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Monday, October 23, 2023

Edição especial da REVISTA DE MARINHA dedicada à visita da esquadra alemã a Lisboa em maio de 1939









A 7 de junho de 1939 a REVISTA DE MARINHA publicou uma edição especial dedicada à visita a Lisboa dos navios de guerra alemães efetuada em Maio desse ano. Inclui uma reportagem, em moldes idênticos a outras edições especiais relativas às marinha de guerra de Itália e França, que vieram ao Tejo na mesma ocasião mostrar as bandeiras e os seus melhores navios. Vivia-se uma corrida louca aos armamentos, cujo desfecho dramático se começou a viver logo em setembro de 1939.
O GRAF SPEE foi destruído em dezembro desse ano, na batalha do Rio da Prata, vi o seu telémetro quando há tempos passei por Montevideo.
Incluo dois anúncios de companhias de navegação alemãs com alguns dos grandes paquetes da época.
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Tuesday, June 14, 2022

O Paquete FUNCHAL de 1961























Paquete FUNCHAL de 1961

por Luís Miguel Correia

Dos 25 navios de passageiros construídos para Portugal após 1945, com a política de «Regresso ao Mar», o paquete FUNCHAL de 1961 foi o grande sobrevivente, vencendo todos os desafios do tempo, comemorando-se agora os 60 anos da sua entrega à Empresa Insulana, ocorrida em Outubro de 1961.

É impossível comprimir a história do FUNCHAL nos 7 mil caracteres deste artigo, pelo que aqui ficam os acontecimentos principais e algumas palavras a registar a importância histórica deste belo paquete, concebido para a carreira das Ilhas, mas desenhado já a pensar num futuro de cruzeiros, o que aconteceu a partir de 1973, com muito sucesso.

A vida activa do FUNCHAL decorreu com Portugal a voltar as costas à Marinha Mercante e ao Mar, o que destaca ainda mais as qualidades do navio e das entidades que tão bem promoveram e operaram este paquete único: o armador Vasco Bensaude, o arquitecto naval Rogério d’Oliveira, o Eng. Gonçalves Viana, os armadores George Potamianos e Rui Alegre, o investidor norte-americano Brock Pierce, cujos milhões estão a prolongar a vida do FUNCHAL, numa nova fase, sempre com o nome original e a ligação a Portugal. Uma palavra ainda para o primeiro comandante do FUNCHAL, capitão Manuel Bio, em representação das centenas de tripulantes portugueses e internacionais que em 60 anos tanta fama deram ao FUNCHAL.

N/T FUNCHAL 1961-2021

Características técnicas: Navio de passageiros a turbinas a vapor, construído de aço, em 1960-1961. N.º Lloyd´s: 5124162. N.º oficial: H 479; Indicativo de chamada: CSBM. Porto de registo: Lisboa (registado na Capitania do Porto de Lisboa a 2-11-1961, livro 18, folha 32). Arqueação bruta: 10 031 toneladas; Arqueação líquida: 5339 toneladas. Porte bruto: 2750 toneladas. Deslocamento leve / máximo: 5895 / 8870 toneladas. Capacidade de carga: 3 porões para 2792 m3 de carga geral e 691 m3 de carga frigorífica. Comprimento ff.: 152,65 m; Comprimento pp.: 138,50 m; Boca: 19,08 m; Pontal: 11,60 m; Calado: 6,53 m. Máquinas: 2 grupos de turbinas a vapor Parsons, com 13 800 shp a 158 rpm, 2 hélices de 4 pás. Velocidade: 21 nós. Passageiros: 500 (80 – 1ª., 156 em turística A, 164 em turística B, 100 sem acomodação) Tripulantes: 178. Custo: DKK 46.454.194kr, cerca de ESC 201 046 000$00.

