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Thursday, April 07, 2016

Congresso A GUERRA NO MAR em Cascais


Vai decorrer amanhã e depois em Cascais o Congresso Internacional A GUERRA NO MAR. Informações e incrições aqui
Em paralelo decorrerão, se o tempo o permitir, visitas à corveta NRP JACINTO CÂNDIDO, da Marinha Portuguesa, que estará fundeada em Cascais.

Texto e imagens /Text and images copyright L.M.Correia. Favor não piratear. Respeite o meu trabalho / No piracy, please. For other posts and images, check our archive at the right column of the main page. Click on the photos to see them enlarged. Thanks for your visit and comments. Luís Miguel Correia

Thursday, October 29, 2015

TOKYO SPIRIT: salvamento bem sucedido

Costuma dizer-se que corre tudo bem quando acaba bem e de certa forma o recente encalhe do petroleiro TOKYO SPIRIT junto à Marina de Cascais acabou de facto bem, com o navio posto a flutuar por rebocadores portugueses no mais curto espaço de tempo possível, sem danos ambientais registados, e perspectivas de uma boa reparação certamente com algumas toneladas de aço para substituir nos estaleiros da Lisnave em Setúbal onde acabámos por assistir à atracação do navio na manhã de 24 de Outubro. Foi de certa forma uma atracção turística de fim de semana a animar Cascais, sem que os muitos espectadores se tenham apercebido dos esforços e eficiência das entidades portuguesas envolvidas na operação de salvamento. Parabéns a todos.
TOKYO SPIRIT livre de perigo e já ao largo de Cascais na tarde de 18 de Outubro de 2015

O navio-tanque suezmax com bandeira das Bahamas TOKYO SPIRIT, que se encontrava fundeado na baía de Cascais desde 14 de Outubro e se destinava a Setúbal, onde ia ser reparado pela Lisnave, garrou na manhã de 17 de Outubro de 2015 e encalhou cerca do meio-dia a menos de 1 milha frente ao farol de Santa Marta, acabando durante a tarde por se posicionar junto ao molhe de protecção da Marina de Cascais.
Imagens do TOKYO SPIRIT na Baía de Cascais e já a ser rebocado para Setúbal pelas prestantes unidades da Rebonave 
O navio perdeu a amarra de estibordo, ao que tudo indica devido ao mau tempo, nomeadamente ondulação e ventos fortes, que se verificou na costa portuguesa e ficou à garra. Duas tentativas de desencalhe do TOKYO SPIRIT, na preia-mar do final da tarde de 17 e na madrugada seguinte, com o auxílio dos rebocadores MONTEVIL, SVITZER FUNCHAL, SVITZER LEIXÕES e SVITZER SINES, deslocados do porto de Lisboa, não resultaram, pelo que se procurou lastrar o navio de forma a aliviar o calado à popa, o que, associado à chegada de Setúbal e Sines dos rebocadores CASTELO DE SÃO JORGE, CASTELO DE SINES e MONTE DA LUZ, mais potentes e adequados à manobra em causa, permitiu o desencalhe do TOKYO SPIRIT com sucesso, pelas 14H30 de 18 de Outubro, iniciando-se o reboque para Setúbal, onde entrou a 19 de manhã e se encontra em reparação. Depois de ter descarregado os resíduos das lavegens dos tanques no terminal da ECO-oil, o TOKYO SPIRIT entrou no estaleiro da Mitrena a 24 de Outubro, onde deverá permanecer cerca de um mês em reparação. 
Um pedido de socorro emitido pelo TOKYO SPIRIT às 12H01 foi recebido pelo Centro de Busca e Salvamento Marítimo de Lisboa (MRCC Lisboa), tendo-se dado início à assistência e salvamento do navio, coordenada no local pelo Capitão do Porto de Cascais. Um helicóptero EH 101 da Força Aérea Portuguesa esteve perto do navio no sentido de apoiar o desembarque dos 22 tripulantes, o que foi recusado pelo comandante do petroleiro alegando que estes não corriam perigo, sendo igualmente utilizada a corveta N.R.P. JOÃO ROBY da Marinha de Guerra. O armador contratou de imediato os serviços da empresa de salvamento marítimo ARDENT, que colocou a bordo uma equipa orientada pelo "salvage master" Bram Sperling. A ARDENT foi criada em 2014 por fusão da Svitzer Salvage com a Titan e procedeu recentemento ao salvamento do paquete italiano COSTA CONCORDIA no Mediterrâneo. 
O TOKYO SPIRIT em manobra no Sado a 24 de Outubro

