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Monday, July 24, 2023

DAFUNDO in Lisbon

Transtejo 1984-built passenger ship DAFUNDO underway on the river Tagus in Lisbon on 3 December 2012. 
The DAFUNDO is the final ship of the CACILHENSE-class of 8 plus 4 sister ships built 1981-1984 for the Lisbon services of Transtejo. Two are still in current service in Lisbon waters, SINTRENSE and CAMPOLIDE.









































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Tuesday, February 07, 2023

SINTRENSE


A luz magnífica de Lisboa em dias frios mas cheios de sol permite registar fotografias especialmente bonitas, pelo que tenho aproveitado para atualizar os meus registos dos Cacilheiros, caso do SINTRENSE, que ainda navega entre o Cais do Sodré e Cacilhas, em parceria com o CAMPOLIDE, os dois últimos sobreviventes das 12 unidades da classe CACILHENSE, introduzidas entre 1981 e 1984 e construídas em estaleiros nacionais, com projeto português. O Tejo regista a presença de outro CACILHENSE, o PRÍNCIPE DA BEIRA, antigo MONTES CLAROS, vendido à empresa privada Veltagus e transformado para cruzeiros fluviais de forma primorosa.
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Friday, June 03, 2022

O Tejo, ALGÉS e MIGUEL TORGA



O que é que o Tejo tem a ver com Algés e Miguel Torga? Tudo e nada, depende, neste caso é apenas uma fotografia tirada durante uma travessia do Tejo, de Lisboa ao Barreiro, com o olho fotográfico de atenção a possibilidades de registo de imagens.
Uma imagem do ferry MIGUEL TORGA a cruzar-se com outro, o ALGÉS, por sinal o primeiro dos catamarans da Transtejo a integrar a frota da empresa. 
A partir da década de 1990, os transportes fluviais de passageiros foram modernizados com a introdução de barcos mais rápidos, supostamente mais confortáveis. A Transtejo chegou a ter 14, alguns já vendidos ou desativados, a Soflusa recebeu 9, um dos quais vendido entretanto, em maré de vacas magras. Muito depois vieram os gémeos LISBONENSE e ALMADENSE construídos em Aveiro, com caraterísticas diferentes, transportando passageiros e viaturas. 
A minha relação com os catamarans já foi mais indiferente, mas tenho muitas dúvidas acerca de determinados custos e benefícios. Quantos milhões já custaram os 5 a 10 minutos de viagem poupados na travessia do Barreiro, face à geração anterior, de barcos de passageiros convencionais, espaçosos e com aberturas ao exterior, caraterística tão agradável, que se perdeu, por opção das transportadoras, denotando falta de sensibilidade face ao sentido estético das travessias. Ou então, é precisamente para esconder a falta de estética das margens, a Sul, com as selvas de betão, plantadas depois de 1966, como é evidente pelo cenário da fotografia.
Imagem original de Luís Miguel Correia, de 1 de Junho de 2022.
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Saturday, July 17, 2021

S PAULUS parado na doca de Alcântara



Cacilheiro de turísmo S. PAULUS, atracado na doca de Alcântara, a aguardar condições para regressar aos cruzeiros no Tejo. Fotografia de 14 de Julho de 2021.
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Tuesday, July 02, 2019

S. JORGE rumo à Trafaria


A carreira de Belém à Trafaria com passagem por Porto Brandão, assegurada habitualmente pela Transtejo com os ferries de passageiros e viaturas - os gémeos ALMADENSE e LISBONENSE -, tem vindo a ser operada com o barco de passageiros S. JORGE que permite viagens agradáveis mas sem poder levar carros, uma vez que os ferries grandes estão indisponíveis, têm passado mais tempo imobilizados com avarias e a aguardarem reparação, do que a fazerem as travessias para que foram concebidos.

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SINTRENSE em Cacilhas


Cacilheiro SINTRENSE visto de bordo da DOM FERNANDO a 22 de Junho de 2019. Um dos cinco sobreviventes das doze unidades da classe CACILHENSE, todos construídos em estaleiros portugueses (antigos estaleiros já desaparecidos) e entrados ao serviço entre 1982 e 1984. Das quatro unidades com o sufixo «ense» nos nomes, todos feitos em Alverca pela Argibay, resta o SINTRENSE e o SEIXALENSE. O CACILHENSE foi demolido em Aveiro há uns quantos anos e o PALMELENSE foi vendido mais recentemente e encontra-se imobilizado em Alverca.

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Sunday, October 01, 2017

CANBERRA, S. JORGE, MARTIM MONIZ


Passam agora vinte anos que o paquete inglês CANBERRA concluiu o seu derradeiro cruzeiro e foi vendido para demolição no Paquistão. 

