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Thursday, October 26, 2017

Alan Villiers e PedroTeotónio Pereira

Alan Villiers é conhecido em Portugal por ter viajado no ARGUS e por nos ter dado essa obra prima que se intitula THE QUEST FOR THE SCHOONER ARGUS, mas as suas referências biográficas são bem mais vastas. Ver aqui. Nascido na Austrália em 1903, aos 15 anos embarcou num grande veleiro dando início a uma carreira na Marinha Mercante depois complementada com belíssimos trabalhos jornalísticos, inúmeros livros e muitas fotografias originais que documentam a fase final da vida dos grandes veleiros, em que navegou e que tão bem defendeu e preservou a memória.


As fotografias que apresentamos são de Alan Villiers, retratando um pouco a vida a bordo dos Cap Horniers.
A ligação de Alan Villiers a Portugal desenvolveu-se por intermédio do embaixador Pedro Teotónio Pereira, grande entusiasta das causas do mar e a quem se deve, em grande parte, a existência do actual navio-escola SAGRES, e que depois da Segunda Guerra Mundial promoveu as condições para que Alan Villiers viesse a Lisboa e embarcasse no ARGUS, da Parceria Geral de Pescarias e então o melhor dos nossos lugres da frota branca.

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Wednesday, May 11, 2016

CREOULA E SANTA MARIA MANUELA


Foi há 79 anos que os lugres bacalhoeiros CREOULA e SANTA MARIA MANUELA foram lançados ao Tejo, nos estaleiros da Rocha do Conde de Óbidos, onde foram construídos pela CUF. Foi um grande acontecimento, come se pode ler na notícia que reproduzimos do Diário de Lisboa desse mesmo dia 10 de Maio de 1937.

Diz a notícia que ambos os cascos foram lançados à água com grande felicidade e foram de facto navios felizes, como o demonstra a sua existência actual. Passaram também 6 anos que, a 10 de Maio de 2010, o SANTA MARIA MANUELA foi inaugurado como navio de treino de mar, depois de reconstruído de forma brilhante e corajosa pela empresa Pascoal e neste momento encontra-se em Hamburgo, atracado ao mesmo pontão que é desde há anos ocupado pelo RICKMER RICKMERS, a nossa antiga SAGRES ex-FLORES.
Foto do SANTA MARIA MANUELA em Hamburgo de Glyn Lowe e S.M.M. Ver mais no excelente blog do SMM, aqui
O CREOULA continua também a honrar a bandeira portuguesa nos mares como um dos mais belos veleiros do Mundo. 
Na Gafanha da Nazaré, permanece atracado o terceiro navio da série, o famosissimo ARGUS de 1939, que aguarda bons ventos que possibilitem a sua reconstrução como navio de treino de mar. Aqui ficam os nossos parabéns a todos quantos têm contribuído para o sucesso destes navios únicos, e que um dia seja possível voltar a ver os três no mar.
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Sunday, February 17, 2013

ARGUS ex-ÁLVARO MARTINS HOMEM

Navio de pesca de bacalhau ARGUS fotografado em Março de 1991 no rio Coina, vendo-se em primeiro plano o pontão da Parceria Geral de Pescarias e ao fundo as instalações da Siderúrgia Nacional, no Seixal.
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Bacalhoeiros no rio Coina

Uma visita à seca da Parceria Geral de Pescarias em 1991 possibilitou uma série de fotografias às instalações de terra e à frota de bacalhoeiros desta antiga empresa industrial de pescas, com destaque para os navios ARGUS (ex-ÁLVARO MARTINS HOMEM), NEPTUNO e LABRADOR ex- PEDRO DE BARCELOS. Foi uma oportunidade única pois todos estes navios foram abatidos  pouco depois.  
Fotografias tiradas a 26 de Março de 1991.
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NEPTUNO no rio Coina

Bacalhoeiro NEPTUNO de 1958 da Parceria Geral de Pescarias, fotografado amarrado às bóias junto à seca da Azinheira Velha, no Barreiro, a 26 de Março de 1991, um ano antes de ser desmantelado em Alhos Vedros.
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Thursday, September 02, 2010

Ainda o ARGUS...

