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Monday, August 17, 2026

MEIN SCHIFF FLOW no Tejo























O novo paquete de cruzeiros MEIN SCHIFF FLOW, da companhia Tui Cruises, visitou Lisboa pela primeira vez no dia 11 de agosto de 2026. A fotografia que apresentamos, foi feita à chegada, ao amanhecer.
O MEIN SCHIFF FLOW foi construído em Monfalcone, Itália, (construção número 6313), pelo famoso estaleiro Fincantieri, onde atualmente são construídos mais de cinquenta por cento dos novos paquetes de cruzeiros. 
O MEIN SCHIFF FLOW foi entregue ao armador a 12 de junho deste ano, opera para o mercado alemão, está registado em Malta e apresenta as características principais seguintes: 
GT: 157.651
Comprimento ff: 333,62 m
Boca máxima: 42,14 m
Lotação para 3984 passageiros e cerca de 1000 tripulantes. 
O navio tem 5 motores principais Wartsila, com a potência total de 80.981 hp, e pode navegar a 22 nós.
Com Texto e imagens /Text and images copyright L.M.Correia. Favor não piratear. Respeite o meu trabalho, se descarregar imagens para uso pessoal sugere-se que contribua para a manutenção deste espaço fazendo um donativo via Paypal, sugerindo-se €1,00 por imagem retirada. Utilização comercial ou para fins lucrativos não permitida (ver coluna ao lado) / No piracy, please. If photos are downloaded for personal use we suggest that a small contribution via Paypal (€1,00 per image or more). Photos downloaded for commercial or other profit making uses are not allowed. For other posts and images, check our archive at the right column of the main page. Click on the photos to see them enlarged. Thanks for your visit and comments. Luís Miguel Correia

Saturday, May 02, 2026

Porto de Lisboa a preto e branco





Lisboa, 1 de maio de 2026: sentado à beira-Tejo numa cadeira vermelha colocada recentemente pelo Turismo de Lisboa na doca da Marinha, aguardo a manobra de saída do navio de passageiros norueguês FRAM, atracado no Terminal de Cruzeiros, no Jardim do Tabaco, numa das poucas escalas que tem feito no nosso porto. O FRAM é um navio destinado a cruzeiros de expedição, as visitas ao Tejo fazem-se em itinerários de posicionamento, o cruzeiro atual teve início em Lisboa, escalas em Leixões, Ferrol e St. Peter Port, e termina em Dover a 8 de maio.  
O navio FRAM foi construído em 2007 em Itália, para a Hurtigruten. Entretanto a companhia expandiu os cruzeiros de expedição e comprou o nosso ATLÂNTIDA, que transformou num companheiro cruzeirista do FRAM. A companhia decidiu criar uma imagem destacada da frota que opera na costa da Noruega, e o FRAM recebeu cores novas passando a operação a denominar-se H X Expeditions, e aproveitei para voltar a fotografar este navio, agora com a imagem atual.
Entretanto, a vida marítima frente a Lisboa vive cada vez mais do turismo, com o negócio dos passeios no Tejo em crescimento, o que deu nova oportunidade ao cacilheiro MONTES CLAROS, que o armador Rafael Silva, da Veltagus, comprou e transformou no PRÍNCIPE DA BEIRA, um belo príncipe fluvial. 
Ao sair o FRAM viu o seu perfil aventureiro embrulhado por lanchas e veleiros locais, a chamada frota "marítimo-turistica", tudo a preto e branco em mais um Primeiro de Maio.
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Thursday, March 26, 2026