Na altura, para assinalar a ocasião, forçada pelas alterações à convenção SOLAS que foram implementadas em Outubro desse ano precisamente, publiquei um livro com a história deste grande paquete da P&O, feito conjuntamente com o meu amigo Bill Miller, primeiro de uma colecção intitulada LINER BOOKS. 
Esta fotografia é anterior, data de 16 de Abril de 1993, e faz parte de uma série de imagens que nessa manhã fiz dos novos barcos de passageiros então construídos na Alemanha para uma carreira Cais do Sodré - Barreiro, os gémeos S. JORGE e MARTIM MONIZ, os quais vieram para Lisboa pelo "seu pé", numa longa viagem Danúbio abaixo até ao Mar Negro, após o que atravessaram o Egeu e todo o Mediterrâneo até chegarem ao Tejo. A Transtejo pôs um "Cacilhense" à minha disposição e de bordo fiz uma série de fotos dos novos barcos em conjunto e navegando individualmente, e como nessa manhã o CANBERRA decorava o Cais de Alcântara, lá resolvi assinalar o momento com os três navios de passageiros, o inglês grande e os nossos novíssimos. Dos três hoje resta em Lisboa o S. JORGE, o seu irmão foi reconstruído na Navalria para os cruzeiros no Douro há tempos.
Votando um pouco ao CANBERRA, este navio de cruzeiros era o maior que frequentava Lisboa com regularidade em 1975 quando comecei a fotografar com uma máquina decente, uma Olympus. Na altura a percepção era que estes grandes navios tinham todos os dias contados, o próprio CANBERRA não fora para a sucata em 1973 por um triz, quando no seu lugar acabaram por mandar o ORSOVA. Em termos de navios e cruzeiros, o nosso mundo mudou para melhor entretanto...
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Wednesday, September 13, 2017

Homenagem ao ferry EBORENSE

O n/m EBORENSE foi retirado do serviço público fluvial hoje, depois de ter completado ontem a última série de viagens na carreira da Trafaria. 
Entrou ao serviço em 1954 e cumpriu mais de  sessenta anos de travessias no Tejo, principalmente entre o Cais do Sodré e o Terreiro do Paço e Cacilhas, tendo servido igualmente como barco de turismo ocasionalmente.
 Ao longo dos anos o BNM falou muito acerca do EBORENSE, em palavras e imagens, aqui fica a homenagem, dado que o EBORENSE deverá agora ser posto à venda pela Transtejo. Ver mais escritos e fotografias aqui.
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Último dia de navegações do EBORENSE

O ferry EBORENSE completou a 12 de Setembro de 2017 a última série de travessias entre Belém, Porto Brandão e a Trafaria em regime de serviço fluvial público. Os certificados caducaram à meia-noite e o destino agora será o abate após quase 63 anos de carreiras no Tejo, pois entrou ao serviço em Dezembro de 1954. 
O fim do EBORENSE traduz o encerrar de uma época, pois este cacilheiro foi um dos mais apreciados de todos s que navegam ao serviço da Transtejo entre as duas margens do Tejo. Vai fazer falta, pois o navio que o substitui na carreira da Trafaria, o LISBONENSE, não oferece garantias de fiabilidade técnica e agora sem o EBORENSE de reserva, haverá momentos em que o transporte de viaturas terá de ser suspenso.
Acompanhámos as últimas travessias do EBORENSE e aqui deixamos alguns registos.

 













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Saturday, August 12, 2017

EBORENSE em rota de despedida


O "ferry-boat" EBORENSE, que há 11 dias foi rendido na carreira Belém-Trafaria pelo LISBONENSE, tendo passado temporariamente a um estatuto de "barco de reserva", até 12 de Setembro, regressou na tarde de 11 de Agosto à carreira da Trafaria, substituindo o LISBONENSE que efectuou uma operação de manutenção técnica. 

Provavelmente foi o adeus do airoso veterano saído dos Estaleiros de Viana do Castelo em 1954, pois a Transtejo não pretende renovar os certificados do EBORENSE que expiram em Setembro, passando o navio a situação de abate a partir de 12 do próximo mês. 
Com a retirada anunciada do EBORENSE chega ao fim uma época, pois este veterano é o último de uma ilustre linhagem dos tempos da Parceria dos Vapores Lisbonenses. O LISBONENSE e o seu irmão ALMADENSE não apresentam a mesma fiabilidade técnica e economia de exploração e são menos agradáveis, deixando os cacilheiros de serem o motivo principal para futuros embarques em Belém.
Fotografias de Luís Miguel Correia tiradas ao EBORENSE na tarde de 11 de Agosto de 2017 no Tejo.
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Monday, June 26, 2017

Luís Miguel Correia: o primeiro livro, em 1988


O dia 7 de Novembro de 1988 foi especial para mim: nessa tarde decorreu o lançamento do meu primeiro livro - PILOTAGEM - SERVIR A NAVEGAÇÃO E OS PORTOS, uma história da pilotagem no porto de Lisboa.
A investigação e a produção desta obra foi uma experiência muito gratificante sob múltiplos aspectos: percorri o País a toda a costa, fiz Grandes Amigos, e a apresentação do livro, feita pelo historiador Dr. José Manuel Garcia, decorreu a bordo de um cacilheiro cedido pela TRANSTEJO, um "M" construído em São Jacinto. 

