Friday, April 14, 2006

Memória Marítima: a capela do PÁTRIA


Notícia publicada na edição nº68 - Fevereiro de 1948 - de O JORNAL DA MARINHA MERCANTE, de Lisboa.

O sr. Cardeal Patriarca de Lisboa inaugurou a capela do paquete “Pátria”

O novo paquete da C.C.N. recebeu a visita do sr. dr. Manuel Gonçalves Cerejeira, Cardeal Patriarca de Lisboa, que se fez acompanhar dos senhores Bispos de Helenopole e de Vatarba e padres Frederico Marques e José Maria.
Ao cimo da escada do portaló foi acolhido pelo sr. Bernardino Corrêa, Presidente do Conselho de Administração e mais administradores da C.C.N. Sua Eminência e a sua comitiva, após uns momentos de permanência no salão de honra, percorreu demorada e atentamente todas as dependências do navio, desde a ponte do comando, onde observou o seu actualizado equipamento, até às classes mais modestas, tendo-se interessado pelo alojamento proporcionado aos emigrantes.
No paquete foi instalada uma capela, já depois de o navio ter chegado a Lisboa. A sua utilização estava dependente desta visita de Sua Eminência, que muito apreciou a sua disposição e os motivos que a embelezam: um painel expressamente pintado para a decorar e alguns trabalhos em ferro forjado, artisticamente manipulados por um artista de nacionalidade russa há muitos anos domiciliado em Portugal.
Embora sem qualquer acto litúrgico a capela foi dada como inaugurada após a visita do Chefe da Igreja católica portuguesa.
“Este barco é um símbolo – disse o Cardeal Cerejeira. Vi-o entrar nas águas do Tejo, embandeirado ao som das aclamações. Era um dia de glória para o “Pátria” e para a Pátria”.

2006 LISBON CRUISE SEASON

Fred Olsen BLACK WATCH and AIDA BLU in Lisbon, 12-04-2006
Paquetes BLACK WATCH e AIDA BLU em Lisboa, 12-04-2006

Cruise ships are returning to Lisbon once again for the 2006 season. Ships as diverse as the QUEEN MARY 2, the EUROPA or the veteran FUNCHAL are scheduled to visit Lisbon over the next months totalling more than 250 calls.
The current three cruise ship terminals in the port of Lisbon, Alcântara, Rocha do Conde de Óbidos and Santa Apolónia will handle a growing number of cruise passengers, while a brand new terminal to be constructed at Jardim do Tabaco is at the drawing board stage.
Ever since the very first cruise ships started to call in Lisbon, early in the twentieth century, the Tagus has welcomed the most famous name of the cruising world. Lisbon has a lot to offer. Its scenic beauty, the westernmost Atlantic city of Europe, with its light and old charm…

Words and photo by Luís Miguel Correia - 2006

REGRESSO DOS CRUZEIROS A LISBOA

Paquetes de cruzeiros de regresso a Lisboa em 2006. Nas fotografias, o QUEEN ELIZABETH 2 (13-12-2005) e o ARCADIA (12-04-2006)
Cruise ships back in Lisbon for the 2006 season. Photos: the QUEEN ELIZABETH 2 (13-12-2005) and the ARCADIA (12-04-2006)
Antigamente em Lisboa dizia-se de Abril, águas mil. Hoje é mais Abril, paquetes mil.
Não serão mil, mas para 2006 estão previstas para Lisboa cerca de 250 escalas de navios de passageiros em viagens de cruzeiro.
Navios de características tão variadas como o QUEEN MARY 2, o EUROPA ou o FUNCHAL vão atracar a Lisboa nos próximos meses.
Enquanto não se concretiza o projecto de uma nova Estação Marítima a construir no Jardim do Tabaco, os paquetes vão atracando em Alcântara, Rocha do Conde de Óbidos e Santa Apolónia.
Lisboa sempre proporcionou escalas aos navios de cruzeiros, mas chegou-se a uma encruzilhada em que para dar um salto qualitativo é necessária uma atitude mais agressiva e poder proporcionar melhores condições de acolhimento aos navios. Para Maio, a Cunard programou inicialmente uma escala simultânea dos seus navios QM2 e QE2 em Lisboa a 11 de Maio. A impossibilidade de atracação de ambos os navios em Alcântara levou a Cunard a inverter o itinerário do QUEEN MARY 2 e ir fazer a festa em Barcelona a 9 de Maio com os dois QUEENS. Lisboa fica assim a ver navios, e só não há festa em Barcelona porque um problema técnico surgido no QM2 levou entretanto ao cancelamento do cruzeiro, trocado por uma docagem no estaleiro Blohm & Voss de Hamburgo.
Texto e fotos de Luís Miguel Correia - 2006

