Tuesday, May 31, 2016

Um deserto líquido com alguns oásis


Nos últimos tempos, devido à greve que se registou no porto de Lisboa promovida pelos estivadores locais, o rio Tejo tornou-se quase um deserto líquido, sem navios, com os cais vazios e apenas oásis momentâneos provocados pela presença de navios de passageiros, tanto paquetes estrangeiros em viagens de cruzeiro, como os incansáveis cacilheiros e catamarãs ou os rebocadores, então menos activos por falta de clientela. Um desperdício enorme de recursos naturais e infraestruturas, não fosse Lisboa o melhor porto natural português e um dos melhores do mundo. E em Portugal ninguém quer saber. E assim se vai matando toda a maritimidade de Lisboa, que os portos também morrem, olhe-se para Londres, por exemplo, o que era e o que é agora...  
Fotografia registada a 13 de Maio com o CASTELO a cruzar-se com o QUEEN VICTORIA.
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