História: O FUNCHAL foi construído por Helsingor Skibsvaerft og Maskinbyggery A/S (Elsinore Shipbuilding & Engineering Co. Ltd.), em Helsingor, Dinamarca, (construção n.º 353), para a Empresa Insulana de Navegação, autorizada para tal pelo Governo Português (Despacho n.º 65 de 10-07-1959, do ministro da Marinha, Almirante Fernando Quintanilha). O contrato com o estaleiro assinado a 12-08-1959. A 4-07-1960 procedeu-se ao assentamento da quilha. O lançamento decorreu a 10-02-1961, sendo madrinha D.ª Beatriz Bensaude. O FUNCHAL efetuou as provas de mar de 7 a 12-10-1961 e foi entregue ao armador a 12-10, largando a 15-10 de Elsinore para Lisboa, onde entrou pela primeira vez a 19-10 sob o comando do Capitão da M M Manuel António Bio. A 20-10, foi visitado pelo ministro da Marinha. A 31-10 recebeu a visita do Presidente Américo Thomaz. Tonelagens alteradas em Lisboa em 10-1961 após arqueação feita «segundo a 1.ª regra do processo Moorsom»: Arqueação bruta: 9824 toneladas; Arqueação líquida: 5972 toneladas. Porte bruto: 2975 toneladas. O FUNCHAL saiu de Lisboa em viagem inaugural à Madeira e aos Açores a 4-11-1961, para o Funchal, Ponta Delgada, Horta, Angra do Heroísmo, Ponta Delgada, e Funchal, substituindo o paquete LIMA. O FUNCHAL começou por fazer uma viagem mensal à Madeira e Açores, intercalada por duas idas ao Funchal. A 11-01-1962 iniciou a primeira viagem regular à Madeira e Tenerife. O primeiro cruzeiro do FUNCHAL foi a viagem de Fim de Ano, de 29-12-1962 a 2-01-1963, de Lisboa ao Funchal, programa que se repetiu nos fins de ano de 1963, 1964, 1965, 1967, 1968, 1969, 1970, 1971, 1974, 2013 e 2014. Em 07-1962, no decurso das viagens 28 e 29, o FUNCHAL transportou o Presidente da República de Lisboa (3-07) para Santa Maria e Ponta Delgada (5-07), e da Horta (15-07) para o Funchal (17-07). De 22-06 a 3-07-1966 o FUNCHAL efectuou um cruzeiro a Ponta Delgada e ao Funchal, fretado ao Automóvel Clube de Portugal. Durante a viagem registaram-se avarias nas caldeiras que levaram à imobilização do FUNCHAL em Lisboa, de 3-07-1966 até 7-04-1967. Primeiro cruzeiro ao Mediterrâneo, de 8 a 18-08-1967 (Lisboa, Nápoles, Génova, Cannes, Palma de Maiorca, Gibraltar, Lisboa), seguido de um cruzeiro Lisboa, Tenerife, Funchal, Lisboa, de 18 a 23-08-1967. De 28-01 a 21-02-1968 o FUNCHAL foi fretado à Sociedade Geral para uma viagem especial a Cabo Verde e Guiné com o Presidente da República. De 31-10 a 3-11-1968, primeiro mini-cruzeiro do FUNCHAL de Lisboa a Gibraltar e Cádis. Viagens Southampton-Lisboa-Funchal-Las Palmas-Tenerife iniciadas a 7-10-1969, numa série programada para se realizar até 03-1970, mas suspensa a 10-11-1969 por dificuldades criadas pelas autoridades inglesas, ao reterem o dinheiro das passagens, em Libras, e falta de capacidade de tesouraria da Insulana face à situação. De 12 a 14-11-1971 o FUNCHAL serviu de hotel flutuante na Praia da Vitória, em apoio da cimeira dos presidentes Nixon e Pompidou na Terceira. De 23-01 a 10-04-1972 o FUNCHAL permaneceu em Lisboa em preparação para a viagem presidencial ao Brasil, em regime de fretamento ao Ministério da Marinha, transportando os restos mortais de D. Pedro IV, por ocasião dos 150 anos da independência do Brasil, de 10-04 a 10-05-1972. De 19-06 a 6-07-1972 o FUNCHAL fez um grande cruzeiro ao Mediterrâneo, fretado à Agência Europeia. Novas avarias nas caldeiras obrigaram à imobilização do FUNCHAL em Lisboa a 24-08-1972, e à substituição das turbinas por 2 motores Diesel Werkspoor, modelo 9TMS410, com 2x5000 bhp de potência, e 18 nós de velocidade. Remotorização e adaptação para cruzeiros em classe única (402 passageiros), feita em Amesterdão, de 16-11-1972 a 16-06-1973, pelo estaleiro NDSM. Custo: 100 mil contos. A 16-06-1973, início do primeiro cruzeiro internacional, com saída de Zeebrugges e Dover. A 11-12-1973 saída de Lisboa para o Brasil, onde fez cruzeiros fretado à Agência Abreu. Propriedade transferida a 4-02-1974 para a CTM-Companhia Portuguesa de Transportes Marítimos. De 18-09-1974 a 19-10-1975 o FUNCHAL voltou a fazer a carreira das Ilhas por decisão governamental. A 10-05-1976, primeiro fretamento a G. P. Potamianos, para cruzeiros na Escandinávia. A 19-08-1985 o FUNCHAL foi vendido à firma Great Warwick Inc., (George Potamianos), iniciando os cruzeiros internacionais a 13-12-1985 sob gestão da Arcália Shipping / Classic International Cruises, com que operou até 09-2010. Adquirido pela Portuscale Cruises em 2013, remodelado na Navalrocha, para cruzeiros internacionais m que operou de 08-2013 a 2-01-2015. Vendido para Signature Living Cruises, Liverpool e entregue em Lisboa em 10-2019. Continuou em Lisboa imobilizado. Comprado a 30-01-2021 por interesses dos EUA para transformação em hotel flutuante, cujos trabalhos decorrem em Lisboa, com o objetivo de manter o navio no Tejo.

Artigo publicado na REVISTA DE MARINHA, edição de Dezembro de 2021.