A campanha do Argus (por David Azevedo Lopes in Diário de Notícias, 26 Abril 2009)
Na passada segunda-feira, dia 6 de Abril, uma chuva mansa e silenciosa trouxe do mar o mais mítico navio português da século XX. Regressou ao País quase anónimo, puxado por um rebocador espanhol que o resgatou das latitudes do Sul e de um tribunal que por arresto o leiloou em Aruba.
Diz quem sabe que ao partir, vendido, em 1975, levou as lágrimas de milhares de homens do mar e virou a última página da maior aventura portuguesa do século passado: a faina do bacalhau nos mares do Norte. Vestiu-se depois de madeiras que nunca tinha conhecido. Camarotes com casas de banho, que nunca houvera visto, bares e música para servir e animar nas Caraíbas os turistas maravilhados por este lugre de quatro mastros de novo baptizado como Polynesia.
Quando rumei à Gafanha da Nazaré, em Ílhavo, avisaram-me que iria encontrar um navio desfigurado, transformado profundamente pela sua segunda vida, talvez perdido e estragado para sempre. Regressei com a ideia contrária. Foi quem o pôs a navegar do outro lado do mundo que o salvou, mesmo que hoje pareça um destroço. Foi quem lhe deu destino, que sem intenção, preservou uma peça insusbstituível da história portuguesa que muitos desconhecem e alguns desprezam. Como não compreender quem advoga que a dimensão e a grandeza de um povo e de um país tem na sua essência o modo como vive e promove a sua cultura. Somos um país de uma riqueza marítima incomensurável, com um traço destintivo e identitário ligado ao oceano, caminho para construir um posicionamento de modernidade e de diferenciação. Somos a maior nação oceânica da Europa e uma das maiores do mundo. E somos também capazes de não saber o que fazer com isso. Utilizamos timidamente os recursos do mar e os nossos portos. Temos uma das mais baixas taxas de navegação de recreio da europa ocidental. Um país onde quem tem um barco, por mais pequeno que seja ou é rico ou é considerado como tal. Não temos nas nossas escolas básicas e secundárias disciplinas ou actividades que nos liguem ao mar. E até a ideia da nossa Expo 98 e dos seus Clubes do Mar, bem como todo o investimento que aí foi feito, desapareceu e não voltou a dar à costa. Dizemo-nos um país de marinheiros, mas não é verdade. Os portugueses não vão ao mar , vão à praia.
E é por isso, e por ser tão evidente que a economia do mar é a nossa maior oportunidade e vocação, que quase não se estranha que dois empresários, Aníbal Paião e João Vieira, donos da empresa Pascoal, desde sempre ligados à pesca e ao comércio do Bacalhau, tenham nas mesmas semanas em que amarguradamente discutíamos a crise e o eventual afastamento da selecção portuguesa da fase final do Mundial da África do Sul, rumaram ao Caribe e do seu bolso resgataram o Argus de todos nós. Talvez também não se saiba que estes mesmos empresários, no próximo mês de Outubro e após anos de luta e alguns milhões de euros de investimento privado, irão concretizar um outro sonho: colocar a navegar, totalmente recuperado o navio Santa Maria Manuela, navio gémeo do navio Creoula da Marinha Portuguesa, ambos construídos em Lisboa em 62 dias no ano de 1937. De repente Portugal, desanimado, distraído e desfocado, ganha uma frota única no mundo. Três veleiros de quatro mastros. E que são mais do que três navios. São a expressão de que nada acontece por acaso e que só com trabalho, visão e paixão, nos tornamos melhores e actuamos na nossa predestinação.
A meio do século passado alguns milhares de portugueses enfrentavam nos mares do Norte uma das mais difíceis jornadas de trabalho e de sobrevivência que a humanidade conheceu. Os verdadeiros super-homens não são os da Marvel ou de Hol- lywood. Foram os pescadores portugueses que pescando à linha e em pequenas embarcações de madeira, passavam seis meses sozinhos no meio do mar. Uma jornada tão dura que quem a fizesse ficava livre do serviço militar obrigatório e dos seus quatros anos de duração.
Somos, no entanto, já filhos de outro tempo e é por isso que a inspiração de homens como Anibal Paião e João Vieira nos podem fazer acreditar que afinal, a crise somos nós.
Naquele dia cinzento de Abril algumas centenas de pessoas e familias inteiras e bloguistas correram a Ílhavo para ver que o navio não era fantasma. A notícia correu célere . Ainda bem que não sou editor televisivo. Arriscar-me-ia a ter uma fraca audiência, abrindo as notícias com este navio chegado da bruma.
Texto de Abril de 2009. Fotografias de Agosto de 2010. Imagens / Images copyright L.M.Correia. For other posts and images, check our archive at the right column of the main page. Click on the photos to see them enlarged. Thanks for your visit and comments. Luís Miguel Correia