REGATA ESCOLA NÁUTICA - Imagens








REGATA ESCOLA NÁUTICA / COMM

Efectuou-se no dia 2 de Abril a II Regata Escola Náutica / COMM, que decorreu no Tejo, com partida de Belém e contou com a participação de mais de 40 embarcações de diversas classes. Destaque para uma forte participação de tripulações compostas por alunos da Escola Náutica, para além de uma embarcação tripulada por professores da ENIDH. De referir também o espírito de missão do Cte. Alberto Fontes, docente da Escola e responsável pela Marinha de Recreio no Clube de Oficiais da Marinha Mercante. Em 7 de Abril, decorreu em Paço d'Arcos a distribuição de prémios e uma visita às instalações daquele estabelecimento de ensino náutico.

Texto e fotos de Luís Miguel Correia - 2-04-2006

Thursday, April 13, 2006

The SAGRES off Lisbon


Part of the fun associated with my interest in ships is photography, and quite often I do photograph ships in Lisbon. Some are scheduled with days in advance, while others just show up by chance.
Yesterday while photographing cruise ships I was lucky to notice the Portuguese Navy sail training ship SAGRES crossing the Tagus bar and sailing past Lisbon in her way to the Alfeite Naval base. It was worth the wait as some nice pictures turned out with Lisbon in the foreground.
The pride of the Portuguese Navy and of Maritime Portugal, the SAGRES is internationally recognized as an icon in contemporary maritime history. She has been depicted in countless books worldwide and travelled the four corners of our planet showing the colours of Portugal in its best form.
Once in Paris I looked into a bookshop and at the front window there she was: my SAGRES in the covers of two magnificent books. They have been part of my library ever since…

Copyright words and photos by Luís Miguel Correia –12 April 2006

A NOSSA SAGRES

O navio-escola SAGRES subiu o Tejo uma vez mais, na tarde de 12 de Abril, em direcção à Base Naval do Alfeite.
Oportunidade para fotografias com a cidade em pano de fundo, e algumas reflexões.
A SAGRES é um dos poucos navios actuais de que ainda nos orgulhamos. Pela sua beleza, dignidade e significado. O melhor testemunho do Portugal marinheiro tão indispensável como esquecido. E das tradições marítimas preservadas pela Marinha com dedicação e empenho, apesar das muitas incompreensões.
Há uns anos, uma livraria de Paris tinha na montra dois livros diferentes com a nossa SAGRES na capa. Claro que comprei os dois, até porque nenhuma livraria de Lisboa me permitiria aquisição semelhante. E senti um enorme orgulho no reconhecimento da SAGRES por tantos estrangeiros que admiram o nosso navio como ícone do património marítimo mundial.
É lamentável o desinteresse a que o Mar e os Navios estão votados em Portugal. E é um absurdo teimarmos em ignorar todas as possibilidades que o Mar Português representa, desde os transportes à indústria naval, da cultura ao lazer.
Felizmente temos a SAGRES, embora há quem lhe chame caravela...

