Friday, August 17, 2007

CRUISE SHIPS RACING OFF LISBON



Two images of the passenger ships BLACK WATCH and QUEEN ELIZABETH 2 racing against each other while sailing from Lisbon on 14 August 2007. The smaller, handy Fred Olsen ship was able to arrive first at Lisbon Pilot Station and go out into the Atlantic. The slower majestic QE2 still need tugs and takes more time to unberth.
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Wednesday, August 15, 2007

ATHENA CRUISING AGAIN



The cruise ship ATHENA ended her lay up in Lisbon on 10th August 2007 starting a new series of cruises from Lisbon. All cruises are fully booked and it is nice to have the Classic International Cruises flagship back in service after her previous charter was ended last March. While in Lisbon, the ATHENA operated a Easter cruise in April and then was drydocked at the NavalRocha yard.
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QUEEN UNDER THE TAGUS BRIDGE



The QE2 under the Tagus Bridge in Lisbon 14th August 2007.
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Tuesday, August 14, 2007

QUEEN ELIZABETH 2 ARRIVAL 14-08-2007



Cunard QE2 photographed early in the morning of 14 August 2007 off Lisbon Pilots and cruising the river Tagus bound to the Alcântara Cruise terminal.
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Lancha TORRE DE BELÉM 2007-08-14



Lancha TORRE DE BELÉM fotografada em Lisboa na manhã de 14 de Agosto de 2007.
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Friday, August 10, 2007

NAVIOS DO DESPACHO 100



Recordando alguns dos 56 navios de comércio construídos entre 1946 e 1955 ao abrigo do Plano de Renovação da Marinha de Comércio conhecido por DESPACHO 100: de cima para baixo, o ANGOLA, o VERA CRUZ, o ALMEIRIM, o INDIA e uma vista aérea do cais da Rocha em Abril de 1962 com o UIGE na doca seca nº 1, e os paquetes SANTA MARIA, INFANTE DOM HENRIQUE e VERA CRUZ atracados à estação marítima.
Do conjunto de quatro paquetes da última imagem, só o VERA CRUZ e o UIGE integraram o DESPACHO 100, pois além dos navios do Plano, muitos outros foram então adquiridos pelos principais armadores portugueses.
Os 56 navios do Despacho 100 somavam 339.407 toneladas de porte bruto e custaram 3.105.935.000$00, uma soma muito elevada para a época.
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O ÚLTIMO NAVIO DO DESPACHO 100


O paquete NIASSA chegou a Lisboa vindo da Bélgica, onde foi construído para a CNN, exactamente há 52 anos, a 10 de Agosto de 1955. A data coincidia com os dez anos do DESPACHO 100 do Ministro da Marinha Américo Thomaz e serviu de pretexto para uma jornada de homenagem ao Governante, com sessão solene na Estação Marítima da Rocha do Conde de Óbidos, onde foi descerrado um paínel alusivo em relevo e decorreu uma sessão solene.
O NIASSA viria a prestar os mais relevantes serviços na carreira de África, com destaque para o transporte de tropas e material de guerra para o Estado da India e os territórios de África, quer durante a guerra colonial, quer no período de descolonização que se lhe seguiu. O navio foi vendido para Espanha em 1979 e desmantelado nesse ano em Bilbau. Foi o último paquete a integrar a frota da Nacional que desapareceria poucos anos depois, em 1985, num processo de liquidação muito triste, promovido por um dos governos presididos por Mário Soares. Quando foi vendido pela Nacional nacionalizada para a sucata, o armador grego Sr. George Potamianos estava a negociar a compra do navio para adaptação a cruzeiros. Imaginem o seu espanto quando dias depois chega à sede da CNN na Baixa de Lisboa, e lhe dizem que tinham acabado de vender o NIASSA para desmantelar. Foi assim que em Portugal se foram os navios e renegámos o Mar.
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Thursday, August 09, 2007

