Características principais do SEREMOS FELIZES. Tipo: Embarcação de Pesca. Indicativo de chamada: CQJY3. Bandeira: Portugal. Porto de Registo:Trafaria. Matricula: TR-1675-L. Ano de Construção: 1962. País de Construção: Portugal. Casco: Madeira. Comprimento Fora a Fora: 8,51 metros. Arqueação Bruta: 3,15 toneladas. Porte Bruto: 5,51 toneladas. Potência de Máquina: 45,49 kw. Portos de Registo Anteriores: Lisboa (1962-1993), Sesimbra (1993-2011). Matrículas Anteriores: LX-258-L (1962-1993), SB-1187-L (1993-2011).
Sunday, October 18, 2015
Encalhe da embarcação de pesca SEREMOS FELIZES
Características principais do SEREMOS FELIZES. Tipo: Embarcação de Pesca. Indicativo de chamada: CQJY3. Bandeira: Portugal. Porto de Registo:Trafaria. Matricula: TR-1675-L. Ano de Construção: 1962. País de Construção: Portugal. Casco: Madeira. Comprimento Fora a Fora: 8,51 metros. Arqueação Bruta: 3,15 toneladas. Porte Bruto: 5,51 toneladas. Potência de Máquina: 45,49 kw. Portos de Registo Anteriores: Lisboa (1962-1993), Sesimbra (1993-2011). Matrículas Anteriores: LX-258-L (1962-1993), SB-1187-L (1993-2011).
Monday, May 17, 2010
PESCAS NACIONAIS
Monday, November 02, 2009
GLÓRIAS DOS MARES PORTUGUESES...
Saturday, May 16, 2009
POVO MARINHEIRO
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Monday, April 20, 2009
DESMARITIMIZAÇÃO EM PEDROUÇOS
Nada temos contra esta entidade de benemerência, já o mesmo não podemos referir quanto ao local escolhido e ao sacrifício da ESCOLA de PESCAS, numa atitude de analfabetismo marítimo estatal inaceitável que tem sido esquecida pela imprensa e opinião pública. Sobre o assunto vale a pena reler a história deste processo polémico aqui...
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Thursday, July 17, 2008
O IDP e a Escola de Pesca

1. Que tipo de instalações tem a Escola e que tipo de material, equipamento, documentação e bibliotecas dispõe.
2. Quantos alunos formava anualmente, com que qualificações e que incidência tinha na formação de técnicos de marinharia dos países de expressão portuguesa, ou seja, que importância assumia no panorama da cooperação portuguesa com países africanos PALOP.
3. Que sectores da economia presente e futura se serviam de técnicos formados nesta escola, a saber. Pesca. Marinharia de costa. Navegação Fluvial. Pilotos da Barra. Socorro marítimo. Controlo de poluição. Sistemas de segurança Marítima.

4. Que papel a Escola representava na formação de recursos para a gestão da Zona Económica Exclusiva Portuguesa.
5. Se o encerramento da escola e a demolição das suas instalações significa uma perda insubstituível para a economia portuguesa e para a utilização e controlo da nossa Zona Económica exclusiva. Ou, se pelo contrario, já foi estabelecida alguma alternativa aceitável
Que se esclareça:
1. Se as instalações podem ser deslocalizadas, quanto custa a operação, em que tempo útil e se efectivamente vai ser perdida ou ganha alguma qualidade de ensino ou qualquer outro parâmetro de eficácia.
2. Se há alguma possibilidade da Escola de Pesca poder Coexistir com a Fundação Champalimaud no local, eventualmente compartilhando serviços e deslocalizando outros departamentos da escola para outras partes da cidade.
3. Quanto custaria por parte da Fundação Champalimaud a comparticipação para a saída de parte de serviços administrativos e administração para outros locais da cidade.
4. Se há alguma proposta arquitectónica que preserve alguma parte essencial das instalações e as integre num complexo mais vasto da Fundação Champalimaud.
