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Monday, March 21, 2011

JENNY ex-FUNCHALENSE de 1968

Imagem triste do antigo FUNCHALENSE de 1968 que durante mais de duas décadas fez a carreira Funchal - Lisboa, a ser desmantelado em S. Vicente.
A história deste elegante navio de carga e passageiros português e das cerca de 30 outras unidades que desde 1907 integraram a frota da Empresa de Navegação Madeirense vem inserida no livro EMPRESA DE NAVEGAÇÃO MADEIRENSE 1907-2007, cuja aquisição recomendamos vivamente.
Fotografia de Dicamus alegadamente referida a 2010.
Texto /Text copyright L.M.Correia. For other posts and images, check our archive at the right column of the main page. Click on the photos to see them enlarged. Thanks for your visit and comments. Luís Miguel Correia

Thursday, July 01, 2010

Porto Grande do Mindelo



Imagens do Porto Grande, Mindelo, na ilha de São Vicente, o porto mais importante do Arquipélago de Cabo Verde, registadas a 11 de Maio de 2010 de bordo do MSC OPERA pelo nosso Amigo Carlos Pitta, a quem agradecemos o interesse e a partilha com a nosso "comunidade dos Navios e do Mar".
O Poro Grande continua fascinante, é o que denotam estas imagens, com uma série de navios costeiros fundeados, incluindo um antigo navio de passageiros Ro-Ro da primeira geração de aspecto escandinavo. Quem nos diz o nome deste ferry?
Destaque para o porta-contentores MANX LION, operado pela Portline na linha de Cabo Verde e Guiné.
Texto de /Text by L.M.Correia. For other posts and images, check our archive at the right column of the main page. Click on the photos to see them enlarged. Thanks for your visit and comments. Luís Miguel Correia

Saturday, October 04, 2008

Navios de carga de Cabo Verde

Cargueiros de Cabo Verde fotografados a 1 de Dezembro de 2003 no Porto Grande de São Vicente. Atracados ao cais comercial, os navios de carga geral 13 DE JANEIRO e BOAVISTA, o primeiro construido no Japão para Cabo Verde, o segundo adquirido na Noruega. Fotografado ao largo, o DILZA, que acabara de sair do estaleiro CABNAVE depois de reparação e pintura.
Cape Verde cargo ships photographed on 1st December 2003 at Porto Grande, St. Vincent Island. Two ships were taken alongside, the Japanese-built 13 DE JANEIRO and the BOAVISTA whose look betrays her Norwegian origins. Off the port I photographed the DILZA underway being towed from nearby CABNAVE shipyard after maintenance repairs and painting.
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Tuesday, August 19, 2008

Cargueiro MORABEZA em São Vicente


O navio de carga geral caboverdiano MORABEZA atracado no Porto Grande (Mindelo), Ilha de São Vicente, a 1 de Dezembro de 2003.
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Tuesday, July 22, 2008

MANINHA ex-ELSIE em São Vicente


Um belo dia atraquei em São Vicente (Porto Grande) e deliciei-me a fotografar os navios mercantes cabo-verdianos, revendo inclusivé este velho amigo, que tantas vezes fotografei em Portugal com o nome ELSIE.
Propriedade da empresa Transportes Costeiros Internacionais de Cabo Verde, o MANINHA, cuja fotografia foi obtida a 1 de Dezembro de 2003, foi construído na Islândia em 1971 com o nome ESJA e comprado pelo actual armador em 1983, quando passou a chamar-se ELSIE. Nos primeiros anos era uma presença frequente no Tejo, atracando em Xabregas. Era muito apreciado pela comunidade cabo-verdiana em Lisboa, havia sempre gente no cais em dias de chegada ou partida, com encomendas para enviar ou receber, etc... Era um navio bonito, sempre bem cuidado, com uma chaminé branca e amarela.
Em 2000 passou a chamar-se MANINHA, continuando a ser propriedade do mesmo armador, agora com chaminé branca e manutenção menos cuidada. O MANINHA tem 710 toneladas de arqueação bruta e 823 toneladas de porte bruto.
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BARLAVENTO afundou-se

BARLAVENTO fotografado em São Vicente em Dezembro de 2003, com as cores originais da companhia de navegação estatal ARCA VERDE.
A
03 de Abril passado o navio de passageiros BARLAVENTO afundou-se depois de ter encalhado na véspera nas costas da ilha do Fogo, sem provocar vítimas.
O navio pertencia à companhia Polar, Vulcão e Correia, de São Vicente e ligava as ilhas do Maio e do Fogo, cujos aeródromos estão encerrados ao tráfego.
O aeródromo do Maio foi fechado ao tráfego por ordem da Agência de Aviação Civil, depois de terem sido constatadas anomalias na pista.
Desde então, a ilha estava a ter três ligações marítimas regulares asseguradas pelo BARLAVENTO e um barco de pesca, com capacidade para transportar 25 pessoas mas que não transporta carga.
O delegado marítimo na ilha do Fogo, Carlos Rocha disse que os cerca de 10 mil litros de combustíveis e 1000 litros de óleo lubrificante, que estão a bordo do navio a motor BARLAVENTO, que se afundou na costa da ilha do Fogo, podem começar a vazar, “com o tempo e a qualquer momento”. Embora o navio, que está submerso a uma profundidade entre 10 a 11 metros, não represente perigo para a navegação, o mesmo já não se poderá dizer relativamente a uma possível poluição do meio ambiente devido ao provável vazamento dos combustíveis no local. O delegado marítimo adverte ainda que as embarcações devem evitar navegar ns zona, vez que o navio afundou-se a distância de cerca de 50 metros da terra. O navio BARLAVENTO afundou-se depois de ter encalhado no baixo doPiscadeiro, ao sul da ilha do Fogo, quando fazia a ligação entre as ilhas da Brava e Santiago (Praia). A tentativa levada a cabo pelas autoridades marítimas e a tripulação para desencalhar e recuperar o navio foram infrutíferas, uma vez que quando chegaram ao local do sinistro a embarcação já estava submersa. Informações colhidas no local dão conta de que já na quinta-feira à noite o navio desencalhou e começou a mover-se para a terra, mas foi-se afundando aos poucos até ficar completamente submerso. O navio BARLAVENTO, propriedade da companhia Polar, era a embarcação que, com base num contrato assinado com o Estado, vinha assegurando a ligação marítima entre o porto da Praia e a ilha do Maio.
O BARLAVENTO fazia parte de um grupo de navios de passageiros construídos na Alemanha propositadamente para Cabo Verde. Datava de 1987 e tinha 499 toneladas de arqueação bruta.
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