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Monday, June 15, 2020

Portugal vigilante

Capa da edição n.º 79 da REVISTA DE MARINHA (1940), com a Europa em guerra e o Aviso AFONSO DE ABUQUERQUE fundeado na baía do Funchal. A nossa Armada estava razoavelmente apetrechada de navios modernos, mas a Marinha Mercante nacional era insuficiente e foi obrigada a um ritmo de serviço exaustivo, ao mesmo tempo que se foi comprando a qualquer preço o pouco que foi possível adquirir. O maior problema acabou por resultar da inexistência de navios petroleiros portugueses, o que obrigou a afretamentos por preços inimagináveis e a racionamentos. Na altura aprendeu-se a lição e em 1947 foi fundada a SOPONATA - Sociedade Portuguesa de Navios Tanques, que durou até 2004. Hoje estamos em pior situação do que em 1939 no que toca a transportes marítimos. Não temos um único petroleiro digno desse nome e os outros navios são quase nada. Mas ninguém parece estar preocupado. Um dia ainda vamos pagar caro.
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Tuesday, February 19, 2019

SANTA MARIA na Revista de Marinha

Capa e artigo publicado na REVISTA DE MARINHA (RM) de Janeiro de 1987 dedicado ao saudoso paquete português SANTA MARIA. 
Ligado de forma próxima à revista desde 1980, trabalhava na altura como Director-Adjunto e Gerente da empresa proprietária da revista, a ENN - Editora Náutica Nacional, Lda., sendo responsável por dar continuidade ao espírito do antigo Jornal da Marinha Mercante, absorvido pela RM em 1972, divulgando os assuntos contemporâneos e a história da nossa Marinha de Comércio e navios respectivos, nada que não continue a fazer nos dias de hoje, embora em contexto diverso, que o mundo mudou muito desde 1987 e quase desapareceu para a Marinha Mercante Nacional.
Enfim, uma forma de recordar o SANTA MARIA, cuja fotografia a cores foi tirada pelo fotógrafo madeirense João Pestana em Fevereiro de 1968, parte de um trabalho encomendado pela Companhia Colonial de Navegação, que depois aproveitou um outro slide, tirado quando da largada do paquete, ao final da tarde, rumo a Tenerife e La Guaira, para fazer um postal muito bonito.

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Sunday, December 10, 2017

Prémio "Comandante Gabriel Lobo Fialho"


Esta Quinta-feira, 7 de Dezembro de 2017, durante a cerimónia de apresentação da edição n.º 1000 da REVISTA DE MARINHA no Pavilhão das Galeotas do Museu de Marinha de Lisboa, fui homenageado com a  atribuição do prémio "Comandante Gabriel Lobo Fialho", que foi instituído pela RM para assinalar a melhor série de artigos publicados na RM nos últimos três anos, tendo o júri escolhido a série de artigos dedicados aos Navios do Despacho 100, que venho fazendo há alguns anos. Um prémio simpático, na medida do reconhecimento do trabalho que venho desenvolvendo pela preservação das memórias da nossa marinha mercante, que sinto como reconhecimento pela minha dedicação de tantos anos às causas dos navios e do mar e à RM.
Recebi o prémio das mãos da filha do Cte. Lobo Fialho, Rosarinho, que se vê na fotografia entre mim e o actual Director, Almirante Alexandre da Fonseca. Trabalhei durante 15 anos com o Cte. Fialho, de 1980 a 1995 e a minha ligação à Revista de Marinha começou em 1970, quando descobri o primeiro exemplar que adquiri. Com os anos, desde 1980, publiquei centenas de artigos e milhares de fotografias na Revista. E ainda continuo activo. Obrigado pela atribuição do prémio e pela homenagem. LMC

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Thursday, May 11, 2017

ENCONTROS DO MAR na Figueira da Foz

A REVISTA DE MARINHA promove mais um ENCONTRO DO MAR na Figueira da Foz, hoje, pelas 14H15. São todos convidados.
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Tuesday, May 31, 2016

Paquete ALFREDO DA SILVA de 1950


Prosseguindo com a série de artigos que tenho vindo a publicar na Revista de Marinha sobre os navios do DESPACHO 100, acaba de sair na edição de Maio - Junho um artigo biográfico sobre o navio de passageiros e carga ALFREDO DA SILVA, construído em Lisboa para a Sociedade Geral e entregue à empresa armadora a 27 de Julho de 1950, conforme notícia reproduzida do Diário de Lisboa. O anúncio de saída do ALFREDO da SILVA refere-se também ao Diário de Lisboa, edição de 2 de Janeiro de 1952.