Uma vez que o TOKYO SPIRIT se apresentava descarregado, o perigo de poluição por hidrocarbonetos limitou-se ao possível derrame de combustível e resíduos de crude existente a bordo e felizmente tudo correu pelo melhor. A Marinha destacou para Cascais uma equipa de 18 elementos especializada na luta contra a poluição, tendo sido montada uma barreira de contenção com 600 metros e utilizado o apoio da APL – Administração do Porto de Lisboa, cujo rebocador AMETISTA esteve em Cascais, e da Protecção Civil de Cascais. O Piloto que dirigiu a manobra que permitiu safar o petroleiro encalhado em Cascais foi o Cte. Aníbal Senos Bela, natural de Ílhavo e piloto da barra do porto de Lisboa, que coordenou com sucesso os esforços dos sete rebocadores utilizados no dia 18 de Outubro. 
O N/T TOKYO SPIRIT é um navio petroleiro suezmax, com casco duplo, construído no Japão em 2006 a acabado de ser comprado e rebaptizado pela TK, empresa actualmente considerada como a maior armadora de navios-tanques para transporte de ramas de tonelagem média, com 44 unidades. 
Imagem da chegada ao estaleiro da Lisnave a 24 de Outubro de 2015 depois de limpos os tanques no terminal da ECO-oil

O TOKYO SPIRIT havia descarregado em 4 e 5 de Outubro em Gotemburgo, ainda com o nome anterior PRINCIMAR LOYALTY após o que foi entregue pela companhia Princimar Maritime à Teekay, mudando de designação, trocando o registo da Libéria pelo das Bahamas e sendo posicionado ao largo de Cascais ainda com a tripulação original, assegurada pela firma alemã Bernard Schult Shipmanagement, de Hamburgo, que se preparava para ser rendida por uma nova assim que o navio entrasse no estaleiro. 
O TOKYO SPIRIT foi construído em Tsu, no Japão pelo estaleiro Universal Shipbuilding Corporation (Construção nº. 19) por encomendada companhia Dynacom Tankers: teve a quilha assente a 29-07-2004, foi lançado à água a 7-01-2006 e entregue ao armador a 7-04-2006, chamando-se inicialmente NAVIGATOR. Em 2013 foi vendido ao grupo Principal Maritime, mudando de nome para PRINCIMAR LOYALTY. Em Agosto último os 12 petroleiros da Principal foram vendidos à Teekay Tankers, num negócio de mais de 640 milhões de USD, pelo que o TOKYO SPIRIT foi entregue aos compradores há apenas alguns dias. O N/T TOKYO SPIRIT apresenta as características principais seguintes: Nº. IMO 9296377, registo Nassau, Bahamas; Tonelagens: 78.845 GT, 47.076 NT, 149.996 DW. O navio tem as dimensões seguintes: comprimento fora a fora: 274,2 m, comprimento pp.: 263,0 m, boca máxima: 48,04 m; Pontal: 8,7 m. Propulsão por motor diesel, 1 hélice, velocidade de 15 nós.
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Sunday, October 18, 2015