Com uma capa belíssima, foi de facto um livro especial, que na altura alguém  (presente na imagem de cima) soube apreciar e me disse ter alma de poeta. De facto, o texto é prosa toda em poesia. Foi escrito em vinte dias na minha casa de Alfama: o primeiro parágrafo demorou dez dias a ser finalizado, o resto foi feito nos outros dez.
Entretanto passaram vinte e nove anos, criei mais dezoito livros meus, participei com textos e ou imagens em mais de cem outros livros, e - esta é a parte melhor - estou a fazer mais quatro. Quatro novos livros, para assim partilhar com amigos e desconhecidos este meu Amor Maior pelos navios e o mar. Mas, tal como com alguns Amores, não há outro livro como o primeiro.
As duas fotografias da apresentação foram feitas pelo Rodrigo Bettencourt da Câmara. A da capa é minha.
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Saturday, June 24, 2017

Os Cacilheiros da Figueira da Foz


Dos diversos tipos de criaturas marítimas nativas da foz do Tejo, hoje os Cacilheiros são seguramente os mais irrequietos, sempre em rotas de fuga de uma para a outra margem. 
Na imagem, registada a 5 de Maio de 2017 a jusante do Cais do Sodré, na antiga Ribeira Nova, vêm-se dois Cacilheiros em flagrante delito de mobilidade entre margens, o CAMPOLIDE e o DAFUNDO, que têm duas particularidades a assinalar: são ambos nascidos na Figueira da Foz, nos estaleiros da Foznave, e ambos sobreviventes da série original de oito mais quatro "Cacilhenses", construídos para modernizar a frota da Transtejo e em simultâneo dar trabalho a estaleiros nacionais em Alverca, São Jacinto e Figueira, e entrados ao serviço em 1981-1984. Curiosamente nenhum dos três estaleiros construtores se mantém de portas abertas, pois não resistiram a infecção prolongada com o terrível vírus da DESMARITIMIZAÇÃO.

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Wednesday, May 10, 2017

Ainda o EBORENSE

Fui à beira-Tejo ver graneleiros e saiu-me de novo o EBORENSE, que continua a cumprir com galhardia as travessias de Belém à Trafaria e Porto Brandão, até Junho, depois terá de parar por razões técnicas. Veremos se o LISBONENSE e o ALMADENSE estarão em condições para dar continuidade ao serviço.
Entretanto o EBORENSE continua a proporcionar as travessias mais agradáveis de toda a frota, com os seus tombadilhos e espaços abertos, que tanta falta fazem nas restantes unidades, todas envelhecidas, com excepção dos mais novos LISBONENSE e ALMADENSE, cuja juventude se confunde com inoperacionalidade e velhice precoce. Por este andar qualquer dia acabam as carreiras fluviais em Lisboa.
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Sunday, April 23, 2017

Cacilheiro RECORDAÇÃO de 1961


Como era e no que se transformou o cacilheiro RECORDAÇÃO, que apresentamos numa fotografia de 1977 e como está agora, encalhado na margem norte do rio Sado, após anos de abandono. 


O RECORDAÇÃO foi construído em 1961 na Arrentela para serviço entre Cacilhas e o Terreiro do Paço, numa altura em que se procurou melhorar os serviços fluviais, alvo de muitas reclamações por parte dos utentes, devido às condições espartanas oferecidas pela maior parte das embarcações então utilizadas. 
Na sua forma original, o RECORDAÇÃO apresentava formas elegantes, a imitar os paquetes de então, numa perspectiva ingénua consonante com a estética popular. 
Foi o último cacilheiro construído de madeira, material disponível em Portugal e muito mais barato do que o aço. 
Navegou mais de vinte anos no Tejo e em 1983, com o advento dos 12 CACILHENSES, o RECORDAÇÃO foi vendido para Setúbal, passando a assegurar as carreiras para Tróia até ser retirado em 2007 e votado ao abandono e vandalisado. 
É triste ver um navio ou uma embarcação, ao qual foi retirada a dignidade própria, mas era esse o estado do velho cacilheiro quando o fotografámos a 8 de Abril último.
Tenho a história do RECORDAÇÃO publicada aqui neste meu livro.

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