IMPERATOR's eagle


Before the start of WW1 the growing rivalry between the German empire and Great Britain led to the construction of the largest passenger liners in the world by German and British leading steamship companies.
On 23 May 1912 the Hamburg based liner company HAPAG had the first of three giant Atlantic liners launched at the Vulkan Yard. Named IMPERATOR this 52.117 GRT, 277,1 meters long (909 feet) giant could carry 4.794 passengers in four classes, her 74.000 SHP steam turbines geared to four screws allowing a 23-knot service speed.
While fitting out, in Hamburg, a large eagle was added to the IMPERATOR's bow in order to claim the title of largest ship in the world, when it was known the exact length of the new Cunarder AQUITANIA, launched in Clydebank on 21-04-1913. The length overall of the British liner was 274.8 meters (901 ft.), so the eagle was the best that could be done to make the IMPERATOR 8 feet longer at 909 feet.
The IMPERATOR's eagle did not last for long however, as the stormy North Atlantic smashed the proud German bird on one of the her first crossings in the summer of 1913 and it was never replaced. After WW1 the IMPERATOR was allocated to Cunard as a replacement to the LUSITANIA and sailed under Cunard colours between 1921 and 1938 as the BERENGARIA.
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Wednesday, August 08, 2007

ITALIAN STYLE AT SEA


In 1965 the Italian Line introduced their final transatlantic superliners, the sisters MICHELANGELO (45.911 GRT / built 1965) and RAFFAELLO (45.933 GRT / built 1965) on the Genoa - New York express service.

Two handsome futuristic liners financed by the Italian taxpayers, built too late to be successful in the dwindling liner trades and too expensive to run on cruises, so their spectacular careers were short. By 1975 both sisters were laid up at La Spezia and nobody seemed to be interested in the twin flagships.
In the end both were sold in 1977 to the Iranian Navy and used as accommodation ships in the Persian Gulf... Later the MICHELANGELO was scrapped while the RAFFAELLO was sunk during the Iraq - Iran war.
Despite those sad events, the MICHELANGELO and RAFFAELLO were two of the greatest post-war passenger liners, with their unique modern latice funnels...
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NAVIGATOR OFF THE BEACH



The mega-cruise ship NAVIGATOR OF THE SEAS sailing from Lisbon today 8th August 2007 passing off the St. Julian's fortress and Carcavelos beach.
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SANTO ANDRÉ EM AVEIRO



Vale a pena visitar o bacalhoeiro SANTO ANDRÉ, preservado em Aveiro como navio-museu. Preservar a memória do Mar e dos navios é uma actividade pouco acarinhada em Portugal, mas mesmo assim há diversos exemplos espalhados por diversos portos: o GIL EANNES em Viana do Castelo, o SANTO ANDRÉ em Aveiro, o CREOULA a navegar como navio de treino de mar - talvez a melhor forma de preservação de um navio histórico, mantê-lo a navegar.
Há ainda a fragata D. FERNANDO SEGUNDO E GLÓRIA, que está a passar por prolongados fabricos com previsão de voltar a ser aberta ao público em Cacilhas. Muito mais se podia fazer, claro, mas começar por visitar o que existe é um primeiro passo para consolidação desta herança marítima e naval...
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Monday, August 06, 2007

N/M CORVO (V) em Lisboa 3-08-2007




Para terminar o "ciclo" CORVO, umas fotografias da sua primeira largada de Lisboa na passada Sexta-feira, 3 de Agosto de 2007, no começo da segunda viagem...
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Navio de pesca CONDOR



Imagens do navio de pesca CONDOR, da COMPICO - Sociedade de Pescas do Pico. Construído em Vila Real de Santo António pelo estaleiro CONAFI (construção nº 23), foi entregue ao armador em Abril de 1994 e está registado na Horta, onde foi fotografado no dia 26 de Julho de 2007. "Post" dedicado ao Miguel Malho, a trabalhar em Corpus Christi, Texas, apesar de não ser um dos navios de Santo Amaro do Pico...
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O MAIOR NAVIO DO MUNDO