Texto e fotos de Luís Miguel Correia - 2006

Friday, March 31, 2006

NEW POST CARDS OF SHIPS



A new series of 18 post cards of ships has just been published by EIN - Edições e Iniciativas Náuticas, Lda., of Lisbon. The new cards were produced by Luís Miguel Correia and printed to even higher standards than the previous editions. They are listed below:

LMC 123 M/S VOLKERFREUNDSCHAFT (1960-1985)
LMC 124 M/N ITALIA PRIMA (1993-2003)
LMC 125 M/S ATHENA (2005- )
LMC 126 N/T PRINCIPE PERFEITO (1961-1976) – black funnel
LMC 127 N/T PRINCIPE PERFEITO (1961-1976) – blue funnel
LMC 128 N/M NIASSA (1955-1979) – blue funnel 1978 bow view
LMC 129 N/M NIASSA (1955-1979) – blue funnel 1978 stern view
LMC 130 N/M ANGOLA (1948-1974) – blue funnel
LMC 131 N/M MOÇAMBIQUE (1949-1972) – black funnel
LMC 132 N/M RITA MARIA (1953-1978) – CNN blue hull
LMC 133 N/M ALCOBAÇA (1948-1979) – CNN
LMC 134 N/M BEIRA (1963-1983) – black hull
LMC 135 N/M CUNENE (1969-1985) - CNN
LMC 136 N/M NOVO REDONDO (1970-1983)
LMC 137 N/M AMARANTE (1972-1985)
LMC 138 N/M NACIONAL SETÚBAL (1982-1988) CNN
LMC 139 N/M NACIONAL SAGRES (1983-1988) CNN
LMC 140 N/T FUNCHAL (1961- ) black hull EIN

For further informations regarding the above listed post cards as well as other cards and books, e-mail to m.s.funchal@gmail.com available

NOVOS POSTAIS DE NAVIOS



Prosseguindo com a edição de postais de navios destinados a coleccionadores, a EIN - Edições e Iniciativas Náuticas, Lda., acaba de publicar um conjunto de 18 novos postais:

LMC 123 M/S VOLKERFREUNDSCHAFT (1960-1985)
LMC 124 M/N ITALIA PRIMA (1993-2003)
LMC 125 M/S ATHENA (2005- )
LMC 126 N/T PRINCIPE PERFEITO (1961-1976) – Chaminé preta
LMC 127 N/T PRINCIPE PERFEITO (1961-1976) – Chaminé azul
LMC 128 N/M NIASSA (1955-1979) – chaminé azul 1978 prôa
LMC 129 N/M NIASSA (1955-1979) – chaminé azul 1978 popa
LMC 130 N/M ANGOLA (1948-1974) – chaminé azul
LMC 131 N/M MOÇAMBIQUE (1949-1972) – chaminé preta
LMC 132 N/M RITA MARIA (1953-1978) – CNN casco azul
LMC 133 N/M ALCOBAÇA (1948-1979) – CNN
LMC 134 N/M BEIRA (1963-1983) – Casco preto
LMC 135 N/M CUNENE (1969-1985) - CNN
LMC 136 N/M NOVO REDONDO (1970-1983)
LMC 137 N/M AMARANTE (1972-1985)
LMC 138 N/M NACIONAL SETÚBAL (1982-1988) CNN
LMC 139 N/M NACIONAL SAGRES (1983-1988) CNN
LMC 140 N/T FUNCHAL (1961- ) Casco preto EIN

Tal como as edições anteriores os novos postais são vendidos a €1,00 cada. Informações relativas a aquisição dos postais e livros de marinha também disponíveis pelo e-mail seguinte:
m.s.funchal@gmail.com