Friday, August 20, 2010

BENSAUDE LEGACY

Two classic ships both designed and built to the order of the late Mr. Vasco Bensaude, the cruise ship FUNCHAL, and the four masted schooner CREOULA passed each other on the morning of 20 August 2010 in Lisbon waters.
Both ships are a lasting legacy of Mr. Bensaude's deep interest in his old shipping connections: the FUNCHAL was built in 1960-1961 in Denmark for Empresa Insulana under his close supervision and the same can be stated about the CREOULA, although his fine sailing ship was built in Lisbon in 1937 as a fishing schooner for Parceria Geral de Pescarias, another of the Bensaude Family's former shipping concerns. 
The 49-year old FUNCHAL and the 73-year old CREOULA are still sailing under their original names and flag. as a living tribute to the shipping roots of the Bensaude Family's five generations as ship owners.

Photos of FUNCHAL and CREOULA in Lisbon on 20 August 2010.
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Tuesday, July 13, 2010

Azinheira Velha...

Há sempre uma perspectiva desconhecida do Porto de Lisboa ao pé de si, como demonstram estas imagens datadas de 11 de Junho de 2010, registadas na Azinheira Velha, na seca de bacalhau da antiga Parceria Geral de Pescarias.
O veio e hélice pertenceram a um dos velhos bacalhoeiros da época de regresso ao mar do Estado Novo: o PEDRO DE BARCELOS, da SNAB, qure no final da sua vida foi vendido à Parceria Geral de Pescarias.
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Wednesday, April 21, 2010

CREOULA no Alfeite

O CREOULA apresentava este aspecto ao fim da manhã de 20 de Abril de 2010, atracado a uma das pontes-cais do Arsenal do Alfeite após as provas de mar efectuadas no Tejo a semana passada.
Esperamos que em breve seja possível voltar a ver o CREOULA no mar e a navegar em conserva com o seu irmão SANTA MARIA MANUELA.
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Saturday, March 06, 2010

Bacalhoeiro NEPTUNO de 1958

Um dos mais bonitos navios de pesca do bacalhau da década de 1950, o NEPTUNO foi construído nos Estaleiros SÃO JACINTO, em Aveiro em 1958, para a Parceria Geral de Pescarias.
As duas imagens apresentadas referem-se à fase inicial do navio que ao longo dos anos foi sofrendo alterações diversas. Suponho que a imagem é de 1958. Aceitam-se elementos sobre a história deste navio em comentários.
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Friday, October 09, 2009

ARGUS na Gafanha da Nazaré


Navio de cruzeiros POLYNESIA ex-ARGUS atracado na Gafanha da Nazaré, Ílhavo a aguardar decisão quanto a um futuro regresso às origens novamente como Argus...
Pela popa vê-se o arrastão bacalhoeiro COIMBRA.
Fotografia datada de 8-10-2009.
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Tuesday, April 07, 2009