Esta imagem do famoso paquete britânico QUEEN ELIZABETH de 1940 - o segundo QUEEN numa dinastia que em Dezembro, com a entrega do QUEEN VICTORIA, vai contar com cinco elementos ilustres, traz-me gratas recordações.
É uma fotografia tirada no início da década de sessenta, período em que me comecei a interessar pelos navios de passageiros, quando o QUEEN ELIZABETH era o maior navio do mundo, com as suas 83.673 toneladas de arqueação bruta.
O QUEEN ELIZABETH em frente a Nova Iorque era uma autêntica caixa de sonhos. O navio gigante que em 1963 visitou Lisboa pela primeira vez, fundeando frente ao Terreiro do Paço por não haver cais com fundos suficientes para o receber. O porto mítico associado a todos os grandes transatlânticos, uma espécie de sonho americano versão navios de passageiros.
Perdida a inocência daquela época, desaparecido de forma trágica o QE, passados anos acabei por viajar diversas vezes no seu sucessor, o actual QE2 e visitar o tal porto de Nova Iorque. Se a viagem transatlântica no QUEEN ficou gravada de forma inesquecível, já a perspectiva da Nova Iorque marítima foi um pouco decepcionante. Então o tal porto famoso era aquilo? É que temos mais e melhor em Lisboa, pena não o reconhecermos nem darmos ao Tejo, a Lisboa e ao respectivo porto a importância que os seus atributos naturais possibilitam.
Lisboa como grande porto natural às portas da Europa.
Se calhar não merecemos mais, com umas criaturas de intelectualidade parda sempre a berrar contra o Porto de Lisboa, feitos paladinos de causas idiotas, agora preocupados com o efeito de obstrução da vista provocado pelos navios de cruzeiros atracados no Tejo. Só mesmo uns golpes de chicote no pelourinho...
Quanto ao QUEEN ELIZABETH, embora fosse tecnicamente muito mais evoluido que o seu antecessor QUEEN MARY de 1936, nunca o igualou em fama, acabando perdido por fogo posto em Hong Kong em Janeiro de 1972, quatro anos depois de ter sido vendido pela Cunard e substituído pelo QUEEN ELIZABETH 2.
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Saturday, August 04, 2007

GEMIDOS do PONTA DELGADA



Foi durante décadas um navio bonito e útil, feito em Lisboa numa carreira de construção entretanto destruída, para navegar por nove Ilhas Encantadas sobrevoado por açores e outras aves nobres do Atlântico Norte.
Uma miniatura de paquete, feito à escala de outro da mesma época - o FUNCHAL - que ainda navega por obra e graça de um Grego dedicado que há longos anos o vem operando com dignidade.
Chamou-se PONTA DELGADA durante por longos anos e um dia foi abandonado. Preso pelas teias legalistas de uma ópera bufa de tristes sombreados, o dono faliu, o PONTA DELGADA acabou arrestado, foi sendo pilhado pela arraia da capital e um dia afundou-se.
Despido de toda a dignidade, o que resta do antigo paquetezinho da defunta Empresa Insulana de Navegação geme no Tejo, em protesto pela vida áspera que lhe calhou em sortes. Afundado no Poço do Bispo, num canto esquecido, vai-se desconjuntando lentamente, num concerto desafinado de choros, as chapas de aço e alumínio a rangerem moribundas. Mas continua lindo na sua tragédia, o paquete PONTA DELGADA de 1962. Fui lá mais uma vez ontem, dia 3 de Agosto de 2007 e aqui ficam algumas imagens.
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Friday, August 03, 2007

ILHA AZUL na Horta a 26-07-2007




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Navios de passageiros da TRANSMAÇOR

A retirada do serviço inter-ilhas dos Açores do navio de passageiros PONTA DELGADA pela CTM em 1984 levou o Governo Regional Açoreano a encomendar aos Estaleiros de São Jacinto a construção de 2 navios de passageiros destinados a operar nas ilhas do Grupo Central.
O primeiro navio, o CRUZEIRO DAS ILHAS (223 TAB / 1986) entrou ao serviço em 1986, seguindo-se no ano seguinte o CRUZEIRO DO CANAL (227 TAB / 1987). Com 32,6 m de comprimento ff, 7,74 m de boca e 3,30 m de pontal na ossada, estes navios estão equipados com 2 motores Cummins de 2x 500 bhp, operando à velocidade de 12 nós. Estão certificados para transportar 170 passageiros e desde o início têm sido operados pela TRANSMAÇOR, empresa constituída na Horta com a participação dos principais armadores das lanchas de tráfego local e do Governo dos Açores.