Escola de Pesca e Marinha de Comércio vai ser encerrada

Em 1946 é criada ,em Caxias, a "Escola de Marinheiros e de Mecânicos da Marinha Mercante" (no âmbito da então Junta Nacional da Marinha Mercante –Ministério da Marinha) que em 1969 passa a ser designada por "Escola de Mestrança e Marinhagem". Em Junho de 1974 passa à dependência da Secretaria de Estado da Marinha Mercante, como estabelecimento de ensino técnico-profissional, transitando as suas instalações para Paço d´Arcos, junto à Escola náutica em 1983.
Na área das pescas temos que com o aparecimento das Casa dos Pescadores foram sendo a criados Postos de Ensino para 3 escalões de instrução profissional das pescas (Rudimentar, Elementar e Profissional) que deram lugar , em 1970, à "Escola Profissional de Pesca de Lisboa", sita em Pedrouços (em edifício hoje em reconstrução junto à Universidade Moderna). Em 1974, passa à dependência da Secretaria de Estado das Pescas e, em 1986, com o objectivo de obter uma maior coordenação da certificação do ensino e permitir formação nas categorias mais elevadas na carreira de pescador, dá lugar à "Escola Portuguesa de Pescas" sendo criado em simultâneo o FORPESCAS (centro protocolar entre a Escola e IEFP) para cobrir o ensino profissionalizante ao longo do País- 10 delegações nos principais

Nos anos 90, com o reaparecimento do Ministério do Mar, nasce em 1993 a "Escola das Marinhas de Comércio e Pesca" (EMCP), fruto da fusão das Escolas de Mestrança e Marinhagem e Portuguesa de Pescas, ocupando as instalações desta última, pretendendo-se, sem perder a dinâmica já adquirida na área das pescas, reunir num só estabelecimento de ensino a responsabilidade por toda a formação, para os escalões de mestrança e marinhagem, dos profissionais das actividades não militares ligadas ao Mar, nomeadamente pesca, transporte marítimo, tráfego local assim como actividades económicas conexas (p.ex. tratamento e conservação de peixe, trabalho portuário).
Esta solução tinha toda a lógica. Centralizou o ensino e a respectiva certificação permitindo pensar que, num futuro, as carreiras da mestrança e marinhagem das diversas marinhas (comércio, pesca , tráfego local) poderiam ser intermutáveis. Conjuntamente com a formação nas "actividades conexas", com a forte cooperação que se desenvolvia com as escolas congéneres dos PALOP´s e respondendo a uma única tutela podia-se afirmar que se estava perante um solução harmoniosa, situação que se manteve enquanto houve Ministério do Mar, estando subjacente que o saber andar no mar é igual para qualquer das actividades que nele se exerça.
Na estrutura do novo governo, decorrente das eleições de 1995, deixou de haver Ministério do Mar e a EMPC passou para a tutela do Ministério da Agricultura, Pesca e Desenvolvimento Rural (o título pode não estar correcto...). Na altura era a minha pessoa Director da dita escola, mas foram infrutíferas as chamadas de atenção para o inconveniente de tal tutela uma vez que nada tinham a ver com o andar no mar e sobre as pescas a única coisa que lhes interessava era, quanto muito, a cor do olho do peixe na lota. Por outro lado, toda a certificação, gestão de carreiras , etc, ficava no Ministério dos Transportes, ministério no qual ficavam inseridos os organismos com quem a EMPC teria de manter relação estreita por via das áreas de formação de que era responsável. A isto acrescia o facto de ser visível que a procura da formação na área das pescas estava a diminuir. Mas nada disto foi considerado importante, nem ao menos dar uma dupla tutela, e a solução foi dar novo nome à escola que passou a designar-se por "Escola de Pesca e da Marinha de Comércio" (EPMC) . –Muito súbtil a reorganização!