Imagens portuárias e de Lisboa


A primavera, na versão 2026, acaba de chegar, com reflexos de bom tempo e sol, e logo o Tejo se anima com os quadros de belos navios, como o que hoje partilho. Ao centro, em travessia fluvial do Seixal para o Cais do Sodré, o ferry elétrico TREPADEIRA AZUL, os navios de passageiros em cruzeiro são o ODYSSEY of the SEAS e o AIDAbella, das companhias Royal Caribbean e Aida, por entre as popas destes, pode ver-se o cargueiro de contentores E A GANNET, atracado ao cais de Santa Apolónia. Este momento foi registado ao final da manhã de 23 de março último. A fotografia é mais uma minha. 
Ao fazer este tipo de fotografias, olho para cada pormenor, dos navios, do porto, da cidade. 
No lado esquerdo desta imagem, salta à vista a estação ferroviária de Santa Apolónia, agora a albergar um hotel. Durante 20 anos a estação foi azul, num tom muito semelhante ao dos cascos dos paquetes da Nacional, que ali atracavam, quando o cais se chamava da Fundição, o mesmo azul do ODYSSEY of the SEAS. Com as obras do hotel, alguém decidiu pelo reviralho das cores e pintaram o edifício de vermelho escuro, como no tempo da outra senhora. Era bem mais leve o azul, aliás a cor com que a estação foi pintada originalmente no século XIX.
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Tuesday, March 24, 2026

AIDAbella a sair de Lisboa





















Navio de cruzeiros AIDAbella, a sair de Lisboa a 23 de março de 2026. Os navios da Aida Cruises são presença habitual no Tejo, estando previstas para 2026, vinte escalas feitas por oito unidades da companhia. O recordista é o AIDAstella, com sete escalas.
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Wednesday, March 18, 2026

Paquete INFANTE DOM HENRIQUE























Pormenor do paquete INFANTE DOM HENRIQUE, navio-almirante da Companhia Colonial de Navegação, atracado ao cais privativo da CCN, à Rocha do Conde de Óbidos, em 1967, em vésperas de mais uma largada para África. A viagem redonda, de Lisboa a Lisboa, prolongava-se por 45 dias, com escalas no Funchal, Luanda, Lobito, Cape Town, Lourenço Marques e Beira, regressando ao Tejo pelos mesmos portos.
A silhueta moderna e imponente do INFANTE DOM HENRIQUE era uma verdadeira lufada de ar fresco num panorama de cinzentismo nacional. Foi um grande navio, o maior da CCN em 52 anos de existência desta empresa.
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ALERTA na "Doca de Santos"


























As grandes obras de construção do Porto de Lisboa no final do século XIX nunca foram concluídas segundo o planeamento original. A par da Doca de Alcântara, estava prevista a construção da Doca de Santos, que fechava o cais do mesmo nome, a partir do Cais do Sodré, com uma muralha que se prolongava para ocidente, até junto à Ponta da Rocha. 
A porção de cais, das escadinhas da sanidade até à Ponta da Rocha resultou do prolongamento do cais de Alcântara-Rocha, na década de 1930, ampliando o espaço de proteção ao estaleiro da AGPL, tendo-se então chamado doca oeste de Santos a esse espaço. Foi aí que, há dias, fotografei o pequeno rebocador ALERTA, hoje utilizado em serviço de lancha, que data de 1913, e foi de início um vapor, entretanto reconstruído duas vezes.
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Monday, March 09, 2026

Carreiras das Ilhas


Três navios porta-contentores de três armadores portugueses que asseguram carreiras marítimas entre o Continente e as Ilhas: o MONTE BRASIL, da Transinsular, o REBECCA S, da GS Lines e o CORVO, da Mutualista Açoreana. 
Fotografia tirada a 1 de março de 2026, junto ao terminal de contentores de Santa Apolónia, que funciona como terminal das Ilhas. Ainda me lembro da praia que existia neste local, entalada entre os cais de Santa Apolónia e de Xabregas, bem como das obras de construção da primeira fase do terminal de contentores, por volta de 1970.
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Thursday, March 05, 2026

