.
Dizem que tenho mau feitio, enfim coisas com que habitualmente não concordo, mas há uma situação que me deixa doido: cruzar-me com um ex-navio português.
Foi assim a primeira vez que estive em Miami atracado ao lado do ex-Amélia de Mello, foi assim um belo fim de dia em que estava a jantar a bordo do ARION.
Este simpático navio da Classic International Cruises tem o restaurante à popa com janelas panorâmicas e a tripulação excedeu-se em tratamento VIP ao LMC. Entre duas colheres de sopa olhei para a janela e de repente reconheci um velho amigo - disse uma interjeição à Capitão Haddock, dei um pulo até ao camarote e em segundos estava no tombadilho a fotografar este pequeno petroleiro VASSILIOS que não era outro senão o ANGOL vendido anos antes pela Sacor Marítima.
Ainda fico irritado com a situação, e isso até seria estúpido pois uma das actividades do "shipping" - indústria de transportes marítimos é exactamente a compra e venda de navios. Depois de muitos anos em tratamento com o psicólogo descobri que a minha irritação vem do facto de os nossos armadores terem mais tendência para vender do que para comprar. Ainda hoje tomo 25 comprimidos por dia para controlar essa indignação contra a desmaritimização nacional, um verdadeiro crime sem castigo.
Claro que nos meus momentos de lucidez reconheço que o ANGOL serviu o armador português durante 20 anos e se houve um grego que depois o aproveitou tanto melhor. Isto de gerir maluquices de entusiastas de navios é muitas vezes complicado...
Texto e imagens /Text and images copyright L.M.Correia. For other posts and images, check our archive at the right column of the main page. Click on the photos to see them enlarged. Thanks for your visit and comments. Luís Miguel Correia

Friday, November 27, 2009

ANGOL e GALP SINES em Cabo Ruivo


A ponte-cais de Cabo Ruivo, que serviu os navios-tanques à carga e ou descarga para a refinaria de Cabo Ruivo de 1960 até próximo da realização da EXPO 98, era o terminal mais importante para petroleiros e navios de gás no porto de Lisboa.
Substituiu a ponte cais da Matinha, que curiosamente ainda existe e serve hoje de repouso a duas unidades da Portline em imobilização comercial (CHRISTINA I e MACAU).
Com a curvatura do rio, a luz era normalmente muito boa para se fotografar os navios no canal de acesso, frequentado quase diariamente pelos GALPS grandes, o SINES e o LEIXÕES, cujas imagens registei muitas vezes. Com os navios atracados, era também um prazer fotografar pormenores a partir da margem em talude adjacente ao terminal, que era pertença da SOPONATA. Tudo isto passou e parece cada vez mais distante, tendo ficado as imagens e as recordações dos navios e de um ambiente com mangueiras, cabos e uma sensação de fim de mundo que então caracterizava Cabo Ruivo face à cidade. Aqui fica uma das muitas imagens dos navios-tanques de Cabo Ruivo, o s navios ANGOL e GALP SINES, da Sacor Marítima.
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