Petroleiro TOKYO SPIRIT da TEEKAY TANKERS encalhado em Cascais


O navio-tanque suezmax TOKYO SPIRIT, com bandeira das Bahamas, que se encontrava fundeado na baía de Cascais desde 14 de Outubro a aguardar ordens do armador, garrou na manhã de 17 de Outubro de 2015 e encalhou cerca do meio-dia frente ao farol de Santa Marta, acabando durante a tarde por se posicionar junto ao molhe de protecção da Marina de Cascais. 
O navio perdeu a amarra de estibordo, ao que tudo indica devido ao mau tempo e ondulação forte que se verificou nas últimas horas na costa portuguesa.
Uma primeira tentativa de se desencalhar o TOKYO SPIRIT na preia-mar do final da tarde (18H30) com o auxílio dos rebocadores MONTEVIL, SVITZER FUNCHAL, SVITZER LEIXÕES e SVITZER SINES, deslocados do porto de Lisboa, não resultou, pelo que na próxima maré, cerca das 05H30 da manhã será feita nova tentativa de desencalhe utilizando mais meios, nomeadamente os rebocadores CASTELO DE SÃO JORGE, CASTELO DE SINES e MONTE DA LUZ, que se deslocaram desde Sines os dois primeiros, e de Setúbal o terceiro e são unidades mais potentes. Um helicóptero da FAP esteve perto do navio no sentido de apoiar o desembarque dos 22 tripulantes, o que foi recusado pelo comandante do petroleiro alegando que estes não corriam perigo. Uma vez que o navio se apresenta descarregado, o perigo de este encalhe provocar alguma poluição por hidrocarbonetos está limitada ao possível derrame de combustível existente a bordo.
O N/T TOKYO SPIRIT é um navio petroleiro suezmax, com casco duplo, construído no Japão em 2006 a acabado de ser comprado e rebaptizado pela TK, empresa actualmente considerada como o maior armador de navios tanques para transporte de ramas de tonelagem média, com 44 unidades. 
Com efeito, o TOKYO SPIRIT havia descarregado em 4 e 5 de Outubro em Gotemburgo, ainda com o nome anterior PRINCIMAR LOYALTY após o que foi entregue pela companhia Princimar Maritime à Teekay, mudando de nome, trocando o registo da Libéria para as Bahamas e sendo posicionado ao largo de Cascais a aguardar selecção de estaleiro para entrar em reparação, isto segundo notícias locais, infelizmente pouco fiáveis que davam o porto de Lisboa como destino do navio, apesar de não haver no Tejo estaleiro activo com dimensão para navios desta dimensão.
O TOKYO SPIRIT foi construído em Tsu, no Japão pelo estaleiro Universal Shipbuilding Corporation (Construção nº. 19) por encomendada companhia Dynacom Tankers: teve a quilha assente a 29-07-2004, foi lançado à água a 7-01-2006 e entregue ao armador a 7-04-2006, chamando-se inicialmente NAVIGATOR. Em 2013 foi vendido ao grupo Principal Maritime, mudando de nome para PRINCIMAR LOYALTY. Em Agosto último os 12 petroleiros da Principal foram vendidos à Teekay Tankers, num negócio de mais de 640 milhões de USD, pelo que o TOKYO SPIRIT foi entregue aos compradores há apenas alguns dias.
O N/T TOKYO SPIRIT apresenta as características principais seguintes: Nº. IMO 9296377, registo Nassau, Bahamas; Tonelagens: 78.845 GT, 47.076 NT, 149.996 DW. O navio tem as dimensões seguintes: comprimento fora a fora: 274,2 m, comprimento pp.: 263,0 m, boca máxima: 48,04 m; Pontal: 8,7 m. Propulsão por motor diesel, velocidade de 15 nós.
Texto e fotografias de Luís Miguel Correia.
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Encalhe da embarcação de pesca SEREMOS FELIZES


Embarcação de pesca SEREMOS FELIZES encalhada na praia em Cascais na tarde de 17 de Outubro de 2015, dia de temporal e naufrágios na Baía de Cascais. Trata-se de uma pequena embarcação de pesca registada na Trafaria com a borda falsa a estibordo junto à roa danificada.
Características principais do SEREMOS FELIZES. Tipo: Embarcação de Pesca. Indicativo de chamada: CQJY3. Bandeira: Portugal. Porto de Registo:Trafaria. Matricula: TR-1675-L. Ano de Construção: 1962. País de Construção: Portugal. Casco: Madeira. Comprimento Fora a Fora: 8,51 metros. Arqueação Bruta: 3,15 toneladas. Porte Bruto: 5,51 toneladas. Potência de Máquina: 45,49 kw. Portos de Registo Anteriores: Lisboa (1962-1993), Sesimbra (1993-2011). Matrículas Anteriores: LX-258-L (1962-1993), SB-1187-L (1993-2011).
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Monday, July 20, 2015

THE WORLD em Cascais

Esteve fundeado na Baía de Cascais, nos dias 17 e 18 de Julho, o navio de cruzeiros THE WORLD, um dos mais exclusivos e luxuosos do mundo, que tem a particularidade de os seus alojamentos serem um condomínio de apartamentos propriedade de gente com meios para ter sempre à disposição uma casinha a bordo de um grande navio errante por lugares belos. 
O THE WORLD seguiu para Leixões onde está atracado hoje e larga ao final da tarde para a Galiza.
 







Fotografias de Luís Miguel Correia registadas em Cascais a 18 de Julho de 2015. Para além dos portos portugueses tradicionais mais vocacionados para cruzeiros, como Lisboa, Funchal, Portimão, Leixões, Ponta Delgada ou a Horta, há outros portos com potencial para estes navios dos turistas, caso de Cascais que de vez em quando lá regista uma visita, ficando os navios fundeados e fazendo-se o serviço de desembarque por lanchas junto ao cais da Marina de Cascais.
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Friday, August 24, 2012