Paquete FUNCHAL revisitado



















































Atracado ao Cais da Pedra, em Santa Apolónia, vestido todo de branco fantasmagórico, o velho Paquete FUNCHAL é um testemunho silencioso de outros tempos, muito diferentes. Começou como belo príncipe da Dinamarca, construído em 1959-1961 em Elsinore, para a ilustre Empresa Insulana de Navegação e chegou a Lisboa pela primeira vez em outubro de 1961. Fez centenas de viagens à Madeira, Canárias, Açores, a todos encantou, com as suas linhas modernas, interiores confortáveis e bonitos, andamento rápido. Em 1973 iniciou vida nova, dedicada agora a cruzeiros internacionais, e conheceu novos armadores: em 1974, a CTM, sucessora da Insulana, em 1985 a Arcália Shipping e Classic International Cruises, depois, em 2013 a Portuscale Cruises.
Está imobilizado no Tejo desde 2015, já pertenceu a interesses ingleses e, depois, a americanos. Aguarda o que aí possa vir, tisnado de ferrugem superficial e velado por alguns tripulantes fiéis. 
Fotografias de Luís Miguel Correia a 1 de março de 2026.
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MONTE BRASIL a carregar em Santa Apolónia


























Porta-contentores MONTE BRASIL, a carregar no terminal de Santa Apolónia, para mais uma viagem aos Açores. Fotografia registada a 1 de Março de 2026. 
O MONTE BRASIL foi o primeiro navio construído de raiz para a Transinsular, construído em Hamburgo pelo famoso estaleiro JJ Sietas e entregue em 1994, numa altura em que a Transinsular pertencia ao armador belga CMB.
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Friday, January 28, 2022

Porto de Lisboa e os seus navios


O belo Porto de Lisboa com dois belos navios, como se deseja sempre ao Tejo: os navios de passageiros MSC SINFONIA e QUEEN ELIZABETH 2, juntos em Lisboa na manhã de 13 de Novembro de 2008, por ocasião da última escala do famoso paquete da Cunard, então na sua derradeira viagem, rumo ao Dubai, onde terminou uma carreira ativa de 39 anos, a maior parte desse tempo como navio-almirante da marinha mercante britânica.
Foram também 39 anos de visitas a Lisboa, onde esteve pela primeira vez a 28 de Abril de 1969, no cruzeiro pré-inaugural, atracado na Rocha. Durante a sua carreira o QE2 fez 127 escalas em Lisboa, tendo ainda visitado os portos portugueses do Funchal (80 escalas), Ponta Delgada (5 escalas) e Praia da Rocha (3 escalas). Um grande navio que deixou saudades, e ao qual dediquei o terceiro livro da série Liner Books (RMS QUEEN ELIZABETH 2 of 1969). Vale a pena visitar a atual página dedicada ao QE2. 
O MSC SINFONIA é um dos navios mais antigos da frota da MSC Cruises, e foi construído originalmente para a Festival Cruises, entretanto falida.
Uma das minhas fotografias preferidas, de muitas que ando a fazer, desde 1970. Sempre com entusiasmo.
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Wednesday, March 04, 2020

QUEEN MARY 2 em Lisboa


Veio a Lisboa pela primeira vez em 2004 e tem  passado pelo Tejo com alguma regularidade desde então, mas o QUEEN MARY 2 não é propriamente um habitué local, com pena minha pois tenho grande admiração por este navio e pelo que ele representa na história dos navios de passageiros modernos. 
O QM2 passou por Lisboa este ano a 13 de Janeiro, no início do cruzeiro de volta ao mundo, e eu estava a postos para registar a saída, prevista para as 16 horas, com algumas imagens que consegui fazer, mas em condições extremas de luz. Havia nevoeiro e quando o navio largou a luz estava a extinguir-se. Mesmo assim fiquei satisfeito com os resultados. Na foto acima, o QUEEN MARY 2 passa a Praça do Comércio a 13 de Janeiro.