Não foi a "América Cup" mas sim o "SIMPLEX" que acaba por derrubar esta instituição! Assim, na reestruturação do Ministério da Agricultura uma das coisas que estava a mais era a EPMC e portanto foi riscada das instituções. Muita conversa e eis que nasceu a ideia de substituir a EPMC e o já atrás citado FORPESCAS por um novo organismo fruto de protocolo entre os Ministérios da Agricultura e do Trabalho. E assim nasce um novo Centro de Formação o "FOR-MAR" sob tutela do Instituto do Emprego e Formação Profissional.
Considero ser de lamentar profundamente e mais uma vez o discurso não condiz com a acção. Então um País que fala tanto do Mar e o seu Governo considera não ser importante a existência de uma ESCOLA, enquanto instituição autónoma, onde se cultive e transmita a cultura marítima e náutica? Será que o andar no mar agora é fundamentalmente um simples problema de emprego? E depois, é só a Marinha que não consegue explicar porque não consegue salvar seis vidas num desastre no mar junto à praia!
Orlando Temes de Oliveira
Wednesday, June 04, 2008
A PESCA EM PORTUGAL
A questão da energia e respectiva gestão não se resolve infelizmente com agitação social. O peixe sai mais caro por causa do gasóleo? Acrescentem o valor ao preço final do produto, continuem a trabalhar e deixem-se de fantasias, que o contribuinte não pode alimentar privilégios e excepções. Os senhores pescadores já têm o privilégio de adquirir o combustível necessário às suas embarcações sem impostos, numa regalia que já agora podia ser alargada ao autor destas linhas e restantes cidadãos, caso a ideia seja o último a sair apagar a luz.
A minha rica avozinha dizia na sua sabedoria quase centenária que em casa em que não há pão todos clamam e todos têm razão. O melhor é aumentarmos todos os investimentos pessoais no Euromilhões, que isto de outra maneira não vai lá...
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Tuesday, May 20, 2008
PROMAR - PESCAS
Lisboa, 18 Mai (Lusa) - As regras do Programa Operacional das Pescas para 2007-2013 (PROMAR) entram em vigor na segunda-feira e integram o modelo de governação, o enquadramento da concessão de apoios e a criação da Autoridade de Gestão.
Três diplomas, uma resolução do Conselho de Ministros e dois decretos-lei, foram publicados em Diário da República na sexta-feira.
O PROMAR tem em conta o objectivo do Plano Estratégico Nacional para as Pescas (PEN) definindo como prioridades a promoção da competitividade do sector pesqueiro, embora num quadro de adequação aos recursos disponíveis, reforço, inovação e diversificação da produção aquícola, a criação de mais valor e diversificação da produção da indústria transformadora, ao mesmo tempo que assegura o desenvolvimento sustentado das zonas costeiras mais dependentes da pesca.
O programa tem quatro eixos prioritários: adaptação do esforço de pesca, investimento na aquicultura, transformação e comercialização dos produtos de pesca e aquicultura, medidas de interesse geral (como protecção e desenvolvimento da fauna e flora aquáticas, acções dirigidas a portos de pesca ou desenvolvimento de novos mercados) e desenvolvimento sustentável das zonas de pesca.
Para candidatar-se a apoios, os promotores têm de cumprir determinadas regras como estar legalmente constituídos, estar regularizados face à administração fiscal e segurança social, ter capacidade técnica e de gestão ou demonstrar uma situação económica-financeira equilibrada.
As propostas de projectos necessitam não ter tido início antes de ser apresentada a candidatura, o que não se aplica aos estudos técnicos ou económicos e de impacte ambiental, se realizados até 12 meses antes, e aos adiantamentos efectuados até seis meses antes da apresentação da candidatura para sinalização de encomendas, desde que não ultrapassem 40 por cento.