A série de artigos de Luís Miguel Correia dedicada aos navios do Despacho 100 tem vindo a apresentar todos os navios construídos ao abrigo daquele Despacho ministerial, por ordem cronológica de entrada em serviço, tendo sido iniciada com um artigo sobre o BENGUELA da CCN. Um bom pretexto para vos recomendar a assinatura da REVISTA DE MARINHA, à qua estou ligado desde 1980, com um intervalo pelo meio, mas com muitos anos de dedicação.
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Wednesday, October 07, 2015

REVISTA DE MARINHA na Rocha do Conde de Óbidos


A REVISTA de MARINHA apresenta hoje a sua mais recente edição em livro na Estação Marítima da Rocha: a PIRATARIA MARÍTIMA CONTEMPORÂNEA. Os amigos da RM e do BNM etão convidados. Vou lá estar com os meus livros e postais para divulgação e venda, possibilitado contactos com os leitores e amigos, sem querer fazer concorrência ao Cte. Portela Guedes, autor da PIRATARIA, que recomendo, até porque o livro foi produzido por mim. LUÍS MIGUEL CORREIA

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Thursday, August 20, 2015

Série de artigos "Navios do Despacho 100"

Tenho vindo a publicar nas diversas edições da REVISTA de MARINHA uma série de artigos dedicados às características e história de cada um dos navios do Despacho 100. O último artigo publicado é dedicado ao paquete MOÇAMBIQUE de 1949, que pode ser lido na integra na RM e cuja ficha técnica e histórica foi agora publicada no meu Diccionário de Navios Portugueses, que agora se reactiva. Entretanto hoje estou a escrever a história do 36º navio do Despacho 100, o mini-paquete LURIO, da Companhia Nacional de Navegação, que em 1968 passou para a frota da Insulana com o  nome FAIAL e navegou até 1973. Destina-se á próxima Revista de Marinha, edição de Agosto e Setembro, em produção.
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Tuesday, June 30, 2015

REVISTA de MARINHA no Facebook

A prestigiada REVISTA de MARINHA mantém-se jovem aos 78 anos de idade e acaba de alargar a sua esfera de divulgação dos assuntos do mar à plataforma FACEBOOK, que pode ser visitada aqui: https://www.facebook.com/revistademarinha. Pode igualmente visitar o site oficial da RM aqui. http://www.revistademarinha.com/. Faça uma visita virtual à REVISTA DE MARINHA, inteire-se das mais recentes notícias e acontecimentos e se gostar informe-se no site sobre como adquirir e ou assinar a RM.
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Lançamento de livro PIRATARIA MARÍTIMA CONTEMPORÂNEA

O novo livro PIRATARIA MARÍTIMA CONTEMPORÂNEA é lançado hoje no Clube Militar Naval, em Lisboa, pelas 18H30. A edição é das Edições REVISTA DE MARINHA, o autor é o Cte. Henrique Portela Guedes e a obra está publicada em duas versões, em inglês e português, sobressaindo a grande qualidade gráfica  e dos conteúdos e textos.
Os leitores do BNM que queiram estar presentes serão muito bem vindos e poderão adquirir um exemplar autografado pelo Autor. O livro custa €28,00.
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Friday, April 10, 2015

LMC e REVISTA de MARINHA na Náuticampo 2015

Estou na Náuticampo até Domingo, dia 12 de Abril, venha visitar o nosso espaço com a REVISTA de MARINHA, os livros das Edições Revista de Marinha e os livros de Luís Miguel Correia editados pela EIN - Náutica. Temos disponíveis revistas, livros e postais para adquirir ou apenas ver, são todos bem vindos. Hoje a feira abre às 14H00 na Fil - Parque das Nações, amanhã Sábado e Domingo a abertura é às 10H00 e o encerramento será às 23H00 hoje e Sábado, e às 20H00 no Domingo.
Venha visitar-nos e não perca a oportunidade de assinar a REVISTA DE MARINHA ou adquirir aquele livro do LMC e receber uma pequena lembrança e um autógrafo ou dedicatória no livro. O nosso espaço é junto ao Auditório, ao lado dos espaços da MARINHA PORTUGUESA e da MARINHA DO TEJO, provavelmente a melhor Troika desta NAUTICAMPO 2015
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Sunday, April 05, 2015