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Friday, July 05, 2019

CORROIOS e EMPURRA

Manhãzinha de 19 de Maio de 2006 a fotografar o porto de Lisboa e os seus habitantes metálicos: na Rocha do Conde de Óbidos, pormenor dos rebocadores CORROIOS e EMPURRA, na altura com as cores iniciais da companhia Svitzer.
Estes rebocadores, ambos de construção portuguesa e destinados inicialmente à frota de rebocadores da Lisnave, foram pouco depois vendidos para Angola. O EMPURRA e os seus três irmãos PUXA, ZARRO e VIRA, foram construídos pela própria Lisnave no estaleiro da Rocha. O CORROIOS foi construído em São Jacinto, o primeiro de uma série de muito sucesso de que se construíram 18 rebocadores semelhantes, incluindo alguns para o estrangeiro.
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Tuesday, July 02, 2019

Lisboa vista da DOM FERNANDO


O Tejo e a cidade de Lisboa visto de bordo da fragata DOM FERNANDO SEGUNDO E GLÓRIA ao final da tarde de 22 de Junho de 2019. O casario a destacar-se com a iluminação de verão, o castelo escondido pelo arvoredo adjacente e o porto deserto de navegações a testemunhar o afastamento do Mar das gentes de agora.

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Saturday, March 09, 2019

Porto de Lisboa: Doca da Caldeirinha


Porto de Lisboa em tons azuis reflectindo a fachada do edifício do antigo Arsenal de Marinha Pombalino impresso nas águas reconstituídas da antiga Doca da Caldeirinha. Primeiro edifício da Lisboa pós-terramoto, logo em 1758, ainda serve a nossa Marinha de Guerra, apesar de o Arsenal propriamente dito se ter mudado para a margem sul do Tejo em 1939.

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Tuesday, February 12, 2019

Porto, Tejo e Navios


Domingo, início de tarde, junto ao Tejo, a vislumbrar alguma paisagem marítima no fundeadouro do «Quadro Central» do Porto de Lisboa. 
O graneleiro ACHILLEUS, da companhia Portline acaba a operação de abastecimento de combustíveis, em mais um episódio de serviço de bancas, vocação que tem visto algum crescimento nestes últimos anos e trazido ao Tejo navios interessantes, caso deste ACHILLEUS com as cores portuguesas na chaminé desenhada pelo artista português Acácio Santos em 1985 (quando a Portline arrancou com 25 milhões de euros de capital público a substituir a CTM e CNN). 
Atracado, o super-petroleiro SACOR II, da Sacor Marítima, a empresa armadora da Galp que nos últimos anos tanto tem contribuído para o engrandecimento da Marinha de Comércio Nacional. 
Em primeiríssimo plano, o velho cais de Porto Brandão, a precisar urgentemente de obras de restauro, e que se tem vindo a desfazer na sua textura portuária e física, com o passar do tempo e a indiferença selectiva da entidade responsável.
A magia está na fotografia, que pelo recurso a um enquadramento criteriosos, permite reinventar um momento de maritimidade portuária à moda antiga lisbonense. Parece que o porto regurgita navios a disputarem a paisagem portuária. Coisa rara nos dias que correm, mas sempre de apreciar e registar. Para quem goste de navios e deste porto maravilhoso que é o de Lisboa, um dos melhores do mundo.
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Wednesday, November 21, 2018

Novo «miradouro» no Porto de Lisboa


Decididamente o Porto de Lisboa de hoje é feito de mudanças, tomando sempre novas qualidades. Os novos tempos, cada vez mais desmaritimizados têm imprimido uma faceta ribeirinha não portuária aos domínios da APL, o que acabou por acontecer este ano com a recuperação do antigo edifício cantina do estaleiro da Rocha, construído nos velhos tempos pela Lisnave e abandonado há demasiados anos. 
O milagre deu-se com a transformação do edifício num centro de artes LACS, com um bar magnífico no terraço de onde se pode registar das mais belas imagens da fronteira entre o rio e a cidade que para mal de muita gente se chama porto. Acrescente-se que o atendimento é 7 estrelas, são simpatiquíssimos. E o Porto de Lisboa ali para os lados da Rocha do Conde de Óbidos está mais bonito.
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Monday, July 16, 2018