No âmbito das regras de transição do Quadro Comunitário de Apoio III, o diploma refere que serão admitidas as candidaturas de projectos iniciados antes da data de entrada em vigor do novo regime de apoio e posteriores a 01 de Janeiro de 2007, desde que sejam apresentadas no prazo de 90 dias.
Os apoios financeiros directos incluem subsídios a fundo perdido, prémios e subsídios reembolsáveis, e os apoios indirectos referem-se a bonificações de juros e a garantia mútua, capital de risco ou "outros instrumentos de engenharia financeira", conforme pode ler-se num dos decretos-lei sobre o assunto.
No âmbito da concretização do programa, o responsável da Autoridade de Gestão é o director-geral das Pescas e Aquicultura e os coordenadores regionais são os directores regionais das Pescas dos Açores e da Madeira, tendo sido nomeado coordenador-adjunto Luís Duarte.
Mas, a execução do PROMAR também é assegurada pelas direcções regionais de Agricultura e Pescas, que recebem, apreciam e analisam as candidaturas a apoios, e pelo Instituto de Financiamento da Agricultura e Pescas (IFAP), que dá conta à Comissão Europeia do andamento dos processos de apoios e certifica despesas declaradas nos projectos do programa.
Quanto à Comissão de Acompanhamento, assegura a colaboração dos parceiros económicos e sociais e das entidades institucionais relacionadas com o sector.
É apontada uma estrutura orgânica com órgãos de governação, coordenação estratégica, autoridade de gestão, de acompanhamento, de autoridade de certificação e autoridade de auditoria.
O decreto-lei especifica que o governo "entendeu ser da maior utilidade incluir a existência de um órgão de coordenação estratégica" para manter uma visão "abrangente dos diversos programas operacionais e garantir a coerência e complementaridade" do PROMAR com o Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) e com o Plano Estratégico Nacional, no âmbito do Fundo Europeu Agrícola de Desenvolvimento Rural (FEADER).
A Comissão de Coordenação Estratégica, que reúne seis ministros e dois representantes dos Açores e Madeira, vai assegurar a coordenação com instrumentos de planeamento nacionais como a Estratégia Nacional para o Mar, a Estratégia de Gestão Integrada da Zona Costeira ou o Plano Nacional de Acção para o Crescimento e Emprego.
O PEN pretende promover a competitividade e sustentabilidade das empresas do sector das pescas, apostando na inovação e na qualidade dos produtos, aproveitando melhor todas as possibilidades de pesca e potencialidades da produção em unidades de aquicultura.
O Plano refere a possibilidade de recorrer a regimes de produção e exploração biológica e ecologicamente sustentáveis, ao mesmo tempo que se adapta o esforço de pesca aos recursos disponíveis.
Texto da Lusa e imagens de L.M.Correia. For other posts and images, check our archive at the right column of the main page. Click on the photos to see them enlarged. Thanks for your visit and comments. Luís Miguel Correia
Monday, May 19, 2008
Navio de investigação das pescas POSEIDON

O POSEIDON é propriedade do Governo da Alemanha e está registado em Kiel, sendo utilizado em cruzeiros ligados à investigação das pescas. O navio foi construído pelo estaleiro Schichau-Unterweser e entregue em Agosto de 1976. Com 60,81 m de comprimento ff e 11,43 m de boca, o POSEIDON tem 1.105 toneladas de arqueação e está equipado com 3 motores diesel electricos com a potência total de 2.199 hp, podendo navegar a 12,8 nós.
Um navio que nos faz recordar o navio de investigação das pescas português RAIA, em construção no Alfeite quando se deu o 25 de Abril em 1974, que nunca foi acabado, perdendo-se a maior parte dos equipamentos científicos sem nunca terem sido desempacotados. O casco permaneceu anos por acabar e acabou vendido a um armador para transformação em arrastão, ardendo durante os trabalhos de reconversão. Os salvados foram vendidos Espanha que reconstruiram o RAIA para patrulha de alto mar, actividade que continua a desenvolver com sucesso...
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