Mais uma REVISTA DE MARINHA

Acaba de sair mais uma edição da Revista de Marinha, que corresponde ao número 984 e é referente a Março e Abril de 2015, apresentando na capa o arrastão português PASCOAL ATLÂNTICO, fotografado na Gafanha da Nazaré por Luís Miguel Correia. Esta edição da RM é dedicada em especial à temática das Pescas, como sobressai da leitura do editorial, assinado pelo seu Director, Vice-almirante Alexandre da Fonseca, que reproduzimos:
"... No presente número da vossa revista vamos abordar com algum destaque os setores da pesca, aquacultura e atividades relacionadas.
No que se refere à pesca, os números provisórios de 2014 indicam um decréscimo de 18% nas capturas, que atingiram as 121.000 tons., de certa forma compensado por um aumento de 19% nos preços. De assinalar um significativo aumento das capturas de atum na Madeira. Os portos de pesca mais importantes, por tonelagem desembarcada, são Sesimbra, Matosinhos, Peniche, Olhão e Aveiro.
A cavala, a sardinha, o carapau, o polvo e a pescada são as espécies mais comuns; sublinhe-se, com preocupação, uma nova queda nas capturas da sardinha, que obrigou mesmo à suspensão da pesca desta espécie, com consequências sociais que tiveram eco na comunicação social.
Na aquacultura, de que não temos números oficiais, estima-se uma produção de cerca de 11.500 tons, com aumentos significativos no mexilhão e na ostra, no Algarve, e da dourada, na Madeira. São valores diminutos, se comparados com uma produção de 200.000 tons. na vizinha Galiza, mas existe potencial de crescimento, quanto mais não seja por substituição de importações.
Na transformação do pescado o panorama é mais positivo. A exportação dos produtos da fileira do pescado tem vindo a crescer e a presença em feiras como a SEAFOOD, em Bruxelas, tem-se saldado com êxitos. A exportação das conservas anda pelos 200 M€, com o crescimento condicionado pela falta de sardinha, a matéria prima mais importante. A balança comercial da pesca, contudo, mantém-se negativa, em cerca de 560 M€.
As perspetivas para o futuro são razoáveis. Vemos com otimismo o esforço legislativo, designadamente, a Lei de Bases do Ordenamento e Gestão dos Espaços Marítimos e diplomas complementares, cujos efeitos, contudo, são de médio prazo. As quotas de pesca, recentemente negociadas em Bruxelas, aumentaram razoavelmente e registam-se investimentos na aquacultura e em unidades indústriais da fileira do pescado. A salicultura e a produção de algas tem vindo a crescer. A investigação científica nacional tem apoiado o setor e trazido alguma inovação. Por outro lado, a redução do número de pescadores no ativo tem permitido algum aumento na produtividade.
No lado negativo, regista-se o envelhecimento da frota, pois faltam novas construções, por não existirem linhas de crédito de apoio.
A pesca é, e será sempre, uma atividade de risco, que a falta de uma cultura de segurança mais acentua. Uma tragédia recente, o afundamento da embarcação SANTA MARIA DOS ANJOS junto das arribas entre a Praia das Maçãs e as Azenhas do Mar, veio de novo enlutar famílias e chamar a atenção para este problema. Em nossa opinião, pese embora a ação disciplinadora da Autoridade Marítima e as ações de formação e treino do For-Mar, terão que ser os próprios pescadores e as suas organizações de classe a assumir uma clara mudança de atitude.
A terminar, os nossos parabéns à Ministra Assunção Cristas pela iniciativa de organizar entre nós, em princípios de Junho, uma “semana azul”, com grande visibilidade internacional, o que naturalmente saudamos vivamente e consideramos muito positivo.
 Alexandre da Fonseca ..."
A REVISTA DE MARINHA é uma publicação independente de divulgação das actividades marítima e navais, que apresenta uma longevidade invulgar entre nós, pois publica-se desde Janeiro de 1937. A título pessoal a minha ligação à RM data de 1970 quando descobri um exemplar à venda e passei a ser leitor assíduo, aos 13 anos. Para comprar a Revista, que então saía todos os meses e custava 7$50, ia a pé para o liceu e poupava o dinheiro dos bilhetes do autocarro. Em 1980 passei a ser colaborador da RM, então dirigida pelo Sr. Comandante Gabriel Lobo Fialho e propriedade da Empresa do Jornal do Comércio. Pouco tempo depois era Director-Adjunto, cargo que desempenhei por muitos anos, até 1995, e que entretanto voltei a assumir em Janeiro deste ano, por convite cheio de significado do actual Director, Sr. Vice-Almirante Alexandre da Fonseca, a quem se deve de forma muito especial o ressurgimento que a revista tem tido, depois de um período de relativo declínio. Muita gente diz que a Revista de Marinha está cada vez melhor, a equipa que a produz esforça-se todos os dias nesse sentido, boas razões para que assine e divulgue a nossa publicação.
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Wednesday, March 19, 2014

O n/m GORGULHO de 1949

O próximo navio referênciado na série de artigos sobre o Despacho 100 que tenho vindo a publicar na Revista de Marinha com regularidade será o Paquete GORGULHO. Não é por acaso que lhe estou a chamar Paquete, pois este navio de carga e passageiros (1949-1974) embora fosse principalmente un navio fruteiro - o nosso primeiro fruteiro - transportou muitos passageiros e foi pioneiro na carreira Funchal - Porto Santo precisamente no transporte de centenas de passageiros. Em 1963-64 operou ao serviço da TAP fazendo a ligação do Porto Santo ao Funchal com os passageiros dos aviões desta empresa, em conjunto com outro pequeno paquete, o CEDROS de 1955. Não percam a Revista de Marinha...
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Saturday, February 15, 2014

EUROPA ex-KUNGSHOLM

Com o actual EUROPA 2, que visitei na viagem inaugural em Lisboa em Maio de 2013, são já quatro os paquetes com o nome EUROPA que tive o gosto de conhecer e visitar, a começar pelo EUROPA de 1965, ex-KUNGSHOLM de 1953 (substituído pelo KUNGSHOLM de 1966 depois SEA PRINCESS e VICTORIA).