SETE MARES DE CASCAIS

O navio de cruzeiros SEVEN SEAS MARINER fez a sua primeira escala em Cascais no passado dia 22 de Agosto de 2012, no âmbito da campanha de angariação de turístas de cruzeiros promovida pela Câmara de Cascais e pelo centro de empreendedorismo turístico King's Coast.
O navio chegou, procedente do Funchal, lançou ferro, meteu as lanchas na água e lá emprestou os seus 600 passageiros que, espera-se de declarações oficiais, terão gasto cada um €60,00 para ajudar a revitalizar o comércio local. 
Cascais e a sua magnífica Baía têm muitas tradições na guarida e passagem de navios, muitos dos quais aí fundeiam como ante-porto de Lisboa. Proporcionar a possibilidade de os navios de cruzeiros fazerem as suas escalas, aumentando a oferta em águas portuguesas é seguir o que há muito se faz noutros países, alguns com bastante sucesso, caso de Villefranche, sempre com um ou dois grandes paquetes amarrados às bóias, com as vedetas locais a transportarem os muitos turístas desejosos de gastarem umas notinhas no Casino do Mónaco, mesmo ali ao lado. 
Penso que tudo isto deveria ser visto numa estratégia de conjunto. Os cruzeiros em Portugal deviam ser promovidos exteriormente por uma entidade única. O mercado está a crescer, os navios procuram diversificar escalas dando novas experiências aos passageiros repetentes e nessa perspectiva Cascais faz todo o sentido, como pode fazer Sesimbra ou começou por fazer na década de 1960 Lagos, onde a Holland America começou a fundear em águas algarvias, antes de se descobrir a Praia da Rocha e depois Portimão. As possibilidades são imensas, porque não fundear os navios de cruzeiro em Peniche, antigo porto de escala dos vapores da carreira Lisboa-Porto, ou na Nazaré, onde se podia oferecer excursões a Alcobaça, Caldas, Pinhal de Leiria, com passagem no regresso pela loja de porcelanas de seguna escolha da SPAL?
O SEVEN SEAS MARINER esteve bonito lá ao fundo na Baía, quanto a mim muito distante do posto de desembarque na Marina. Acho que deveria ser considerado um fundeadouro mais próximo da Marina, diminuindo o tempo de trânsito das lanchas e compondo melhor a paisagem e os navios.  
Apesar do anúncio oficial de primeira escala de navio de cruzeiros, o SEVEN SEAS MARINER não foi o primeiro navio a trazer turístas a Cascais. Já lá esteve um dos paquetes da Crystal e creio que um yacht cruiser mais pequeno, da SeaDream.
Perto das 17 horas o nosso MARINHEIRO DOS SETE MARES lá levantou ferro e iniciou o trânsito para Lisboa, uma das suas viagens mais curtas de sempre, atracando pelas 19H00 à Estação Marítima da Rocha, onde uma fila de taxistas esperava os milionários, com semblante receoso, não fossem os Cámones ter gasto o dinheirinho todo na Costa do Rei. Venho muitos navios...
Fotograias e reportagem de L. M. Correia em Cascais.
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Tuesday, August 21, 2012

SEVEN SEAS MARINER rumo a Cascais

O navio de cruzeiros SEVEN SEAS MARINER fará amanhã, dia 22 de Agosto a primeira escala na Baía de Cascais acrescentando-se assim mais um destino de cruzeiros ao conjunto de portos portugueses. O SEVEN SEAS MARINER vai fundear às 06H00 e larga para Lisboa a meio da tarde.
Em Lisboa o SEVEN SEAS MARINER atraca ao cais da Rocha e muda de passageiros, concluindo um cruzeiro e dando início ao seguinte.
Mais informação aqui.
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Saturday, July 07, 2012

Cruzeiros turísticos na baía de Cascais

A firma de promoção turística King's Coast, com sede na Marina de Cascais, tem vindo a promover a baía de Cascais como porto de escala para navios de cruzeiros estando previstas cerca de uma dúzia de escalas até ao final de 2013, com destaque para o navio SEVEN SEAS MARINER, com primeira escala programada para 22 de Agosto de 2012. 
O navio vai fundear em Cascais e da parte da tarde entra em Lisboa onde fica para o dia seguinte.
Os promotores procuram essencialmente navios de dimensão pequena a média e com passageiros de posses. Os paquetes ficam fundeados e os passageiros deverão desembarcar de lancha na Marina.
Esta ideia apresenta alguma complementaridade a Lisboa como destino, sendo uma opção mais barata para os operadores e proporciona mais um porto diversificado, sempre bem aceite pelos organizadores de cruzeiros face à tendência para oferecer destinos alternativos aos turistas marítimos. Pequenos portos do mediterrâneo já oferecem há muitos anos este tipo de serviços, nomeadamente na região de Málaga.Um dos navios previstos para visitar Cascais em 2013 é o THE WORLD, no mês de Julho. Este navio fará ainda escala em Lisboa em Março de 2013 e passa o fim de ano de 2013 para 2014 no Funchal.
Cascais tem alguma tradição associada à presença de navios de passageiros e cruzeiros essencialmente com escalas técnicas, nomeadamente para desembarque de doentes. Um paquete icónico na história da navegação em Cascais é o HILDBRANDT, da Booth Line que encalhou e se perdeu junto a Cascais em Setembro de 1957.
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