Monday, December 09, 2013

QM2 madrugador


O tempo excepcional que tem feito este mês de Dezembro tem-me proporcionado fotografias muito diversificadas e, quanto a mim, com grande qualidade, se vale alguma coisa opinião em causa própria. No dia 3 de Dezembro madruguei para fotografar a chegada do QUEEN MARY 2, de cujos registos seleccionei estas seis imagens...


 O QM2 entrou a barra ainda de noite e entretanto foi amanhecendo e o navio atracou ao cais de Alcântara já com sol...


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Sunday, December 08, 2013

QUEEN MARY 2 in Lisbon


Current Cunard Line flagship, the passenger liner and cruise ship QUEEN MARY 2 makes an imposing figure berthed alongside the Alcântara Cruise terminal this past 3rd December 2013.

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QM2 in Lisbon 3 December 2013

The Bermudian-registered QUEEN MARY 2 visited Lisbon again on 3rd December 2013 and again I did use my cameras to register her timeless beauty...
COPYRIGHT Photos taken in Lisbon by Luís Miguel Correia.






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Largada de Lisboa do QUEEN MARY 2 a 3-12-2013

O QUEEN MARY 2 esteve mais uma vez em Lisboa, a 3 de Dezembro de 2013. Atracou em Alcântara e largou pelas 17h00, com a luz a desaparecer...





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Saturday, December 07, 2013

SEM NAVIOS NÃO HAVERÁ MAR PORTUGUÊS....

 Não resisto a comentar e reproduzir na integra este artigo de opinião de Carvalho da Silva publicado no JORNAL DE NOTÍCIAS, pela sua oportunidade e razão, numa altura em que os nossos protectores germânicos já estão a desenvolver projectos de navios especiais destinados à exploração do futuro mar português.
 É o reconhecimento do problema da DESMARITIMIZAÇÃO para o qual venho alertando tudo e todos desde que comecei a escrever sobre estes temas na REVISTA DE MARINHA em 1981...
"Nas últimas décadas, assistimos ao aniquilamento de capacidades instaladas em actividades no sector do mar - transportes marítimos, reparação naval, pescas - no contexto de uma política de desindustrialização. Entretanto, os mesmos governantes que "apadrinharam" tal rumo não se cansaram de fazer discursos sobre a importância do mar. E diga-se, por uma questão de dar "mérito" a quem o tem, que o actual presidente da República é o campeão desses discursos.
Sem dúvida, o mar significa para o nosso país uma possibilidade de criação de actividades múltiplas, produtoras de imensa riqueza. Portugal tem extensa costa e imensa zona marítima. Mas não se vai para o mar, desenvolver o fundamental dessas actividades, a nado.
Os transportes marítimos estão em crescimento e vão continuar a crescer para se resolverem problemas ambientais e de custos de circulação de produtos e de bens no mundo. Vai ser preciso construir barcos, reparar, adaptar e modernizar os que existem. A proteção da costa e das nossas águas vai exigir novas e inovadas frotas. A pesca, não estou a ver que se faça à cana, com os portugueses empoleirados nas falésias. Noutras actividades novas, como a produção de energia, a investigação e o turismo ligados ao cuidado e ao usufruto do mar, por muito que se possa trabalhar em terra, será sempre indispensável utilizar barcos.
Como podemos admitir a destruição dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo? Como é possível o presidente da República não ter uma palavra de alerta forte, que ponha termo às trapalhadas e aos envolvimentos em negócios suspeitos ou de mera contabilidade mesquinha, em que o Governo está envolvido?
Exige-se rigor, defesa dos interesses dos portugueses e do país. Todos sabemos que a União Europeia tem seguido políticas de desindustrialização, aplicadas em vários países, secundarizando criminosamente atividades como a construção e a reparação naval. É vergonhoso ver o ministro do sector a proteger-se nessa orientação, que jamais devíamos seguir, para justificar o negócio de ocasião que oferece à Martifer, empresa que parece estar em grande fragilidade financeira.
A Lisnave, durante muitos anos líder mundial na reparação naval, não foi esfrangalhada por não ter futuro, mas sim porque a desactivação da Margueira - com o Estado a executar uma cláusula estabelecida com Salazar, pois os direitos dos capitalistas são sempre adquiridos - propiciou uma forte base de capitalização à família Melo que, entretanto, entrou em força na formação e "rentabilização" do "mercado da saúde". Outros estaleiros foram desactivados em resultado de comportamentos de incúria e, às vezes, como aconteceu noutros sectores de actividade, para propiciar negócios de oportunidade.
Desde o início dos anos 2000, a postura dos governos foi de grande desleixo para com os interesses dos Estaleiros de Viana. Sucederam-se administrações que ou embarcaram no afundamento da empresa ou quiseram agir e não encontravam condições e meios da parte das tutelas.
Dói, e obriga-nos à revolta, ver, durante dois anos, o Governo a não arranjar dinheiro para a empresa cumprir encomendas, mas, de um dia para o outro, encontrar 30 milhões para despedir e destruir a empresa.
Dói ouvir a comunicação social noticiar este desastre camuflado no anúncio da "criação de cerca de 400 postos de trabalho", a face mentirosa desse processo destrutivo. A certeza que o Governo apresenta é a de despedir 609 trabalhadores qualificados. Tudo o resto é mais que nebuloso, incerto e precário.
Um governante que põe em andamento um caso destes, e nele utiliza a mentira e a manipulação, e outros que anunciam desemprego como algo empolgante deviam de imediato ser suspensos de funções e ser-lhes instaurado um processo com intenção de despedimento a ser executado em prazo muito curto.
Os Estaleiros Navais de Viana do Castelo têm capacidades adquiridas, têm trabalhadores qualificados e são necessários ao desenvolvimento económico, social e cultural da região e do país. Os trabalhadores e os seus sindicatos, a população da cidade e da região, as suas organizações e instituições merecem o apoio de todos os portugueses, na luta pela sua defesa."
Ora aqui está finalmente alguém que não tendo água salgada nas veias percebe o óbvio que parece escapar a todos os ilustres promotores do nosso folclore MARítimo contemporâneo. Não há MAR SEM NAVIOS.... Um texto a dar a estudar às criancinhas nas escolas de todo o País. - LMC
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Doca de Santo Amaro