Este velho EUROPA de duas chaminés, a primeira das quais era falsa, servindo apenas propósitos estéticos e de localização para equipamentos auxiliares, era um belo navio, comprado ainda pelo Norddeutscher Lloyd, de Bremen - ficava lindíssimo com as cores dessa companhia - esteve efectivamente em Lisboa no último cruzeiro a 30 de Setembro de 1981 como aqui descrevi em artigo / notícia publicado na Revista de Marinha 105 de Setembro de 1981, estava eu então nos meus primórdios de escritas marítimas e jornalisticas...
Este navio foi então vendido à companhia italiana Costa e com o nome COLUMBUS C esteve por diversas vezes em Lisboa, fretado à Hapag-Lloyd, acabando por se encontrar no Tejo com o seu sucessor KUNGSHOLM de 1966 (como SEA PRINCESS da P&O), um dia antes do acidente em Cadiz que levou à sua perda total e desmantelamento em Barcelona em 1984-85...
Com efeito os dois ex-KUNGSHOLMs encontraram-se em Lisboa atracados ao cais avançado da Rocha, actual Liscont, nos dias 27 e 28 de Julho de 1984, o primeiro como SEA PRINCESS da P&O e o segundo como COLUMBUS C. Fiz fotografias de conjunto, em slide e a preto e branco, de bordo de um rebocador dos Catraeiros e logo a seguir recebi a notícia chocante de que por erro de navegação o COLUMBUS C tinha colidido com o molhe de Cádiz à entrada do porto no dia seguinte - 29 de Julho, sofrendo um rombo e acabando por afundar em Cádiz. As avarias foram muitas e acabaram por ditar a venda do navio para sucata. Depois de reposto a flutuar, o COLUMBUS C saiu a reboque de Cádiz para Barcelona a 2 de Abril de 1985.
Para ler o artigo faça "click" sobre as imagens e amplie as mesmas...
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Tuesday, January 28, 2014

REVISTA DE MARINHA faz 77 anos

A REVISTA de MARINHA celebra, no próximo dia 31 de Janeiro, 77 anos de publicação, com uma sessão comemorativa no Clube Militar Naval.
O primeiro número da revista foi publicado a 31 de Janeiro de 1937, com direcção do então jovem jornalista Maurício de Oliveira (seu primeiro Director, cargo que exerceu até 1972), e edição da Parceria António Maria Pereira.
Foram até agora 77 anos dedicados às causas da Marinha, dos navios e do mar em Portugal, propósito que nunca foi fácil entre nós, mas que a RM tem sempre desempenhado com dignidade e muito esforço por parte dos seus dirigentes e colaboradores mais próximos.
Dirigida actualmente pelo Vice-Almirante Alexandre da Fonseca, a REVISTA de MARINHA vem atravessando com sucesso um período de renovação e reafirmação, tendo melhorado muito em termos de qualidade e aumentado a sua circulação.
Acaba de ser publicado o número 977 da RM, com uma belíssima capa com base numa aguarela de Mestre Fernando Lemos Gomes, com uma aguarela original de um dos novos submarinos portugueses, e 68 páginas interiores repletas de actualidades, artigos de opinião e crónicas de grande interesse.
Esta edição da RM é dedicada em particular à Marinha de Guerra, cujos assuntos são analisados em diversas perspectivas, recomendando-se o artigo "A MARINHA PORTUGUESA e a EXTENSÃO da Plataforma Continental", assinado pelo Vice-AlmiranteVictor Cajarabille, e ainda os artigos "O Atlântico Sul e Angola", do Vice-Almirante Valentim António, da Marinha de Angola, "Desafios para o Reequipamento da Marinha do Brasil", assinado por Eduardo Pesce e "Posrtugal no comando da EUNAVFOR, do Contra-Almirante Jorge Novo Palma. Há muito mais para ler e analisar nesta edição da Revista de Marinha que recomendamos vivamente.
Entretanto deixamos aqui os nossos cumprimentos ao Director da RM e votos de continuado sucesso da Revista, e que se mantenha jovem e dinâmica por, pelo menos, mais 77 anos.
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Friday, December 20, 2013

FUNCHAL capa da REVISTA DE MARINHA

No editorial da REVISTA de MARINHA de Março de 1985, dedicada ao paquete FUNCHAL, escrevi que

"Em Portugal, a falta de visão e inércia recentes estão a saldar-se por um preço incomportável. Não será a altura de procurar recuperar o que resta e estancar a ruína colectiva? Enquanto nos debatemos no presente com as mais variadas incertezas e incapacidades, por uma série de circunstâncias felizes, o FUNCHAL lá continua a navegar, prestigiando o País e a Marinha Mercante. Que assim possa continuar..." 