Habitualmente, o CRUZEIRO DO CANAL opera regularmente entre a Horta e a Madalena, na ilha do Pico, enquanto o CRUZEIRO DAS ILHAS efectua a ligação entre as ilhas do Faial, Pico, São Jorge e Terceira. No dia 27-07 último o CRUZEIRO DO CANAL operava no canal do Pico, como habitualmente, mas o CRUZEIRO DAS ILHAS estava varado nos estaleiros da Madalena, em reparação.
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Thursday, August 02, 2007

TAGUS "QUEEN"



The QUEEN ELIZABETH 2 paid another visit to Lisbon today 2nd August 2007, the first call after her sale was announced by Cunard.
In order to do some different photos this time, I decided to picture my favourite Cunarder, the QE2, passing the Belém Tower while leaving Lisbon in the afternoon.
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VIAGEM INAUGURAL DO CORVO

O novo porta-contentores CORVO completou em Lisboa no dia 31 de Julho último a sua viagem inaugural na carreira dos Açores.
Construído nos estaleiros de Viana do Castelo, onde foi entregue à Mutualista Açoreana a 18 de Julho, o CORVO deixou aquele porto ao amanhecer de 20 de Julho rumo a Leixões, onde carregou no dia 21 para os Açores, largando com destino a Ponta Delgada na madrugada de 22.
O navio entrou em Ponta Delgada, seu porto de registo, pela primeira vez a 24 de Julho pela manhã, largando à noite para a Praia da Vitória (25-07), Horta (26/27-07) e Cais do Pico (27-07), regressando a Ponta Delgada a 28 de Julho de manhã para uma estadia à carga de 24 horas.
Pelas 8h00 de 29-07 o CORVO largou de Ponta Delgada rumo a Lisboa, onde entrou pela primeira vez a 31-07 pelas 8h30.
No decorrer da viagem inaugural o navio foi apresentado pela Mutualista Açoreana aos seus muitos clientes e amigos, em sessões que decorreram em Ponta Delgada, Angra do Heroísmo, Horta e Pico, coincidindo com a presença do CORVO nos respectivos portos e a pairar ao largo da Silveira, na ilha Terceira, em viagem da Praia da Vitória para a Horta, na tarde de 25 de Julho, enquanto decorria uma recepção no hotel Terceira Mar.
Nos discursos que proferiu durante as cerimónias de apresentação, o Presidente do Conselho de Administração da Mutualista Açoreana, Eng.Joaquim Bensaude referiu que o CORVO "é o quinto navio da empresa com este nome", salientando as caracteristícas principais da nova unidade e o facto de a empresa ter optado pela sua construção em Portugal, num investimento de 20 milhões de euros, "um acto de confiança, coragem e determinação" justificado pela preferência, amizade e confiança dos amigos e carregadores da Mutualista Açoreana, tendo acrescentado que "o transporte marítimo de mercadorias entre o Continente e a Região" (dos Açores) "tem melhorado substancialmente e acreditamos que os Açores nunca estiveram tão regularmente bem servidos", tendo chamado a atenção para o facto "de ao transporte marítimo de mercadorias não ser dado nem reconhecido o seu verdadeiro valor e contributo para a melhoria da qualidade de vida."
Tivemos o privilégio de acompanhar o novo CORVO na sua primeira passagem pelos Açores, manifestando aqui a nossa satisfação pelo sucesso do navio e endereçando felicidades ao CORVO (V), seu armador, tripulação e construtor, com votos de muitos anos de útil operação.
Fotografias: de cima para baixo, o CORVO embandeirado na viagem inaugural aos Açores; primeira entrada do CORVO em Ponta Delgada dia 24 de julho; o Presidente da Mutualista Açoreana, Eng. Joaquim Bensaude, usando da palavra ao apresentar o navio na ilha Terceira dia 25 de julho; o CORVO a manobrar pela primeira vez na Praia da Vitória; o porta-contentores CORVO atracado na Horta com o Pico descoberto em pano de fundo; o CORVO a sair de Ponta Delgada rumo a Lisboa dia 29 de Julho
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A PRIMEIRA TRIPULAÇÃO DO CORVO

O elemento humano é parte integrante e fundamental de um navio e nessa perspectiva deixamos aqui diversas imagens da primeira tripulação do CORVO, desejando ao Sr. Cte. Rebelo e a toda a tripulação do navio, felicidades e que cheguem sempre a bom porto.
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