Pormenor poente da Doca de Santo Amaro em modo de Marina, a 3 de Dezembro de 2013.
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Paquete ZENITH em Lisboa





Imagens do navio de cruzeiros ZENITH, da companhia Pullmantur atracado em Lisboa na tarde de 1 de Dezembro de 2013, em viagem posicional para o Brasil. Ainda não tinha visto o navio com o casco azul e não fiquei entusiasmado. Não é a questão da cor, mas o facto de o azul ter uma mancha tão exagerada. Não devia ultrapassar o pavimento cuja linha serve de base ao nome Pullmantur...
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Tuesday, December 03, 2013

PALMELENSE, um Cacilheiro resistente...

Cacilheiro PALMELENSE apanhado em flagrante travessia Cacilhas - Cais do Sodré na manhã de 26 de Novembro último. Construído em Alverca em 1982, o PALMELENSE é um dos seis sobreviventes das 12 unidades da classe CACILHENSE ainda ao serviço da companhia Transtejo, cujos barcos laranjas e azuis continuam a alegrar o nosso rio, à falta de espécimes maiores...



Se gosta de Cacilheiros, o Blogue dos Navios e do Mar recomenda os livros de L. M. Correia DE LISBOA À OUTRA BANDA e LISBON FERRY TALES para presentes de Natal...

Para além de muitas fotografias de Cacilheiros actuais e do passado, estes livros apresentam a história da evolução deste meio de transporte fluvial tão característico de Lisboa desde há séculos.

Para comprar consulte a informação disponível aqui... E além destes há muitos outros títulos disponíveis...

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Sunday, December 01, 2013

Incêndio no OCEAN COUNTESS


O navio de cruzeiros grego OCEAN COUNTESS sofreu ontem, 30 de Novembro de 2013, um incêndio grave a bordo, quando se encontrava imobilizado em Chalkis, na Grécia. O navio estava parado desde 2012 mas há dias fora anunciado o seu regresso ao serviço para 2014, o que agora parece improvável. Notícias referem que foram retirados de bordo os 5 vigias em segurança.

Volta e meia chegam notícias de perdas de paquetes na Grécia, por incêndio, quando estão em reparação ou imobilizados. Nalguns casos o acidente torna-se uma benesse para o proprietário quando o seguro acaba por pagar uma compensação superior ao valor de mercado do navio, havendo quem chame a esta "sorte" "vender um navio ao seguro". O caso mais dramático de uma situação semelhante foi a perda por fogo do PALLAS ATHENA, da Epirotiki Lines. Um amigo meu do Lloyd's Register estava a trabalhar a bordo e em dada altura resolveu pedir um camarote para ficar no navio para o dia seguinte, no que foi veemente aconselhado pelo armador (um dos Potamianos primos do nosso amigo George Potamianos,antigo armador do FUNCHAL, cujos navios por sinal nunca arderam ou se perderam), a ficar antes num hotel. Na manhã seguinte o PALLAS ATHENA já era e depois seguiu para Aliaga para desmantelar.
Ver mais imagens do navio, em Lisboa, aqui. O OCEAN COUNTESS foi construído em 1976 na Dinamarca para a Cunard com o nome CUNARD COUNTESS.
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Friday, November 29, 2013

Transporte BARROSO PEREIRA em Lisboa


Navio de transporte BARROSO PEREIRA (G16), da Marinha do Brasil, fotografado na década de 1980 a atracar em Lisboa no decurso de uma viagem do navio à Europa.

Ver a história detalhada e as características do BARROSO PEREIRA aqui... Fotografia original de Luís Miguel Correia tirada na estação marítima da Rocha.
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ESPADARTE de Fernando Lemos Gomes...