Mais de vinte e oito anos depois, estas palavras podiam ter sido escritas hoje. Andei estes anos todos a escrever e a pregar aos peixes. E tal como em 1985 temos de novo a tutela do FMI, que na altura inspirou o fecho da CTM e CNN. Uma das muitas capas que já publiquei em diversas revistas divulgando sempre o FUNCHAL, esta mostrava o navio a atracar no cais da Rocha, em Lisboa, em 1984, vendo-se atracado o VISTAFJORD da Cunard, actual SAGA RUBY, que está a fazer a última viagem...
Ver mais aqui.http://paquetefunchal.blogspot.pt/2013/12/funchal-em-1985.html
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Monday, June 24, 2013

SERPA PINTO e Frank Braynard


A minha viagem pelo mundo dos navios e do mar começou há mais anos que poderá parecer e tem sido uma viagem de sonho sem final à vista, nem pressa de chegar. Este meu mundo foi-se povoando de navios, imagens, vivências e muitos Amigos espalhados por todas as rotas possíveis e imaginárias. Um desses Amigos excepcionais foi o Frank O. Braynard, um americano de Nova Iorque, grande amigo de Portugal e inspiração para mim e muitos outros entusiastas. Frank Braynard foi um grande jornalista, autor de livros e impulsionador de uma das maiores colecções dedicadas aos navios, que saboreei por diversas vezes na sua casa de Long Island onde sempre me recebeu tão bem. Em vez de fotografar os seus navios preferidos, Frank Braynard pegava num papel e numa caneta e desenhava os navios, dando novas vidas a memórias antigas ou recentes. Num instante o navio estava feito. Em 1986 pedi ao Frank se fazia uma ilustração para a edição comemorativa da REVISTA DE MARINHA de Janeiro de 1987, que então estava a organizar com o Cte. Gabriel Lobo Fialho. Na volta do correio chegou esta criação artística do SERPA PINTO, que o Frank conheceu em Nova Iorque como EBRO nos anos 20 e 30 do século passado. Trata-se de uma imagem do navio feita a partir de uma fotografia de Julho de 1952 quando o paquete SERPA PINTO efectuou o seu famosos cruzeiro ao Báltico por ocasião dos jogos olímpicos de Helsínquia. O original foi página central dessa edição dos 50 anos da RM e depois foi utilizada no livro FIFTY FAMOUS LINERS, creio que o primeiro volume, e numa edição de postais... Tenho saudades deste Amigo tão especial.
Curiosamente, o negativo original desta fotografia, em vidro, formato 13 x 18 cm, que pertenceu à Companhia Colonial de Navegação e à CTM até 1985, hoje integra a colecção LMC. Foram-se os navios e os armadores, mas ficam as memórias, que tenho sempre procurado preservar e divulgar com dedicação.

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Wednesday, February 06, 2013

Mais uma REVISTA DE MARINHA

Acaba de ser publicado mais um número da REVISTA DE MARINHA, referente a Janeiro e Fevereiro de 2013.
Trata-se do nº 971 da RM, que se publica regularmente desde há 76 anos, desde Janeiro de 1937. 
Com publicação bimestral, a RM chegou a ter periodicidade quinzenal mas foi durante mais de sessenta anos uma revista mensal.
A nova edição da RM apresenta uma belíssima capa com a fragata BARTOLOMEU DIAS pintada por Fernando Lemos Gomes. 
Artigos numerosos e diversificados cobrem a actualidade nacional, política marítima, actividade portuária, cultura marítima, as ciências e tecnologias do mar, história marítima, marinha mercante, etc.
O tema principal desta edição é a Marinha de Guerra, tema da capa complementado com quatro artigos, desde os 75 anos do N/E SAGRES, ao novo porta-aviões chinês e a memórias da patrulha da Beira, em Moçambique.
Prosseguindo a série de artigos dedicados aos navios do Despacho 100, Luís Miguel Correia apresenta a história do navio de carga geral CARTAXO, de 1948, da antiga Sociedade Geral. Na secção "Escaparate" é apresentada uma recensão do livro "De Lisboa à Outra Banda", de L. M. Correia e outra sobre a obra "Recordações de Um Marinheiro - Timor 1973/1975".
Mais um excelente número da Revista de Marinha, a não perder...E já agora que tal visitar o sítio oficial da RM aqui?
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76º. aniversário da Revista de Marinha