O REGRESSO DO ARGUS

Poderia chamar-se o regresso do filho pródigo: o antigo lugre bacalhoeiro português ARGUS de 1939 regressou a Portugal e entrou ontem, dia 6 de Abril de 2009, a barra de Aveiro após uma longa viagem a reboque iniciada em Aruba a 13 de Março.
O navio é o terceiro veleiro da série iniciada em 1937 com o CREOULA e que inclui ainda o SANTA MARIA MANUELA. Ao contrário destes navios, que permaneceram sempre portugueses, o ARGUS foi vendido em 1975 e adquirido por um antigo submarinista da Marinha dos Estados Unidos, Captain Mike Burke, que em 1947 fundara a companhia Windjammer Barefoot Cruises, sediada em Miami. O ARGUS foi transformado em navio de cruzeiros à vela e operou nas Caraíbas até 2007, quando foi arrestado em Aruba devido a dificuldades económicas da empresa armadora, acabando por ser comprado em leilão pela Pascoal & Filhos, de Ilhavo, em Janeiro de 2009.
Durante anos a empresa de Mike Burke operou com diversos veleiros famosos, mas com o falecimento deste e a passagem da empresa para os filhos, começaram a verificar-se dificuldades de entendimento entre os novos proprietários o que gerou a falência da empresa.
Para uma notícia mais completa e uma história detalhada do ARGUS, sugerimos a visita aos blogues MARINTIMIDADES e ATLÂNTICO AZUL...
O nosso blogue CREOULA tem também muitas informações sobre os três navios desta classe.
Por último, merecem ser visitados os blogues da Pascoal THE NEW QUEST FOR THE SCHOONER ARGUS e SANTA MARIA MANUELA. Estão de parabéns os armadores Pascoal & Filhos, todos os amantes do mar e amigos dos navios em Portugal por este regresso. É um grande privilégio poderem ver-se futuramente os três CREOULAs a navegar com a bandeira portuguesa.
Texto de /Text by L.M.Correia. Images copyright Pascoal & Filhos. For other posts and images, check our archive at the right column of the main page. Click on the photos to see them enlarged. Thanks for your visit and comments. Luís Miguel Correia

Wednesday, July 30, 2008

PARCERIA EM SÃO MIGUEL


A propósito dos comentários no "post" anterior acerca dos navios da Parceria Geral de Pescarias na ilha de São Miguel, aqui fica uma fotografia do NEPTUNO reproduzida do "Livro de Registo de Navios" da Capitania de Ponta Delgada, onde já tive o gosto de passar algumas horas a estudar assuntos do maior interesse para o futuro da Barcolgia em Portugal...
Pelo aspecto do casco, o navio está a caminho dos bancos de pesca...
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Tuesday, March 11, 2008

Bacalhoeiro LABRADOR em 1986

Bacalhoeiro LABRADOR da Parceria Geral de Pescarias amarrado no rio Coina, frente à Azinheira, em 1986, depois de ter sido comprado à SNAB em 1983. O navio está atracado de braço dado com o ARGUS.
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Thursday, March 06, 2008

Largada do ARGUS para a Terra Nova

Saida do bacalhoeiro ARGUS para a Terra Nova a 24 de Abril de 1991. O navio largou de tarde do cais do Ginjal, em Cacilhas, o casco branco pintado de fresco. Em terra as famílias vieram em despedida dos seus, a tripulação do navio, que a viagem era longa, com regresso previsto só lá para Setembro.
O ARGUS dirigiu-se primeiro a Ponta Delgada, onde embarcou pescadores açoreanos, mantendo uma antiga tradição da Parceria Geral de Pescarias, seguindo depois para os bancos de pesca do bacalhau.
Comprado em 1983 à SNAB, este navio foi construído em 1940-1941 no Estaleiro Naval da CUF em Lisboa com o nome ÁLVARO MARTINS HOMEM.
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Bacalhoeiro ARGUS no cais do Ginjal


Transformação do navio-motor bacalhoeiro ARGUS após compra pela Parceria Geral de Pescarias. Imagem obtida no cais do Ginjal, na época final de actividades da frota bacalhoeira com base em Lisboa. Para recordação...
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Friday, January 11, 2008

MEMÓRIA DOS BACALHOEIROS NA AZINHEIRA

O navio motor NEPTUNO, construído em 1958 nos Estaleiros de São Jacinto para a Parceria Geral de Pescarias amarrado no Rio Coina, junto à Ponte Cais da Parceria Geral de Pescarias, na Azinheira, Barreiro. Pela popa vê-se o ARGUS e o LABRADOR, igualmente amarrados. Os navios passavam o Inverno no Rio Coina e em Abril largavam para a Terra Nova.
Nesta minha visita à Azinheira fiz muitas fotografias dos navios e das instalações de secagem de bacalhau, então ainda em pleno funcionamento. A visita foi complementada por um almoço oferecido pelo Gerente da Parceria, Sr. Helder Claro: um dos melhores bacalhaus da minha vida.
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