Friday, March 17, 2006

PÁTRIA - O PRIMEIRO PAQUETE DO DESPACHO 100

PÁTRIA (1947-1973)
Navio de passageiros e carga a turbinas, construído de aço, em 1946-1947. Nº oficial: G 495; Indicativo de chamada: CSLX. Arqueação bruta: 13.196 toneladas; Arqueação líquida: 7.805 toneladas; Porte bruto: 10.743 toneladas. Deslocamento: 19.173 toneladas. Capacidade de carga: 5 porões com 11.234 m3, incluindo 400 m3 de carga frigorífica. Comprimento ff.: 161,85 m; Comprimento pp.: 154,67 m; Boca: 20,83 m; Pontal: 13,41 m; Calado: 8,56 m. Máquina: 2 grupos de turbinas a vapor Parsons, com 13.200 shp a 116 rpm; 2 hélices. Velocidade: 17 nós (18.54 nós nas provas de mar). Passageiros: 798 (114 - 1ª., 160 - 2ª., 118 - 3ª., 406 - 3ª. suplementar). Tripulantes: 167. Navio gémeo: Império. Custo: 137 918 000$00
Construído em Clydebank, Glasgow, Escócia, por John Brown & Cº. Ltd. (construção nº. 641), por encomenda da Companhia Colonial de Navegação em 03-1946. Madrinha: Dª. Joaquina A. C. Ladesma Corrêa, mulher do Presidente da CCN, Sr. Bernardino Corrêa. Em 19-06-1946 procedeu-se ao assentamento da quilha, sendo lançado à água em 30-06-1947. A sua construção foi concluída em 22-12 e o navio entregue à CCN a 27-12-1947, sendo seu primeiro comandante o capitão Américo Martins Verdades. Saiu do Clyde em 28-12 com 62 passageiros funcionários da CCN e convidados da empresa, incluindo o armador Bernardino Correia, entrando em Lisboa pela primeira vez a 1-01-1948.
A 22-01 saiu para Leixões (23 a 25-01) onde foi receber passageiros e carga. A 26-01-1948 o PÁTRIA saiu de Lisboa na viagem inaugural para o Funchal, São Tomé, Luanda, Lobito, Moçamedes, Cape Town, onde permaneceu de 17-02 a 18-03-1948 com avaria nos geradores, Lourenço Marques, Beira e Moçambique, voltando a Lisboa em 30-04, com 600 passageiros. A segunda viagem a África, de 22-05 a 10-07-1948, foi efectuada em 49 dias, e considerada um recorde. Em 5-08-1948 o PÁTRIA saiu de Lisboa em substituição do SERPA PINTO numa viagem especial ao Brasil, com escalas no Funchal, São Vicente, Recife, Salvador, Rio de Janeiro e Santos, regressando ao Tejo a 4-09. Em Janeiro e Fevereiro de 1956, o PÁTRIA efectuou duas viagens Lisboa-Luanda-Lobito. Nova viagem ao Brasil, com o mesmo itinerário da de 1948, seria iniciada em Lisboa a 4-08-1956, seguida em 7-09-1956, de uma viagem à América Central, de Lisboa para Vigo, Funchal, Tenerife, La Guaira, Curaçau, Kingston e Havana.
Em 1958 foi instalado ar condicionado em todas as dependências do navio. Em 20-04-1962 o PÁTRIA foi fretado ao Ministério do Exército (portaria nº 19.148 de 26-04-1962) seguindo de Moçambique para Carachi, onde embarcou militares prisioneiros da India Portuguesa rumo a Lisboa via Suez. Em 25-09-1971, o Presidente Banda, do Malawi almoçou a bordo, com o navio atracado em Nacala.
De 17-03 a 11-05-1973 o PÁTRIA efectuou a última viagem regular à África e a 11-06-1973 largou de Lisboa pela última vez para Leixões, Luanda, Lobito, Lourenço Marques e Kaohsiung, Formosa, onde chegou em 01-08-1973, sendo desmantelado pela firma Chi Shun Hwa Co. Cancelado o registo a 6-08-1973.
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Paquete PÁTRIA entrando na Cidade do Cabo por volta de 1970.
Fotografia de Ian Shiffman, copyright colecção LUÍS MIGUEL CORREIA