Decorreu no passado dia 31 de Janeiro, nas instalações do Clube Militar Naval, em Lisboa, a celebração do 76º aniversário da Revista de Marinha. A revista foi fundada em 1937, tendo sido publicado o seu primeiro número a 31 de Janeiro; foi seu fundador e primeiro director o prestigiado jornalista e publicista das causas do Mar, Maurício de Oliveira.
A celebração teve início às 18h30, com palavras de boas-vindas do Presidente da Direcção do CMN, Cte Miguel Picoito, a que se seguiu uma intervenção do Editor e Director da RM, V/Alm Alexandre da Fonseca, que agradeceu a presença de todos e se referiu ao ano de 2012, um ano tranquilo para a revista, pese embora a borrasca em que se encontra mergulhada a sociedade portuguesa. A RM ultrapassou já os mil assinantes, que incluem algumas dezenas de estrangeiros, e é distribuída por todo o país, com predominância na zona do litoral e nos Açores e Madeira. Encontra-se ainda à venda em Lisboa, na loja do Museu de Marinha, na Casa J. Garraio e na Livraria Ferin, em Bruxelas, na Livraria Orfeu, e através da firma SONADI, em Angola.
Teve então lugar a cerimónia de entrega do Prémio literário “Revista de Marinha” ao autor do melhor artigo publicado na revista, no decurso do ano civil de 2012. O Senhor Almirante Vieira Matias, Presidente do Júri, proferiu palavras de grande simpatia para com a revista e seus autores e colaboradores, e em seguida, referiu-se aos trabalhos do processo de selecção, dificultado pela grande qualidade da maioria dos artigos. Assinalou que foi deliberado atribuir o prémio ao texto “O panorama da Ásia Oriental em transformação”, de que foi autor o Dr. Tiago Alexandre Maurício, e ainda duas menções honrosas, ao artigo “Construção e Reparação Naval – Uma Indústria que deve ser mantida (parte II)”, do C/Alm Vitor Gonçalves de Brito e ao conjunto de crónicas “Despacho 100”, assinadas por Luís Miguel Correia. O prémio consistiu na bela aguarela “Alma do Tejo”, uma tradicional canoa do Tejo navegando à vela, pintada por Fernando Lemos Gomes, presente na sala e saudado pelos presentes com uma calorosa salva de palmas. Contudo, em virtude de o Dr. Tiago Maurício ser presentemente bolseiro na Universidade de Kyoto, Japão, não foi possivel materializar na ocasião a entrega do prémio. Ao C/Alm Gonçalves de Brito e ao Sr. Luis Miguel Correia foram entregues pelo Alm. Vieira Matias, exemplares do livro “Fábrica das Naus”, editado pela Academia de Marinha. Em seguida, foi efectuado um sorteio de duas viagens de cruzeiro entre os assinantes da revista, cortesia das firmas MSC-Cruzeiros e DouroAzul, a cujas administrações muito agradecemos. Os nossos parabéns ao Dr. João Vasco Feitoria, de Angra do Heroísmo, Açores, e ao Dr. Pedro Vale Teixeira, do Porto, nossos estimados assinantes, respetivamente com os números 4769 e 4972, e os nossos votos de excelentes viagens! 
Por fim, procedeu-se à assinatura de um protocolo de colaboração entre a ENN-Editora Náutica Nacional, representada pelo V/Alm. Alexandre da Fonseca, e a Associação Nacional de Fuzileiros, representada pelo C.m.g. fz Francisco Lhano Preto, Presidente da sua Direcção. Nas palavras então proferidas foi patente o propósito de estabelecer uma colaboração profícua, com interesse e relevância para as duas entidades.
O evento terminou com a confraternização entre os cerca de 60 convidados, num cocktail cujo catering foi da responsabilidade dos serviços do Clube Militar Naval. Estiveram presentes membros do Conselho Editorial, do Júri do Prémio, Colaboradores, Anunciantes e Convidados, entre os quais, a Administradora do Porto de Lisboa, Dra. Andreia Ventura, o Director-Geral do IH, C/Alm Silva Ribeiro, o Administrador do Arsenal do Alfeite, C/Alm Cunha Salvado, o 2º Comandante Naval, C.m.g. Silvestre Correia, o Director da Revista da Armada, C/Alm Roque Martins, a Engª Helena Rocha, da Editora Diel, os membros do Júri, Cte. Ferreira da Silva, Engº Seixas da Fonseca e Ctes Rodrigues Pereira e Sardinha Monteiro, e representantes da AORN, Dr. Mário Baptista, da Confraria Marítima de Portugal, Cte. Joaquim Saltão e do IML- Instituto dos Mares da Lusofonia, Cte. Joaquim Villas-Boas e Arqto. Lobo de Vasconcellos. Estiveram ainda presentes muitos representantes de anunciantes, designadamente o Engº José Chaves, da ImtechMarine (ex-Radio Holland), o Engº Ferreira da Costa, da Rhode-Schwarz, o Dr. Magalhães Colaço, da ESRI, o Sr. Guilherme Taveira Pinto, da SONADI, o Sr. Adelino Cardoso, da Mútua dos Pescadores, e os Engº Miguel Morgado e Tiago Santos, da firma BureauVeritas / Rinave. Entre vários outros convidados e amigos, de registar ainda a presença do Engº Balcão Reis, Engº Ribeiro e Castro, Sec.- Ger. do FEEM, Dr Valadas Preto ,da Associação “Salvem o Surf”, Dr Castro Moreira, Com.te Leça da Veiga e sua mulher, Dr Muñoz de Oliveira, do Colégio Pedro Arrupe, e sr Rui Matos.

Texto da Rev. de Marinha e imagens de L.M.Correia. Favor não piratear. Respeite o meu trabalho / No piracy, please. For other posts and images, check our archive at the right column of the main page. Click on the photos to see them enlarged. Thanks for your visit and comments. Luís Miguel Correia