Showing posts with label Parry Son. Show all posts
Showing posts with label Parry Son. Show all posts

Friday, February 21, 2014

Estaleiro de Cacilhas


estaleiro Naval do Parry & Son começou a trabalhar em Cacilhas em 1899 neste Estaleiro composto por duas Docas Secas a 1 e 2 foram feitas vários tipos de embarcações neste Estaleiro foram no Século passado feitas lanchas da Classe PEDRO ANNAYA a vapor movidas a rodas para os Rios de Moçambique no inicio Século 20 foram feitos vários barcos neste Estaleiro em 1937 foi construído neste Estaleiro o rebocador MARIALVA,este estaleiro fazia reparação a rebocadores, navios guerra, bacalhoeiros e navios de CABO BRANCO, ferries e cacilheiros, em 1975 foi construído neste Estaleiro o rebocador DOKKHAN para o Estaleiro Asry em 1975 os outros 5 rebocadores iguais a este foram feitos para a Asry no Estaleiro de São Jacinto em Aveiro em 1977 este rebocadores foram todos trabalhar para o Estaleiro Asry no Bahrein em 1978 foi construído neste Estaleiro do Parry & Son e o rebocador PORTEL para a Soponata.
A primeira foto data de 1980, pode-se ver o estaleiro Parry & Son em Cacilhas, na Doca Seca 2 está a ser reparado o Arrastão ALTAIR da CCP, na doca Seca 1 pode-se ver em reparação o arrastão ILHA DE SÃO VICENTE da SAPA, pode-se ver atracados a draga ENG SANTOS SILVA da AGPL e cacilheiro ZAGAIA da Transtejo, em 1986 este Estaleiro fechou por falência.
Nota de LMC: Imagem e texto enviados como comentário ao post anterior. Autoria de N. Bartolomeu.

Favor não piratear. Respeite o meu trabalho / No piracy, please. For other posts and images, check our archive at the right column of the main page. Click on the photos to see them enlarged. Thanks for your visit and comments. Luís Miguel Correia

Thursday, February 20, 2014

Memórias do estaleiro Parry & Son


O estaleiro naval Parry & Son foi um dos primeiros construtores de navios de casco metálico em Portugal.
Começou por exercer a actividade numa oficina em Santo Amaro, onde hoje se situa o museu da Carris, no século XIX, passando depois para o Ginjal e no início do século XX para Cacilhas onde desenvolveu as actividades de reparação e construção naval até à década de 1980, quando faliu.
Chegou a ter grande importância, reparando grande número de unidades de pesca e mercantes nas suas duas docas secas, que curiosamente são o que restam desse passado industrial hoje em Cacilhas.
As antigas docas do Parry estiveram abandonadas durante anos, tendo mais recentemente sido aproveitadas para a preservação da fragata DOM FERNANDO e do submarino BARRACUDA.
Enfim, o Parry não foi sequer a vítima mais importante desse desígnio ignóbil chamado Desmaritimização, ali mesmo ao lado, o grande estaleiro naval de Lisboa, na Margueira é um dos grandes monumentos a esse fenómeno de negação do mar, dos navios e dos negócios marítimos em que Portugal tanto se empenhou.
A placa da construção 79 - rebocador PORTEL pode ser vista no cais da Rocha, onde esta unidade da Rebosado atraca habitualmente. O anúncio institucional foi inserido na edição de Setembro de 1981 da Revista de Marinha.
Texto e imagens /Text and images copyright L.M.Correia. Favor não piratear. Respeite o meu trabalho / No piracy, please. For other posts and images, check our archive at the right column of the main page. Click on the photos to see them enlarged. Thanks for your visit and comments. Luís Miguel Correia

Thursday, January 21, 2010

Rebocador PORTEL

No dia 17 de Janeiro surpreendemos o PORTEL atracado na Ponta da Rocha, o que nos sugere diversos comentários nostálgicos: a nomenclatura - nome de uma serra portuguesa - era a utilizada pelos navios-tanques em Portugal, desde o primitivo Instituto Português de Combustíveis, passando pela Sociedade Geral e pela Soponata - Sociedade Portuguesa de Navios Tanques, de tão saudosa memória. O PORTEL, e o seu irmão gémeo PENEDA foram efectivamente mandados construir "por conta e ordem" da Soponata, para usar um termo já antigo, especialmente para auxiliarem os navios da companhia em manobras de atracação no porto de Leixões. Entrou ao serviço em 1978 e era operado em regime de casco nu, pela Sociedade Copoperativa dos Catraeiros do Porto de Lisboa, enquanto o PENEDA era operado pela concorrente directa dos Catraeiros, a empresa Navegação Fluvial de Júlio da Cruz e Rui da Cruz nos mesmos moldes. Mais tarde foram ambos vendidos à empresa Rebosado, e transferidos de Lisboa para Setúbal. De vez em quando vêm a Lisboa, fretados à Svitzer.
Outra memória ligada a este rebocador reside no facto de ter sido construído em Cacilhas, no estaleiro Parry & Son, um nome importante da indústria naval portuguesa já desaparecido.
Texto e imagens /Text and images copyright L.M.Correia. For other posts and images, check our archive at the right column of the main page. Click on the photos to see them enlarged. Thanks for your visit and comments. Luís Miguel Correia