NIASSA - O ÚLTIMO PAQUETE DO DESPACHO 100

NIASSA (1955-1979)
Navio de passageiros a motor, construído de aço, em 1954-1955. Nº oficial: H 435; Indicativo de chamada: CSAW. Arqueação bruta: 10.742 toneladas; Arqueação líquida: 6.257 toneladas; Porte bruto: 9.706 toneladas. Deslocamento leve / máximo: 6.624 / 16.330 toneladas. Capacidade de carga: 5 porões para 13.249 m3 de carga geral, incluindo 597 m3 de carga frigorífica. Comprimento ff.: 151,27 m; Comprimento pp.: 139,60 m; Boca: 19,44 m; Pontal: 11,95 m; Calado: 8,37 m. Máquina: 1 motor diesel Doxford-Ansaldo, com 6.800 bhp a 115 rpm (Máx. 7 150 bhp a 117 rpm), 1 hélice. Velocidade: 16 nós. Passageiros: 322 (22 - 1ª., 300 em turística) Tripulantes: 132. Custo: 135.000.000$00.
O NIASSA foi construído em Antuérpia, Bélgica, pela Société Anonyme Cockerill-Ougrée (construção nº 768), para a Companhia Nacional de Navegação. O contrato de encomenda foi assinado em 08-1952 procedendo-se ao assentamento da quilha a 24-05-1954. O navio foi lançado à água a 5-03-1955, sendo madrinha Dª. Maria Natália Ribeiro da Costa Rodrigues Thomaz, filha do Ministro da Marinha. As provas de mar tiveram início em 18-07-1955 e a entrega do navio deu-se em Antuérpia a 4-08, largando o NIASSA a 6-08 para Lisboa onde entrou pela primeira vez a 10-08-1955, sob o comando do capitão Filipe Freire.
A chegada ao Tejo coincidiu com o 10º aniversário da publicação do Despacho 100 assinalando a sua conclusão. Registado em Lisboa a 31-08-1955, o NIASSA largou a 7-09-1955 para a viagem inaugural à África Oriental. Na segunda viagem, saiu de Lisboa em 11-1955 fretado ao Ministério do Exército em serviço de transporte para o Extremo Oriente e África.
O NIASSA foi fretado ao Ministério do Exército para transporte de tropas e material de guerra a partir de: 14-03-1959 (portaria nº 17.054 de 6-03-1959) para 2 viagens à Índia; 23-04-1960 (portaria nº 17.684 de 19-04-1960); 15-03-1961 (portaria nº 18.298 de 4-03-1961); 26-05-1961 (portaria nº 18.495 de 30-05-1961); 28-06-1961 (portaria nº 18.555 de 27-06-1961); 10-01-1962 (portaria nº 18.949 de 4-01-1962); 15-07-1962 (portaria nº 19.267 de 9-07-1962)...
Em 22-01-1973 o NIASSA chegou a Glasgow para ser reclassificado, voltando a Lisboa a 9-03. Continuou ao serviço da CNN, fazendo a carreira de Angola e fretamentos militares. Depois da independência de Angola, passou a fazer a carreira de Cabo Verde. O NIASSA concluiu a última viagem a Cabo Verde a 9-01-1977 e foi imobilizado em Lisboa até 7-01-1978 quando voltou ao serviço para fazer uma série de 8 viagens regulares entre Lisboa e o Funchal fretado à CTM.
Na sua última viagem, a 25-02, socorreu e rebocou para Lisboa o cargueiro CEDROS que estava em perigo ao largo da costa portuguesa sob temporal, após o que rumou ao Funchal. Em 4-03-1978 terminou em Lisboa a última viagem e foi posto à venda. Adquirido a 6-05-1979 pelo sucateiro espanhol Hierros Ardes, saiu de Lisboa em 8-05-1979 a reboque do rebocador espanhol AZNAR JOSÉ LUIS para Bilbao, onde entrou a 13-05, tendo-se iniciado os trabalhos de demolição a 23-05-1979.

Paquete NIASSA : duas imagens, largando de Lisboa para o Funchal em Fevereiro de 1978. 
Fotografado do rebocador MUTELA

Fotografias de Luís Miguel Correia (copyright)

Thursday, February 16, 2006

INTRODUÇÃO PRESENTATION

BLOGUE DOS NAVIOS E DO MAR
Acerca de Navios, do Mar e da história marítima, na perspectiva de Luís Miguel Correia

SHIPS & THE SEA BLOG
About Ships, the Sea and its History as seen by Luís Miguel Correia