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Monday, June 21, 2021

Navio de carga e passageiros LOBITO de 1959


Acabei de escrever a história de mais um navio mercante português, destinada a ser publicada na próxima edição da REVISTA de MARINHA, dedicado ao cargueiro LOBITO, da Companhia Colonial de Navegação. 
O segundo navio com este nome a integrar a frota da Colonial, o LOBITO (II) de 1959, que depois em 1984 passou para a CTM, navegou até Maio de 1982, mudou o nome para INDEPENDÊNCIA em 1984, foi comprado pela Portline em 1985 e desmantelado em Alhos Vedros.
Com este artigo, são já 70 as histórias de navios portugueses publicadas na REVISTA DE MARINHA, numa série iniciada com os 56 navios do Despacho 100 e continuada entretanto com outros navios extra-D100 ou substitutos de navios D100 perdidos quase novos, caso do VILA DO PORTO e ARNEL, substituídos pelo AÇORES e PONTA DELGADA, respetivamente.
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Wednesday, December 18, 2013

N/M LOBITO e os ENVC

A construção nos Estaleiros Navais de Viana do Castelo do n/m LOBITO, de 9.500 TDW., para a Companhia Colonial de Navegação, em 1957-1959, foi um marco importante na história da indústria naval portuguesa e dos estaleiros de Viana, de que foi a construção nº. 42. Testemunhando essa importância, reproduz-se aqui o folheto produzido para a inauguração do navio. Uma delícia em termos de design e comunicação, um folheto simples, com textos bem escritos e boa imagem para a época.
Ver a história do navio aqui...












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Friday, February 15, 2013

A Doca cheia de navios...

Era assim que eu gostava de ver a Doca de Alcântara: cheia de navios a sério, em plena actividade comercial. Esta fotografia que podemos datar como tendo sido tirada por volta de 1962 - seguramente entre 1962 e 1965 - apresenta a doca vista a partir do cais norte, tirada de cima de uma grua. 
Em primeiro plano vê-se o castelo da proa de um dos paquetes mistos da Sociedade Geral (ALFREDO DA SILVA, MANUEL ALFREDO ou RITA MARIA, que o ANA MAFALDA nunca teve castelo à proa), tendo pela sua proa um cargueiro da companhia alemã OPDR e logo a seguir um dos paquetes da Colonial, o PÁTRIA ou o seu irmão IMPÉRIO. 
Em reparação junto à ponte giratória está atracado um dos navios-tanques da classe ALVELOS da SOPONATA enquanto no cais sul se podem observar atracados de braço dado dois cargueiros da Companhia Colonial, o LOBITO e o LUGELA, distinguindo-se à popa destes o MADEIRENSE de 1962 e por fora da doca, atracado ao cais da Rocha, o paquete italiano SATURNIA, que fazia a carreira Mediterrâneo - Nova Iorque, com escala em Lisboa e nos Açores.
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Wednesday, February 22, 2012

Recordando os cargueiros de Viana para a Colonial

Dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo saíram, ao longo de décadas muitos navios destinados a armadores portugueses que prestaram muitos e bons serviços ao País.
Vivia-se uma época em que havia consciência da importância dos transportes marítimos para a economia nacional e procurou-se sempre ao mesmo tempo apoiar e desenvolver os estaleiros nacionais.
Assim, embora Viana tenha nascido principalmente para construir navios de pesca, cedo começou a diversificar essa primeira vocação, tendo em 1953 construído um primeiro navio de carga, o FUNCHALENSE (II), para a Empresa de Navegação Madeirense.
Os três navios de carga construídos para a Companhia Colonial de Navegação que referimos neste artigo publicado em 1994 na Revista de Marinha foram dos mais interessantes que até à altura se construíram em Viana, sendo de referir que o PORTO e o MALANGE tinham as dimensões máximas possíveis associadas à doca de construção do estaleiro. Chegou a ser considerada a construção de um gémeo do MALANGE, que se deveria chamar PUNGUE, mas depois, com a compra dos navios BAILUNDO e BERNARDINO CORRÊA construídos na Polónia, não se chegou a fazer a encomenda a Viana. O PUNGUE seria muito semelhante ao MALANGE, com a diferença de os paus de carga serem substituídos por gruas.
Faça "click" sobre as imagens para as ampliar e ter melhor leitura dos textos.

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