Porto de Lisboa em fotografias


Porto de Lisboa em imagens originais LMC, uma temática que venho percorrendo desde que comecei a fotografar, em 1970. 
A relação dos navios e do Porto com a cidade de Lisboa, outro tema que me é caro e que muitas vezes me causa desconforto por não gostar de muito do que vejo e sinto, nomeadamente quanto aos termos como a Cidade e os poderes municipais têm cercado o Porto e a sua maritimidade decadente e incompreendida. 
Em praticamente 50 anos de fotografia, as mudanças são tremendas, e nem há que pensar se na globalidade a paisagem marítima de Lisboa, o nosso Waterfront, está melhor ou pior, tudo mudou e muda cada vez mais depressa. A nostalgia só turva as análises, os temas são vastos e dão dissertações académicas ou de cariz mais popular, de preferência, pois há que cultivar nos habitantes de Lisboa o amor pelo Tejo povoado de navios e operações portuárias.
O Porto e a Cidade de Lisboa mudam sempre. Tudo era diferente quando Osberno por aqui andou. As diferenças vão continuar a acontecer.
Esta fotografia, registada a 14 de Julho de 2018, apresenta um ângulo de mudanças, a partir da Rocha do Conde de Óbidos, casualmente sob o signo da proibição de fumar. Um No Smoking politicamente correcto, mesmo tratando-se de um navio sem a pressão das cargas perigosas.
Uma fotografia com três torres brancas e um falso castelo centenário com cerca de 78 anos. A torre central é um navio e tem a sua presença limitada aos dias em que ainda estiver atracado ao cais de aprestamento do estaleiro da Rocha. O fundo branco é o efeito das torres da empresa chinesa de energia EDP. Entre as torres e o céu, o castelo de São Jorge, na sua configuração de 1940 apadrinhada por António Ferro, compõe a paisagem. Mais uma fotografia do Porto para a Cidade que aqui partilho com o gosto que estas questões me proporcionam sempre.

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Tuesday, February 06, 2018

Um barco, cinco gaivotas, dez pessoas


Um barco, cinco gaivotas, dez pessoas com um velho cais em primeiro plano e o Tejo ao fundo. O barco é do Barreiro e tem nome, o do escritor Miguel Torga, as gaivotas terão nome ou não, quem saberá ao certo? As pessoas terão certamente mas eu não sei que nomes lhe terão posto os pais, os amigos, os colegas, quem não os grame, que há de tudo neste mundo de terra, céu e rio.

O catamarã MIGUEL TORGA vai de partida para mais uma travessia até ao Barreiro. Foi construído para isso mesmo, em Singapura, para a Soflusa, que parece não dar conta do recado e não anda a cumprir os horários, para irritação dos utentes. Não há barcos operacionais suficientes, vendeu-se o AUGUSTO GIL para a Coreia do Sul no tempo das vacas magras e consulado estrangeiro, não que as vacas tenham engordado, mas passou a fase da ratice mais violenta. Os cortes cegos e as falsas economias aplicados ao Grupo Transtejo nos últimos anos deram na situação actual. Precisa-se de nova frota fluvial e de melhor gestão dos recursos públicos. Os cacilheiros e os catamarãs continuam simpáticos a animar o Tejo, mas não há milagres, apenas incúria e incapacidades diversas. Muito mau.
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Saturday, February 03, 2018

Parque das Nações - Matinha


Há vinte anos preparava-se em Lisboa a EXPO 98 com a renovação total da zona portuária de Cabo Ruivo, com o terminal petrolífero a dar lugar a um novo cais e a zona a ser totalmente reformulada. Passada a euforia decorrente do sucesso inequívoco da EXPO, nasceu e afirmou-se uma nova cidade - o Parque das Nações - com    uma enorme abertura face ao Tejo. Esta imagem, registada a 30 de Dezembro de 2017, mostra um pormenor da Marina do Parque das Nações com a ponte-cais da Matinha em pano de fundo, onde se destacam os navios de passageiros clássicos FUNCHAL e PORTO, imobilizados e a aguardar venda.

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Wednesday, January 24, 2018

Batelão ROTA


Batelão ROTA fotografado a 22 de Janeiro de 2018 atracado na Doca do Poço do Bispo. Um de quatro batelões idênticos, todos construídos em Viana do Castelo para a antiga empresa pública SOCARMAR, a qual acabou integrada no Grupo ETE.

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