Uma boa surpresa para quem, como eu, gosta de

navios: uma ida ao banco e no balcão este folheto

com o primeiro submarino português magnificamente

ilustrado por Mestre Fernando Lemos Gomes.


O ESPADARTE foi o primeiro submarino português

e o folheto que apresentamos divulga uma moeda

comemorativa dos 100 anos da sua entrada ao

serviço da Armada. Uma iniciativa da casa da

Moeda.

Desta vez até valeu a pena ir ao Totta, passe a

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Já conhecem o sitio TRANCALINE?


Conhecem o termo TRANCALINE?  É da mesma família dos termos BANANA LINE e VACA LINE, com que a malta se referia às carreiras para a Madeira e os Açores em tempos idos...
Hoje TRANCALINE é o nome de um site em forma de memórias de marinheiro, com muito para ler e apreciar. Sugere-se uma visita aqui....

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SPLENDOUR OF THE SEAS largando do Tejo


Navio de cruzeiros SPLENDOUR OF THE SEAS largando de Lisboa na tarde de 26 de Novembro de 2013.

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E já agora, uma amostra do ILHA DE S. MIGUEL...


E já agora, uma amostra do porta-contentores ILHA DE S. MIGUEL, ex-ANJA, da CTM, a largar de Lisboa para as Ilhas no início dos anos 1980. Em 1986 passou a ser o AÇOR da Mutualista Açoreana. A história pormenorizada deste navio está publicada e ilustrada no meu livro n.m. CORVO de 2007. Ver aqui...

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Thursday, November 28, 2013

Porta-contentores MADEIRA da CTM


Este porta-contentores é talvez o menos conhecido dos navios que tiveram as cores da CTM. Muito parecido com o ILHA DE S. MIGUEL, depois o AÇOR da Mutualista Açoreana, o MADEIRA foi construído em 1970 em Hamburgo pelo estaleiro Sietas (construção nº. 668) com o nome SUDERFEHN (1970-1972), chamando-se depois, sucessivamente, AMANDA I (1972-1976), ANNY (1976-1977), AMANDA I (1977-1982), KENYA (1982), AMANDA I (1982). Esteve fretado à CTM em 1982 após o que foi vendido a interesses chineses, passando a chamar-se WAH YEE ainda nesse ano de 1982. Acabou por se perder o rasto deste navio, pelo que em 2012 o Lloyd's Register retirou-o do registo de navios mercante fundamentado na dúvida acerca da existência deste navio nos dias que correm.
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Novo livro de Paulo Santos

Vai ser apresentado na sala das Galeotas do Museu de Marinha de Lisboa pelas 18 horas d e28 de Novembro de 2013, o livro Espadas e Sabres da Marinha Portuguesa, a mais recente obra de Paulo Santos.
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PORTO de LISBOA e arredores


O Porto de Lisboa é o melhor porto natural da Europa e um dos melhores do mundo. Só mesmo os portugueses e em especial os próprios lisboetas é que não conseguem aceitar essa realidade natural e tirar partido do que a natureza deu. Alguns parecem empenhados em não descansarem enquanto não tiverem destruído tudo. Parece que apesar de tudo há muitas oportunidades de negócios à volta do porto e entretanto as tribos dos arredores vão tentando morder as canelas. Tenho lido ultimamente depoimentos variados de vários especialistas reputados, muitos deles grandes teóricos, claro, opinando sobre tudo e mais alguma coisa acerca do Porto de Lisboa e da sua possível associação com Setúbal. Numa conferência da Comunidade Portuária de Setúbal recente foi afirmado que "O futuro do porto de Lisboa é o porto de Setúbal". É verdade que só haverá a ganhar numa maior colaboração estratégica entre os diversos portos portugueses, que a actividade portuária no nosso país devia ser conjugada numa perspectiva comum de desenvolvimento, mas não é isso que tem acontecido, nas últimas décadas foram-se gastando milhões nos portinhos todos e continua-se a sonhar com o mito do cais da Europa, quiçá em Sines, Setúbal, Trafaria. Tem-se feito muita obra positiva mas também grandes asneiras nos portos, que estão sempre a um passo do futuro... 
Uma área curiosa para que a maior parte dos portinhos está a acordar é a dos cruzeiros. Setúbal parece que também quer cruzeiros, Portimão e Leixões querem mais, Sesimbra e Cascais também sonham com a galinha dos ovos de ouro, mas ninguém se lembra de também nesta área criar uma plataforma comum de divulgação e promoção das escalas de navios de cruzeiros em Portugal. Um país tão pequeno só teria a ganhar com uma plataforma estilo CRUISE PORTUGAL, dinamizada por gente capaz, que não abunda, etc, etc... Mas por favor, entretanto não mordam as canelas a Lisboa, que é o melhor porto natural da Europa e um dos melhores do mundo também para navios de turismo.
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